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Braga

Amares. Simulacro de atropelamento da CVP alerta para o flagelo

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Cruz Vermelha Amares. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O simulacro de um atropelamento no centro da vila de Amares envolveu já os 13 novos voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa de Amares, ao final da manhã deste domingo, o que serviu ainda para alertar face ao elevado número deste tipo de acidentes rodoviários.

Um moderno veículo de socorro e salvamento, incluindo material de desencarceramento de vítimas dentro de automóveis e outro tipo de equipamento para intervenção em vários tipos de acidentes e catástrofes, foi um dos 13 veículos da CVP de Amares, uma das mais proativas da região do Minho e a nível nacional, segundo foi destacado hoje na cerimónia.

Cruz Vermelha Amares. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O coordenador António Brandão, da Cruz Vermelha de Amares, explicou a O MINHO que o simulacro se inseriu “no protocolo de formação com uma demonstração prática de atuação em emergência pré-hospitalar”, de modo a testar a capacidade de intervenção dos seus novos 13 voluntários: 11 mulheres e dois homens de Amares, Vila Verde e de Braga.

Cruz Vermelha Amares. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

Tal como O MINHO noticiou recentemente, a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Amares é das mais ativas do país, destacando-se não só como retaguarda operacional do INEM, como pelo socorro direto às vítimas, para além do transporte de doentes para o Hospital de Braga e de outras unidades de saúde da região, constituindo-se ainda como uma das grandes escolas de socorrismo do distrito de Braga, conforme tem vindo a ser já destacado pelos seus responsáveis nacionais, a propósito da sua capacidade operacional.

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Braga

Theatro Circo passa a gerir espaços culturais em Braga

Proposta vai à reunião pública do Executivo Municipal.

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Foto: Sérgio Freitas / CM Braga / Arquivo

Uma alteração aos estatutos vai permitir ao Theatro Circo de Braga, “numa ótica de racionalização de recursos e potenciando as competências adquiridas”, a coordenação dos espaços e das atividades culturais do concelho.

A proposta de alteração, que é debatida esta segunda-feira em reunião de Câmara, dá-lhe como objetivos os de “assegurar a programação artística e cultural e a gestão geral e exploração e coordenação dos espaços próprios e dos equipamentos municipais que, a cada momento, lhe estiverem afetos”

O organismo vai, ainda, “assegurar a programação, produção e supervisão das atividades e eventos de cariz artístico e cultural que se enquadrem no âmbito das opções de dinamização cultural e apoio às artes definidas pelo Municipio”.

A reunião pública do Executivo Municipal, que tem lugar pelas 09:30, no gnration, analisa, também, entre outros assuntos, os contratos programa para o exercício de 2019 das Empresas Municipais TUB, BragaHabit e InvestBraga, contratos interadministrativos de delegação de competências a diversas freguesias e a atribuição de apoios financeiros e subsídios a diversas entidades e freguesias.

Experiência

O alargamento das atribuições de gestão do Theatro leva em consideração “a experiência acumulada de vários anos na gestão e programação artística da principal estrutura cultural de Braga, a qual tem vindo a ocupar um papel relevante no planeamento e implementação de alguns projetos estratégicos da cidade”.

Esta empresa municipal – diz a proposta – “foi responsável pelo processo de integração de Braga na Rede de Cidades Criativas da UNESCO e, mais recentemente, assumiu a coordenação do desenvolvimento das ações preparatórias para a apresentação da candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027, nomeadamente, a estruturação da Estratégia Cultural de Braga para o período 2020-2030”.

Paralelamente, “coordena todos anos, em conjunto com a administração do gnration, o planeamento, produção e execução do evento Noite Branca, com mais de 90 atividades no espaço público”.

Apoia também o desenvolvimento de alguns projetos comuns aos espaço do Theatro Circo e gnration, procurando uma maior interação e equilíbrio na oferta cultural deste equipamentos.

Quer para estes projetos comuns, quer para outras atividades, o Theatro Circo presta também serviços a outras entidades culturais e ao Município, como o apoio à produção e a cedência de assistentes de sala.

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Braga

Tribunal julga ação em que Theatro Circo pede 16 mil euros ao Município de Coimbra

Por não ter pago a sua metade do cachet de uma artista franco-israelita.

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Foto: DR / Arquivo

O Tribunal Cível de Braga começa, esta semana, o julgamento de uma ação em que o Theatro Circo de Braga exige 16 mil euros em Tribunal à
Câmara Municipal de Coimbra alegando que não pagou metade do cachet da vinda a Portugal da cantora franco-israelitaYael Naim.

A administradora da empresa municipal bracarense, Claúdia Leite justifica a ação, explicando que foi combinado com os responsáveis do Convento de São Francisco – a instituição congénere da cidade do Mondego – que os encargos seriam a meias, atuando a artista a 27 de janeiro de 2017, em Coimbra, e, no dia seguinte, em Braga.

A responsável adianta que, e como já tinha sucedido com a vinda de uma companhia de dança chinesa às duas cidades, seria o Theatro, por razões de “facilidade burocrática”, a pagar a despesa, ficando o Convento de assumir a sua metade.

Uma semana antes da data agendada, o Convento – acrescenta – pediu ao Theatro que o concerto fosse adiado: “a cantora respondeu-me que tal não era possível porque era a sua última digressão, já que estava com gravidez adiantada. E não quis cancelar o contrato para os dois espetáculos que estavam já anunciados nos media e nas redes sociais”.

Yael Naim, nascida em Marrocos, autora do hit “New Soul”, atuou em Braga, como previsto. De seguida, e “nos termos acordados”, o Theatro
bracarense pediu ao Município de Coimbra que assumisse a sua parte, nunca tendo conseguido falar com o seu Presidente, nem obtido resposta
aos e-mail’s e ofícios que entretanto enviou.

“Não entendo este comportamento atendendo a que somos duas entidades que prestam serviço
público e têm os correspondentes deveres”, lamenta.

A Câmara de Coimbra que não se quis pronunciar. O Tribunal marcou, entretanto, uma audiência prévia para tentar que as partes se entendessem, mas tal não sucedeu.

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Braga

António Variações homenageado e recordado por admiradores em missas em Braga

em

António Variações foi esta semana recordado em várias missas, não só em Fiscal, Amares, sua terra natal, como em Braga e Lisboa, estando previstas mais cerimónias religiosas, mas o coordenador da Comissão Promotora da Homenagem ao cantor e cabeleireiro, Carlos Dobreira, revelou mais novidades a O MINHO.

Entre as várias iniciativas avultam o pedido de condecoração póstuma, pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, bem como a atribuição do seu nome a uma rua ou avenida da cidade de Braga.

Foto: O MINHO

António Joaquim Rodrigues Ribeiro, nascido a 03 de dezembro de 1944, em Pilar, Fiscal, freguesia do concelho de Amares, no distrito de Braga, tinha “várias letras e músicas de raiz cristã, dada a sua religiosidade”, salientou Carlos Dobreira, que coordena um grupo heterogéneo de admiradores do cantor António Variações, constituído por personalidades de vários pontos do país e do estrangeiro.

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