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Guimarães

Artista José de Guimarães com retrospetiva no Museu Wurth Erstein em França

Patente até 15 de março de 2020

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Foto: Imagem de filme da Fundação Calouste Gulbenkian (Arquivo)

O artista plástico vimaranense José de Guimarães, cuja obra atravessa mais de 60 anos, vai ser alvo de uma retrospetiva no Museu Wurth Erstein, em França, que ficará patente até 15 de março de 2020.

A exposição do artista português de 79 anos, descrito pelo museu, no seu sítio ´online´, como “um dos mais singulares criadores da arte contemporânea”, está disposta de forma cronológica ao longo de seis núcleos.

“1965-66: Entre a Pop Art e o Novo Realismo”, “1967-74: Da arte à antropologia”, “Totem e Fetiche”, “Rituais e Símbolos”, “O Ritual da Serpente” e “O Nómada Transcultural” são os núcleos expostos.

Entre as peças patentes nesta mostra encontram-se um painel de sete metros de comprimento criado em 2003, e intitulado “Bagdad”, e também o manifesto “Arte Perturbadora!”.

Foto: Divulgação

A obra plástica de José de Guimarães é fortemente marcada pelas viagens que fez e as culturas com que contactou, nomeadamente em África, tendo vivido em Angola, e nas passagens México e pela China e Japão, onde expõe regularmente.

José de Guimarães, “um nómada transcultural de exceção”, que criou o seu próprio alfabeto, fundado na fragmentação de signos, é apontado como um artista que desenvolveu uma obra “com uma dimensão totémica forte e um humor naíf, reveladora de um caráter inconformista”, descreve ainda o museu.

No ano passado, José de Guimarães concebeu uma exposição para celebrar os dez anos de existência do Museu do Oriente, em Lisboa, com cerca de 150 peças, parte delas inéditas, do acervo daquela entidade e obras recentes do artista.

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Guimarães

Câmara de Guimarães manifesta pesar por morte de trabalhador em obra no Teatro Jordão

Vítima de 46 anos

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara Municipal de Guimarães manifestou hoje o “seu profundo pesar” pela morte, esta manhã, de um trabalhador de 46 anos no recinto das obras em curso de reabilitação do Teatro Jordão, refere a autarquia em comunicado.

“Desde já a Câmara Municipal de Guimarães apresenta as mais sentidas condolências e manifesta o apoio necessário à família da vítima”, lê-se numa nota enviada à Lusa.

Um homem morreu esta manhã num “acidente no recinto das obras de requalificação” do Teatro Jordão, em Guimarães, tendo o óbito sido declarado no local “depois de manobras” de reanimação, disse à Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários.

Segundo a fonte, os Voluntários de Guimarães foram “acionados” pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga às 09:31.

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Guimarães

Homem morre em “acidente no recinto das obras” no Teatro Jordão em Guimarães

Em Urgezes

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Foto: DR

Um homem morreu esta manhã num “acidente no recinto das obras de requalificação” do Teatro Jordão, em Guimarães, tendo o óbito sido declarado no local “depois de manobras” de reanimação, disse à Lusa fonte dos Bombeiros Voluntários.

Segundo a mesma fonte, os Bombeiros Voluntários de Guimarães foram “acionados” pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Braga às 09:31.

“Foi-nos pedido que nos deslocássemos para o local com uma viatura de desencarceramento. Quando lá chegámos, estavam a ser feitas manobras de suporte avançado de vida pelo INEM, que já lá estava, mas o óbito acabou por ser declarado no local”, disse.

A vítima tinha 46 anos e, segundo a fonte, “o acidente terá envolvido algum veículo que terá atingido o homem”.

O Teatro Jordão, encerrado desde 1993, está a ser alvo de obras de reabilitação, pretendendo a autarquia instalar ali a escola de artes performativas e visuais da Universidade do Minho e a escola de música da Sociedade Musical de Guimarães, numa obra que está orçamentada em perto de doze milhões de euros.

 

Notícia atualizada às 16h07 com mais informações

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Guimarães

Abertas as inscrições para o Banco de Terras de Guimarães

Incubadora de Base Rural

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Foto: DR

A Câmara de Guimarães já abriu as inscrições para o Banco de Terras, onde proprietários podem arrendar ao município terrenos abandonados ou sem qualquer utilização, para serem depois subarrendados a quem queira criar negócio de base rural.

De acordo com a autarquia, as inscrições estão abertas até 31 de dezembro, com as candidaturas a serem disponibilizadas a partir do aviso de abertura.

Este Banco de Terras foi lançado através da Incubadora de Base Rural (IBR Guimarães), e, de acordo com a autarquia, é “um instrumento através do qual proprietários podem arrendar ao Município terrenos abandonados/sem utilização de que sejam detentores, para que este os subarrende a empreendedores com vontade em criar o seu próprio negócio de base rural”.

Em comunicado, a autarquia sublinha que “o Banco de Terras de Guimarães corporiza um conjunto de benefícios para o proprietário, na medida em que valoriza os seus terrenos com potencial agrícola ou florestal, tem garantia de renda por parte do Município de Guimarães, recebe o património fundiário no mesmo estado de uso ou ainda melhor do que o estado inicial e deixa de ter custos com a limpeza anual de vegetação, espécies arbustivas e manta morta”.

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