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Viana do Castelo

Arranca requalificação de 1,9 milhões em escola de Viana

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Foto: DR

A requalificação da escola básica e secundária (EB 2,3/S) de Barroselas, orçada em mais de 1,9 milhões de euros e reclamada desde 2011, vai começar na segunda-feira, informou hoje a Câmara de Viana do Castelo.

Em comunicado, a autarquia da capital do Alto Minho adiantou que a empreitada vai abranger 29 salas daquela escola, que acolhe 494 alunos, e tem um prazo de execução de 15 meses.

A intervenção que agora vai iniciar-se foi adjudicada pelo executivo municipal, por unanimidade, em março.

Segundo o município, o investimento “é cofinanciado pelo programa Norte 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), que irá contribuir com um valor de cerca de 800 mil euros, cabendo à Câmara suportar a verba restante”.

“Trata-se de uma intervenção de requalificação para adequar a escola às atuais necessidades do ensino e aprendizagem, melhorar o conforto para os seus utilizadores e as condições ambientais e de saúde, já que está prevista a eliminação do fibrocimento, das infiltrações de água e um maior controlo da temperatura ambiente/eficiência térmica do edifício”, especificou.

Situada na margem esquerda do rio Lima, a escola aguarda por uma intervenção de fundo desde 2011 para travar as infiltrações de água nas salas de aula, problema que se acentua a cada inverno.

As obras, classificadas como urgentes, chegaram a estar previstas para a fase IV da Parque Escolar, antes de 2011, mas acabaram por nunca sair do papel, com a suspensão daquele programa de requalificação dos edifícios escolares.

Em setembro de 2016, a Câmara de Viana do Castelo assinou um acordo de colaboração com o Ministério da Educação que garantiu o financiamento da empreitada.

A obra “integra uma intervenção profunda em três espaços do equipamento escolar, nas áreas desportivas exteriores, nos arranjos exteriores, no pavilhão gimnodesportivo (será totalmente remodelado) e no pavilhão que alberga a cantina, o refeitório, a cozinha e o bar”.

Os restantes pavilhões escolares “serão objeto de intervenção de substituição das coberturas, atualmente em fibrocimento, bem como a impermeabilização e melhoria térmica e energética de todos os edifícios”.

O projeto dá ainda “grande atenção à mobilidade total do acesso aos equipamentos, bem como nas instalações sanitárias, que serão remodeladas e alteradas”.

“A execução da empreitada será faseada e articulada de forma a permitir as condições de funcionamento da mesma sem recurso a solução externas, sendo que as intervenções de qualificação integral do edifício da cozinha, cantina, refeitório e do pavilhão desportivo, que exigem um maior tempo de inoperação dos espaços, serão executadas aproveitando o período de paragem de férias de verão”, refere ainda a nota.

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Viana do Castelo

Viana tem hipermercado há 25 anos – e mais de 70 colaboradores ainda são os mesmos

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Foto: Thiago Correia/O MINHO

O Continente de Viana do Castelo comemorou, no último sábado, 25 anos. Primeiro hipermercado da região do Alto Minho, a superfície comercial do grupo SONAE  trouxe cerca de 700 empregos, desde então, e poupou muitos moradores da região de terem que se deslocar a cidades mais distantes, como Porto e Braga, para fazerem as compras de mês.

“Recordo de irmos uma vez por mês fazer uma excursão a outra localidade. Quando surgiu a notícia de que ia abrir um Continente em Viana, isso foi vivido com muita intensidade, era o primeiro [hipermercado] da cidade”, disse a O MINHO Fabíola Silva, uma das 71 pessoas que fazem parte da equipa original do Continente de Viana e que ainda trabalham no local.

LEIA MAIS: Viana “está a competir em áreas em que muitos não acreditavam há quatro anos”

“Agora há clientes que se deslocam ainda hoje de localidades como Monção, Ponte de Lima, Esposende ou Barcelos, e isto é um património que mais ninguém tem no distrito. Durante 25 anos, esta loja criou uma fidelização dos clientes”, completou César Moreira, diretor de loja.

Depois do Continente de Viana, outras lojas de diversos grupos também foram inauguradas em outras localidades do Alto Minho. César Moreira destaca que a concorrência é boa para a empresa crescer e buscar novidades. Prova disso, segundo ele, é a quantidade de colaboradores que conseguiram crescer.

Foto. Thiago Correia/O MINHO

“O fato de ter aberto muita concorrência é salutar, isso obriga a revisitar uma série de coisas, a evoluir, mudar, e é um tema que eu reforço. Esta loja, durante muitos anos, forneceu muita gente, muito quadro, para abrir outras lojas na altura da grande expansão, colegas que estão como diretor, chefes de áreas, mas que evoluíram aqui, e mostra como esta loja tem dado bons valores à empresa”, disse a O MINHO.

Na altura da última grande crise, por exemplo, o diretor de loja, que já trabalhou no Continente também no Porto e em Vila Real, diz que foi um momento de expansão do Continente e que a unidade de Viana cresceu muito.

