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Canoagem

Apuramento Olímpico: Teresa Portela apurada para as meias no K1 200, Pimenta foi ao K1 500… treinar

Nos Mundiais de canoagem na Hungria disputam-se grande parte das vagas para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020

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Foto: DR / Arquivo

Portugal estreou-se hoje nos Mundiais de canoagem, em Szeged, Hungria, com os esperados apuramentos de Teresa Portela em K1 e Hélder Silva em C1 para as meias-finais dos 200 metros, tendo a qualificação olímpica na mira.

Antecipadamente anunciando que iria abdicar do resultado em K1 500, Fernando Pimenta, que percebeu que não poderia conjugar os horários com os favoritos 1.000 metros, foi último na sua série e assim ficou liberto de mais provas na distância menor.

Teresa e Hélder, que sabiam que não havia em discussão qualquer vaga para a final, concluíram as suas eliminatórias em quarto e em segundo lugares, respetivamente, pelo que agora vão às ‘meias’ de sexta-feira em busca da desejada vaga na regata das medalhas.

Se Teresa alimenta a esperança de conquistar uma das cinco vagas olímpicas do K1 200, Hélder está consciente de que os seus prediletos 200, nos quais competiu no Rio2016, foram trocados pelos 1.000 nas canoas, distância em que vai competir na quinta-feira e na qual não tem o mesmo rendimento.

Na quinta-feira, Fernando Pimenta inicia a defesa do título mundial de K1 1.000 e a C2 1.000 de Marco Apura e Bruno Afonso o percurso que esperam culmine na final, na qual os oito melhores atingem Tóquio2020.

O K4 500 de Joana Vasconcelos, Teresa Portela, Francisca Laia e Francisca Carvalho sabe que o primeiro lugar na sua eliminatória dá final direta, o mesmo não acontecendo no masculino com a tripulação de Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista e David Varela, sem essa benesse.

Dinamarca, Polónia, Bielorrússia e Canadá são os principais obstáculos ao sonho do quarteto luso.

Na paracanoagem, Norberto Mourão venceu a sua série de VL2 e, na quinta-feira, lutará na final por um dos seis melhores resultados, que o levarão aos Jogos Paralímpicos.

Floriano Jesus foi quarto e falhou a final por um lugar, enquanto Hugo Costa foi sexto e vai à final B.

Programa da seleção de Portugal para quinta-feira (horas de Lisboa)

– Eliminatórias:

08:21 C2 1.000 Marco Apura/Bruno Afonso.

08:28 K1 1.000 Fernando Pimenta.

16:27 K4 500 Emanuel Silva/João Ribeiro/Messias Baptista/David Varela.

16h39 K4 500 Joana Vasconcelos/Teresa Portela/Francisca Laia/Francisca Carvalho.

Paracanoagem

– Finais:

15:30 – VL2 200 Norberto Mourão

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Canoagem

Taça Ibérica de slalom este fim de semana em Vila Nova de Cerveira

Centena e meia de canoístas

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Foto: DR / Arquivo

Uma centena e meia de canoístas em representação de 14 clubes portugueses e espanhóis vão disputar este fim de semana a 11.ª edição da Taça Ibérica de slalom, em Cerveira.

O evento não vai contar com a participação de Antoine Launay, o único canoísta que até agora garantiu, em K1, a vaga nas águas bravas portuguesas para Tóquio2020, pois está a desenvolver um trabalho individual com o técnico nacional, o espanhol Pedro Guerreiro.

O olímpico José Carvalho, nono em C1 no Rio2016, vai ganhar ritmo em Cerveira para os Europeus de maio, em Londres, nos quais vai disputar a única vaga continental ainda em disputa.

O percurso no Rio Coura é constituído por um percurso de 150 metros num plano de água de corrente forte, com obstáculos naturais e portas de grau II e III.

Em simultâneo com o evento, decorre a Taça de Portugal que vai juntar 53 canoístas e 75 embarcações de seis clubes, nomeadamente a Associação Desportiva de Amarante, o Clube Náutico Barquinhense, o Águas Bravas Clube, o Darque Kayak Clube, a AMAS de Vizela e Aventura Marão Clube.

Em 28 e 29 de março vão ter lugar os campeonatos nacionais, em Vizela.

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Canoagem

Família da canoagem une-se segunda-feira para recuperar CAR de Montemor-o-Velho

Mau tempo

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cheias Mondego Montemor
Foto: Federação Portuguesa de Canoagem

A limpeza e início da recuperação do Centro de Alto Rendimento (CAR) da canoagem, em Montemor-o-Velho, inundado pelas cheias no Mondego, vai principiar segunda-feira, reunindo a ‘família’ da modalidade.

