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Braga

Amares. Simulacro de atropelamento da CVP alerta para o flagelo

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Cruz Vermelha Amares. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O simulacro de um atropelamento no centro da vila de Amares envolveu já os 13 novos voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa de Amares, ao final da manhã deste domingo, o que serviu ainda para alertar face ao elevado número deste tipo de acidentes rodoviários.

Um moderno veículo de socorro e salvamento, incluindo material de desencarceramento de vítimas dentro de automóveis e outro tipo de equipamento para intervenção em vários tipos de acidentes e catástrofes, foi um dos 13 veículos da CVP de Amares, uma das mais proativas da região do Minho e a nível nacional, segundo foi destacado hoje na cerimónia.

Cruz Vermelha Amares. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O coordenador António Brandão, da Cruz Vermelha de Amares, explicou a O MINHO que o simulacro se inseriu “no protocolo de formação com uma demonstração prática de atuação em emergência pré-hospitalar”, de modo a testar a capacidade de intervenção dos seus novos 13 voluntários: 11 mulheres e dois homens de Amares, Vila Verde e de Braga.

Cruz Vermelha Amares. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Tal como O MINHO noticiou recentemente, a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Amares é das mais ativas do país, destacando-se não só como retaguarda operacional do INEM, como pelo socorro direto às vítimas, para além do transporte de doentes para o Hospital de Braga e de outras unidades de saúde da região, constituindo-se ainda como uma das grandes escolas de socorrismo do distrito de Braga, conforme tem vindo a ser já destacado pelos seus responsáveis nacionais, a propósito da sua capacidade operacional.

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Vila Verde

Prisão preventiva por suspeitas de assassinar o pai em Vila Verde

Crime ocorreu em 2017.

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Foto: O MINHO

O suspeito de assassinar o próprio pai, com um tiro no pescoço à queima-roupa, já em outubro de 2017, está preso preventivamente desde anoite desta sexta-feira, na Cadeia de Braga, indiciado por homicídio qualificado na forma consumada, cuja pena oscila entre 12 e 25 anos de prisão, segundo apurou O MINHO junto de fontes ligadas a este processo.

José Miguel Costa, de 21 anos de idade, solteiro, natural e residente no lugar da Seixosa, da freguesia de Moure, no concelho de Vila Verde, onde vivia com a namorada, antes de ter fugido para França, onde foi preso esta semana capturado pela Interpol, esteve esta quinta-feira a ser ouvido ao longo de toda a tarde pelo juiz de instrução criminal, Pedro Miguel Vieira.

A sua mãe, Maria Júlia Ferreira, florista em Braga, também arguida, está indiciada para já pelo crime de profanação de cadáver, mantendo-se desde junho deste ano com medida de coação de apresentações diárias no Comando Distrital da PSP de Braga, a cidade onde reside, desde o falso desaparecimento e o assassínio do empresário António Ferraz Costa, de 52 anos, mais conhecido por “Côto”, que terá sido morto numa exploração agrícola, em Soutelo, Vila Verde, após o que seria abandonado num descampado da freguesia de Palmeira, em Braga, onde foi descoberto por populares, em 26 de outubro do ano passado.

Uma das teses aponta para eventuais situações de violência doméstica por parte da vítima mortal, o que ainda está longe de confirmação, até porque desde o seu desaparecimento, em 14 de outubro de 2017, os familiares da vítima têm vindo a entrar em contradições e a apresentarem várias versões supostamente para tentar despistar os investigadores da PJ.

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Braga

200 oficinas do ramo automóvel inscritas em conferência associativa do Salão Auto de Braga

Evento no Altice Forum.

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A Associação Nacional do Ramo Automóvel (ARAN) realiza, sábado, durante a 4ª edição do Salão Auto de Braga, no novo Altice Forum Braga, uma conferência intitulada “Setor Automóvel – A atualidade do pós-venda”.

O evento, que está a ser organizado pelo empresário bracarense e dirigente da ARAN Afonso Ferreira, conta já com a inscrição de 200 pessoas, a maioria das quais, donos de oficinas do ramo da reparação e manutenção automóvel da região do Minho e do Porto.

A sessão de abertura é as 10:00 e envolve intervenções de representantes da ARAN, da Câmara Municipal de Braga e da InvestBraga. Segue-se a discussão do tema “Veículos conetados- Uma abordagem global” e, pelas 11:15, um debate sobre a “Regularização de sinistros”, com intervenção dos representantes das seguradoras convidadas, bem como das oficinas e da própria ARAN.

A anteceder o encerramento, os presentes analisam as conclusões gerais da conferência.

Em Portugal há mais de 13 mil oficinas ou lojas do ramo, das quais 5140 se situam na região norte (37,3 %). Na zona centro há 3410 firmas (24,7 %) e na Área Metroplitana de Lisboa existem 3.414 empresas (24, 7%). O Salão Auto de Braga conta com a presença das maiores marcas de automóveis e com muitas atividades e surpresas para os seus visitantes.

