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Futebol

Vitória quer “rendimento” apesar dos cortes e da mudança técnica

I Liga

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Foto: DR / Arquivo

O Vitória SC quer “resultados e rendimento desportivo” na edição 2022/23 da I Liga portuguesa de futebol, apesar da redução orçamental e da troca de Pepa por Moreno Teixeira no comando técnico.

Apurado para a Liga Conferência Europa com um sexto lugar, os minhotos encaram a nova temporada sem menção explícita a um segundo apuramento europeu seguido, mas o presidente vitoriano, António Miguel Cardoso, disse, em 13 de julho, que o plantel tem de alcançar “rendimento e resultados desportivos”, aquando da apresentação de Moreno Teixeira, ‘timoneiro’ de 40 anos recrutado à equipa B vimaranense.

O dirigente justificou, aliás, a saída de Pepa, técnico que rumou aos sauditas do Al-Tai, após ter cumprido a época 2021/22 e iniciado a temporada 2022/23 em Guimarães, com o “manifesto discurso para fora de que a equipa está mais fraca do que o ano passado”, o que o deixou “desalinhado” para com a administração da SAD.

Sem qualquer estimativa orçamental tornada pública, António Miguel Cardoso disse, à Lusa, antes das eleições de 05 de março de 2022, nas quais triunfou com 62,5% dos votos, que o clube nortenho precisava de diminuir gastos na ordem dos 20 milhões de euros em 2021/22 para cerca de 13 milhões na época seguinte.

Já Moreno Teixeira, prometeu uma “dinâmica diária de alegria, de rigor, de disciplina” para um campeonato que arranca, para os minhotos, às 20:30 de domingo, no terreno do recém-promovido Desportivo de Chaves, a meio da terceira pré-eliminatória da Liga Conferência Europa, com os croatas do Hajduk Split.

Na antecâmara do 78.º campeonato na elite do futebol luso, os vimaranenses têm sete reforços, três deles titulares nos dois primeiros jogos oficiais da época, frente à Puskás Akadémia: o lateral esquerdo Ryoya Ogawa, cedido pelo FC Tokyo (Japão), e os avançados Jota Silva (ex-Casa Pia) e André Silva (Arouca).

O Vitória contratou ainda o defesa Mikel Villanueva (Santa Clara), o médio Matheus Índio (Trofense) e os avançados Antoñín Cortés, emprestado pelo Granada, e Anderson (Beijing Guoan, da China), tendo mantido 23 elementos, como o médio e ‘capitão’ Tiago Silva, utilizado em 32 jogos em 2021/22, e assistido à saída de 11 elementos.

O extremo Rochinha, transferido para o Sporting por dois milhões de euros, após um percurso com 122 jogos oficiais e 19 golos em quatro épocas, e o avançado Oscar Estupiñán, agora nos ingleses do Hull City após temporada com 16 golos em Guimarães, são as perdas que sobressaem.

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