“A nossa casa, a casa da canoagem, o CAR de Montemor-o-Velho, vai voltar a ser o que era, para receber os nossos atletas e os nossos clubes. Apelo à participação de todos para que a normalidade seja reposta, sem colocar em causa a preparação dos atletas, em ano de Jogos Olímpicos”, refere, em comunicado, o presidente da federação, Vítor Félix.

Será às 10:00 que dirigentes, atletas, treinadores, funcionários, colaboradores, familiares e amigos se vão juntar para iniciar o processo de restabelecimento da normalidade no CAR, submerso pelas águas que chegaram a atingir dois metros dentro do enorme hangar.

A solidariedade estende-se à federação de triatlo que vai unir-se à iniciativa, que conta com o apoio da autarquia, gestora da infraestrutura, bem como dos comités olímpicos e paralímpicos de Portugal e a Fundação do Desporto.

“É nos maus momentos que nos devemos juntar e é nestes momentos que necessitamos do auxílio de todos. O melhor ainda está para vir e não temos dúvida nenhuma que 2020 será um grande ano para a canoagem”, acrescentou o dirigente.

O Centro de Alto Rendimento ficou submerso por uma camada de cerca de dois metros de água, estando ainda a ser avaliados os prejuízos materiais para a federação de canoagem – sobretudo com o ginásio e caiaques – e autarquia.

A canoagem é a modalidade lusa com mais qualificados para Tóquio2020, com seis na pista e um no slalom, nomeadamente Fernando Pimenta, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista, David Varela e Teresa Portela, bem como Antoine Launay nas águas bravas.

Em maio, na Alemanha, na fase de apuramento continental, a seleção vai procurar acrescentar vagas em K1 e K2 500 femininos, K1 200 e C1 2000 masculinos, além de tentar voltar a levar José Carvalho à prova olímpica de C1 no slalom, na qual foi nono no Rio2016.

Fernando Pimenta e Emanuel Silva conquistaram o único pódio da canoagem portuguesa em Jogos Olímpicos, com a prata em K2 1000 em Londres2012.

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Canoagem

Tóquio 2020: Canoagem assume objetivo de conquistar duas medalhas

Fernando Pimenta, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista, David Varela e Teresa Portela e Antoine Launay representam o país

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Foto: Divulgação

A Federação Portuguesa de Canoagem (FPC) assumiu, este sábado, o objetivo de “trazer duas medalhas” dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, meta inserida no plano de atividades aprovado em assembleia geral.

“A FPC aponta à conquista de duas medalhas em Tóquio, competição para a qual já apurou oito canoístas: seis da velocidade, um do slalom e um da paracanoagem (Jogos Paralímpicos)”, justifica o organismo.

A canoagem é a modalidade lusa com mais qualificados para Tóquio2020, com seis na pista e um no slalom, nomeadamente Fernando Pimenta, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista, David Varela e Teresa Portela, bem como Antoine Launay nas águas bravas.

Em maio, na Alemanha, na fase de apuramento continental, a seleção vai procurar acrescentar vagas em K1 e K2 500 femininos, K1 200 e C1 2000 masculinos, além de tentar voltar a levar José Carvalho à prova olímpica de C1 no slalom, na qual foi nono no Rio2016.

Fernando Pimenta e Emanuel Silva conquistaram o único pódio da canoagem portuguesa em Jogos Olímpicos, com a prata em K2 1000 em Londres2012.

Paralelamente, Norberto Mourão vai estrear a canoagem nos Jogos Paralímpicos, contudo há a esperança de engrossar a equipa também nesta vertente.

O mau tempo que assolou o país, nomeadamente a região do Baixo Mondego, onde a canoagem tem o seu Centro de Alto Rendimento, em Montemor-o-Velho, levou a assembleia geral a aprovar um voto de “solidariedade com as populações gravemente afetadas” bem como com o município, “entidade parceira” da federação e que gere o CAR.

“Num momento difícil para Montemor-o-Velho e para a canoagem nacional, a AG da FPC expressa solidariedade para com todos os clubes nossos associados, que, um pouco por todas as bacias hidrográficas, sofreram prejuízos nas suas instalações, se viram privados temporariamente do exercício da sua atividade e sofreram em alguns casos prejuízos elevados”, completou.

Por ser ano de preparação e realização dos próprios Jogos Olímpicos, ficou um apelo ao governo para que “acelere extraordinariamente todo o apoio necessário ao município de Montemor-o-Velho e à FPC em ordem à reposição urgente das condições de operacionalidade do CAR”.

O Centro de Alto Rendimento ficou submerso por uma camada de cerca de dois metros de água, estando ainda a ser avaliados os prejuízos materiais para a federação de canoagem e autarquia.

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