O Salão Auto, que vai estrear o novo Altice Forum Braga, ocupa todo o pavilhão e a zona exterior, num total de 10 mil m2 de exposição.

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Braga

Miguel Macedo e restantes arguidos no caso Vistos Gold conhecem sentença antes do Natal

Leitura do acórdão do julgamento foi antecipada de 17 de maio de 2019 para 21 dezembro.

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Miguel Macedo. Foto: DR

A leitura do acórdão do julgamento do caso Vistos Gold, em que, entre outros, é arguido o bracarense Miguel Macedo, foi antecipada de 17 de maio de 2019 para 21 dezembro, após o Conselho Superior de Magistratura ter renovado a exclusividade ao juiz presidente do coletivo.

A 13 de setembro, Francisco Henriques, o juiz presidente do coletivo que julgou o caso Vistos Gold, tinha adiado a leitura da sentença para 17 maio de 2019, justificando com o facto de ter deixado de estar em exclusividade neste processo complexo.

Fonte do Conselho Superior da Magistratura confirmou hoje à agência Lusa que este órgão de gestão de juízes decidiu renovar a exclusividade a Francisco Henriques.

Contactado pela Lusa, o Juízo Central Criminal de Lisboa afirmou que a nova data de leitura do acórdão foi agora fixada para 21 de dezembro às 16 horas.

No despacho que adiou a leitura da sentença de 21 de setembro para maio do próximo ano, o presidente do coletivo alegava que, desde o fim das férias judiciais, deixara de ter exclusividade para a elaboração do acórdão, passando o magistrado a ter de realizar outros julgamentos, quer como presidente do tribunal coletivo, quer integrando outros coletivos de juízes.

O juiz considerava “completamente impossível” elaborar o acórdão “com a complexidade subjacente” ao processo Vistos Gold até 21 de setembro.

Além de participar em outros julgamentos, o juiz lembrava que a isso somava-se o trabalho diário de despacho de expediente, preparação dos julgamentos a que preside, intervenção nas deliberações do tribunal coletivo e, ainda, elaboração dos acórdãos dos julgamentos por si presididos.

A data de 17 de maio de 2019 apontava para uma dilação temporal de 246 dias (incluindo sábados, domingos, feriados e férias judiciais), durante a qual o signatário “esperava utilizar 120 dias de trabalho na elaboração do acórdão em causa”.

Nas alegações finais do julgamento, realizadas antes das férias judiciais de verão, o Ministério Público (MP) pediu a condenação do ex-presidente do Instituto dos Registos e Notariado António Figueiredo a uma pena até oito anos de prisão e a sua suspensão de funções públicas por um período de dois a três anos.

Para os restantes arguidos, incluindo o ex-ministro da Administração Interna Miguel Macedo e a antiga secretária-geral do Ministério da Justiça Maria Antónia Anes, o procurador José Niza pediu que fossem condenados a uma pena única não superior a cinco anos de prisão, admitindo que a mesma possa ser suspensa na execução, à exceção do empresário Jaime Gomes, para quem pediu prisão efetiva.

O procurador decidiu retirar a Jarmela Palos um dos dois crimes de prevaricação de que estava acusado, referente à questão do oficial de ligação em Pequim, mas deu como provado os restantes crimes da acusação, incluindo corrupção passiva.

Nas alegações, o procurador reconheceu que a prova pessoal e testemunhal prestada em julgamento foi fraca, com alguns arguidos a optarem pelo silêncio ou a entrarem em contradição e testemunhas que podiam ter sido decisivas a escudarem-se em lapsos de memória, face ao que haviam dito na fase de inquérito.

Contudo, em sua opinião, as interceções telefónicas, SMS e emails entre os arguidos e a prova documental existente no processo são “claras” e bastantes para provar os factos imputados, ditando a condenação dos arguidos.

As considerações do MP foram contestadas pelos advogados de defesa, que pediram a absolvição dos seus constituintes.

Miguel Macedo demitiu-se em novembro de 2014 de ministro da Administração Interna, tendo-lhe sido imputado pelo MP o alegado favorecimento de um grupo de pessoas que pretendia lucrar de forma ilícita com os Vistos Gold, realizando negócios imobiliários lucrativos com empresários chineses que pretendiam obter autorização de residência para Investimento.

Desse grupo faziam parte alegadamente Jaime Gomes, empresário e amigo de Miguel Macedo, António Figueiredo, ex-presidente do Instituto de Registos e Notariado (IRN), e o empresário chinês Zhu Xiaodong.

Em causa estão também alegados favorecimentos a uma empresa de Paulo Lalanda de Castro, ex-patrão da farmacêutica Octopharma, e ao Grupo Bragaparques.

O processo Vistos Gold, que tem 21 arguidos (17 pessoas singulares e quatro empresas), prende-se com a alegada prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, recebimento indevido de vantagem, prevaricação, peculato de uso, abuso de poder, tráfico de influência e branqueamento de capitais.

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