Foto. Thiago Correia/O MINHO

“Curiosamente, na altura da crise, coincidiu com um dos melhores períodos dos últimos anos da Sonae. Isto tem sido um case study. Conseguimos evoluir, temos boas equipas que souberam reinventar. Tentamos preservar o máximo possível o capital humano. Posso dizer que a equipa efetiva desta loja ultrapassa os 91%, é uma taxa muito superior do que há no mercado. Temos um capital humano muito experiente, conhece a loja, o mercado, as pessoas. Na altura da crise, o Continente de Viana até expandiu”.

Atualmente trabalham no Continente de Viana do Castelo 270 colaboradores.

“É uma empresa que dá qualidade para desenvolvermos o trabalho, oportunidades para crescer como empresa. Eu entrei como operadora de caixa, e agora sou responsável pela equipa de serviço de apoio ao cliente e caixas”, completou Fabíola Silva.

O Continente também se tem envolvido de forma muito ativa com a comunidade, seja através do apoio aos produtores locais, seja também em várias iniciativas de responsabilidade social como é o caso do Donativo Missão Continente – que apoia projetos sociais na área da alimentação saudável – e o caso da Escola Missão Continente – que trabalha com escolas da região para a sensibilização para a alimentação saudável e o consumo consciente.

Imagens

Foto. Thiago Correia/O MINHO

Foto. Thiago Correia/O MINHO

Foto. Thiago Correia/O MINHO

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Viana do Castelo

Viana quer discutir com o Governo impacto de parque eólico na pesca

Parque Eólico ao largo do concelho.

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Foto: DR/Arquivo

O presidente da Câmara de Viana do Castelo pediu hoje uma reunião urgente à ministra do Mar para discutir o impacto, na atividade piscatória da região, da instalação de um parque eólico flutuante ao largo do concelho.

Em causa está um projeto de aproveitamento da energia das ondas orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis, e que integra o parceiro tecnológico Principle Power, a Repsol, a capital de risco Portugal Ventures e a metalúrgica A. Silva Matos.

Em comunicado, o autarca socialista José Maria Costa explicou que o pedido de audiência com “caráter de urgência” enviado a Ana Paula Vitorino surgiu na sequência da “insatisfação” manifestada por 15 armadores de Viana do Castelo, Caminha, Vila do Conde, Póvoa de Varzim e Esposende e pelas associações Vianapesca e Promar.

Segundo José Maria Costa, os armadores e organizações representativas do setor “deram nota da insatisfação do local aprovado para a instalação da central eólica flutuante Windfloat Atlantic”.

“A localização foi contestada no período de discussão pública pelos pescadores e pela autarquia de Viana do Castelo por colocar em causa o trabalho e o espaço de instalação das artes de pesca de 14 embarcações, das quais dependem mais de 140 famílias”, sustentou José Maria Costa.

De acordo com o autarca socialista, “os pescadores confirmaram, na reunião, não ter tido resposta aos ofícios e e-mails enviados à tutela e à EDP, tendo apenas sido informados, recentemente, de que as plataformas flutuantes vão ficar no mesmo local, desconsiderando as preocupações dos pescadores e da autarquia”.

José Maria Costa disse estar “preocupado” com a situação da comunidade piscatória da região, garantindo que irá pedir à ministra do Mar e aos responsáveis da EDP para que “os pescadores sejam recebidos e as suas preocupações atendidas”.

“Deve ser encontrada uma solução que sirva a região e o país sem colocar em causa a atividade da comunidade piscatória”, reforçou.

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Viana do Castelo

Menina de Viana compra mil euros em bonecas na Internet com cartão da avó

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Foto Ilustrativa (Direitos Reservados)

Uma menina de 10 anos, de Viana do Castelo, encomendou 40 bonecas através de um site de compras online americano, e pagou, cerca de mil euros, com o cartão de crédito da avó, conta esta segunda-feira a “Rádio Alto Minho” (RAM).

A avó da menina apenas terá dado conta do sucedido quando recebeu vários caixotes com a encomenda, na residência onde mora, em Perre, altura em que reparou que aquele valor lhe havia sido retirado da conta.

Apesar de ainda ter tentado resolver o caso com apoio jurídico, revela a RAM, a família não conseguiu reverter a compra.

Tito de Morais, fundador do projeto “MiúdosSeguroNa.Net”, que coordena há vários anos, comentou a situação a O MINHO.

“Recomendo que pais e encarregados de educação mantenha os cartões de crédito longe das mãos dos filhos e que configurem os dispositivos – computadores, smartphones e tablets – para exigirem a password para fazerem compras online e que não partilhem essas passwords com ninguém”, alerta.

Tito de Morais, fundador do projeto “MiúdosSegurosNa.Net”. Foto: Facebook de “Projecto MiudosSegurosNa.Net”

O autor deste projeto partilha várias dicas sobre a relação das crianças com a Internet, nas mais variadas vertentes, em http://www.miudossegurosna.net/.

 

 

Notícia atualizada às 18h36.

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