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Ave

Vizela em alerta máximo cancela feiras semanais

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Vizela

A Câmara de Vizela decidiu suspender, por tempo indeterminado, as feiras semanais que ocorrem no concelho, face à evolução do surto epidémico de covid-19 e de acordo com o Programa de Apoio Municipal (Vizela Covid-19), que visa ajudar na defesa à saúde pública, combater o surto e estimular a recuperação económica e proteção social.


“Atendendo à escalada do número de infetados por aquela doença no concelho de Vizela e concelhos limítrofes, a autarquia, tendo em vista evitar a propagação do surto epidemiológico, decidiu proceder à suspensão, por tempo indeterminado e enquanto se mantiver a presente situação epidemiológica, da realização das feiras semanais de quinta-feira e sábado”, escreve a autarquia em comunicado enviado a O MINHO.

“O Município de Vizela irá proceder à constante monitorização dos efeitos das medidas decretadas pelo Governo e pela autarquia, tendo em vista o seu desenvolvimento e adequação à situação em concreto, podendo as mesmas serem revistas ou revogadas a todo o tempo, consoante se revele necessário prevenir e conter a respetiva propagação do surto epidémico”, acrescenta.

Recorde-se que Vizela é um dos concelhos do Minho, a par de Guimarães, que está sob vigilância perante as autoridades nacionais de saúde, face ao aumento de casos e por estarem bastante próximos de Felgueiras, concelho onde já foram decretadas medidas adicionais para travar a pandemia.

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Guimarães

PSP evitou “intervenção pela força” para dispersar aglomerado Nicolino em Guimarães

Festas Nicolinas

em

Imagem: Redes sociais

O comando distrital de Braga da PSP informou esta tarde que evitou recorrer a uma intervenção musculada durante uma concentração de cerca de uma centena de pessoas no centro histórico de Guimarães, que celebravam o arranque das Festas Nicolinas e o Dia do Pinheiro, tradição enraizada naquela cidade.

Em comunicado enviado às redações, a PSP diz ter verificado “uma concentração anormal de pessoas nas imediações do centro histórico de Guimarães, com os habituais bombos e trajes nicolinos”, sendo que essa concentração é habitual “à tarde e à noite”, pelo que, ao ocorrer de manhã, foi de forma “inopinada”, diz a polícia.

Ajuntamento no centro de Guimarães na manhã de arranque das Nicolinas

“Antes das 13:00, hora de proibição de circulação na via pública, por força do estado de emergência em vigor, foi possível dispersar os cidadãos, evitando-se uma intervenção pela força, com resultados sempre imprevisíveis|”, acrescenta a mesma nota de imprensa.

“A PSP adotará as medidas preventivas necessárias para que não se verifiquem ajuntamentos de dimensão e natureza similar ao verificado em Guimarães”, reforça o documento.

“Apelamos a todos os cidadãos que que adotem um comportamento cívico e responsável, e que de acordo com o aconselhado pela organização, este ano as festas Nicolinas sejam celebradas em casa”, escreve ainda o comando PSP do distrito de Braga.

“É a dimensão do cortejo do Pinheiro que dá grandeza às Festas Nicolinas”

Na noite de 29 para 30, tradicionalmente ‘enterra-se’ um pinheiro de grandes dimensões em Guimarães, sinal do arranque das Festas Nicolinas. Essa ação é similar ao erguer de mastro que se faz em vários pontos do Minho aquando das romarias nas paróquias.

Habitualmente, o pinheiro seria puxado durante o dia de hoje por juntas de bois, seguido por um cortejo liderado pelo Chefe dos Bombos com milhares de pessoas pelas ruas a acompanhar o espetáculo.

Este ano, face à pandemia, o ‘Pinheiro’ será enterrado em segredo, a uma hora não divulgada, para evitar ajuntamentos. Durante o dia, não existiu cortejo, mas os Nicolinos e muitos vimaranenses juntaram-se no centro histórico ao toque de bombos para assinalar o arranque das festas.

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Ave

Mulher fica sem 270 euros após roubo por esticão no centro de Fafe

Crime

em

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Uma mulher, com cerca de 65 anos, foi assaltada pelo método de ‘esticão’ na manhã deste domingo, no centro da cidade de Fafe.

Ao que O MINHO apurou, a vítima foi abordada pelo suspeito quando se deslocava na Avenida das Forças Armadas, protegendo a carteira a tira colo que trazia pois percebeu logo tratar-se de uma tentativa de assalto.

O suspeito, que não falava português, empurrou a vítima enquanto lhe tentava retirar a carteira, fazendo com que a mulher caísse ao chão, sofrendo hematomas numa mão.

Com a mala em sua posse, o indivíduo fugiu a correr deixando a vítima prostrada no chão. Pouco depois, apareceu um homem de bicicleta que ainda tentou perseguir o larápio, mas sem sucesso.

A alguns metros do local, junto a uma casa desabitada, foram encontradas algumas moedas e o telemóvel da vítima, caídas no chão, pelo que se depreende que terá sido descuido do assaltante durante a fuga. No entanto, o ladrão ficou com cerca de 270 euros em numerário (notas).

A GNR registou a ocorrência e está a proceder a diligências para encontrar o suspeito.

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Guimarães

Ajuntamento no centro de Guimarães na manhã de arranque das Nicolinas

Perto de uma centena de pessoas juntou-se durante a manhã deste domingo no centro histórico de Guimarães para dar mote ao início das Festas Nicolinas. Dezenas de pessoas tocaram bombos, como manda a tradição, enquanto outros conviveram para assinalar o início das mais tradicionais festas do berço do país.

em

Foto: O MINHO / Arquivo

Perto de uma centena de pessoas juntou-se durante a manhã deste domingo no centro histórico de Guimarães para dar mote ao início das Festas Nicolinas. Dezenas de pessoas tocaram bombos, como manda a tradição, enquanto outros conviveram para assinalar o início das mais tradicionais festas do berço do país.

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