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Vila Verde

Vila Verde exige formato digital para procedimentos urbanísticos

Tecnologia ao serviço da população

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António Vilela. Foto: DR

A Câmara de Vila Verde informou, na passada segunda-feira, em comunicado, que os procedimentos urbanísticos, criados a partir de janeiro, serão efetuados exclusivamente em formato digital.


Seja por via on-line, ou presencialmente, a partir do próximo dia 02, este será o processo escolhido para os novos procedimentos.

Em comunicado, António Vilela, presidente da autarquia, refere que, “além dos processos urbanísticos serão ainda aceites em formato digital os procedimentos relacionados com atividades económicas, turismo, ocupação do espaço público, combustíveis, gases e produtos de petróleo, espetáculos e diversões”, concluindo que esta mudança será “dar mais um passo para a desmaterialização plena do atendimento ao cidadão e agentes económicos”.

Para a utilização do novo sistema é requerido um registo prévio no portal de internet do município.

Assim, num único espaço, os utilizadores poderão submeter pedidos e receber atualizações sobre o estado dos mesmos sem terem que se deslocar para o efeito.

Esta plataforma permitirá ainda que o pagamento de taxas, referentes às submissões, seja feito no site, por transferência bancária para o NIB da autarquia.

“Com esta medida a autarquia pretende implementar a desmaterialização plena dos procedimentos urbanísticos e o abandono definitivo do processo físico em papel, com o objetivo de prestar serviços mais próximos dos cidadãos e das empresas, de forma mais eficiente e amiga do ambiente. Permitindo, que o utente acompanhe on-line a fase em que se encontra o respetivo processo”, finalizou o comunicado.

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Braga

Mulher deixa cães do ex-companheiro a passar fome e sede em Vila Verde

Acusada de maus-tratos a animais

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Foto: Ilustrativa

Tinha cinco cães no quintal de casa, em Vila Verde, mas só tratava de um. Os outros quatro deixava-os sem comida e bebida, nem cuidava da sua saúde e higiene, porque eram do ex-companheiro, que estava no estrangeiro.

O Jornal de Notícias (JN) adianta na edição de hoje (acesso exclusivo para assinantes) que o Ministério Público de Vila Verde acusou a mulher, da freguesia de Cervães, de quatro crimes de maus-tratos a animais de companhia.

O caso foi espoletado em 03 de março de 2019, após denúncia da Associação de Defesa dos Animais e do Ambiente de Vila Verde, tendo uma patrulha da GNR ido ao local onde vivia a mulher, de 30 anos, natural do Luxemburgo.

A GNR deparou-se com cinco cães, quatro deles “subnutridos, maltratados, com sinais de abandono, sem água nem comida, e a carecer urgentemente de tratamento veterinário”.

A mulher alegou que só um dos cães lhe pertencia, sendo os outros quatro de um seu ex-companheiro, que se encontrava no estrangeiro, desde janeiro, tendo ela ficado de os alimentar.

Segundo a acusação, citada pelo JN, foi esta a “versão espontânea” que apresentou à GNR. Para o Ministério Público, a mulher ter-se-á comprometido com o ex-companheiro, de quem tem um filho, a tratar dos animais, mas acabava por só alimentar o dela.

O companheiro acabou ilibado, porque o MP considera, “com base no senso comum e nas práticas do dia-a-dia”, que a mulher teria ficado encarregue de tratar dos animais.

A acusação diz que a arguida se alheou dos quatro animais e que eram os vizinhos que os alimentavam.

Ainda de acordo com o JN, a GNR, depois de interrogar a arguida, transportou os animais ao veterinário, tendo este constatado que estavam em grave estado de subnutrição, desidratação e com doenças várias de pele. Um deles tinha uma lesão num dente, que vai ficar para o resto da vida, por ter ficado com um osso preso a um pré-molar, sem que a dona tivesse tido o cuidado de o retirar.

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Braga

Voluntários realizam “sonho” de habitação condigna a família carenciada de Vila Verde

Solidariedade

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Foto: Habitat e Município de Vila Verde

O casal Rosa e António Pinheiro viu concretizado o “sonho” de ter uma habitação condigna, na freguesia de Lage, em Vila Verde.

A habitação da família Pinheiro foi totalmente reconstruída por voluntários da Habitat for Humanity Portugal, numa iniciativa em parceria com o Município de Vila Verde e a Junta de Freguesia da Lage.

António Pinheiro agradeceu “o trabalho de todos aqueles que ajudaram na concretização do sonho”, a casa onde agora vão morar

A cerimónia de entrega da casa à família realizou-se na semana passada.

No momento da entrega da casa, a vereadora da Câmara de Vila Verde, Júlia Fernandes, citada em nota de imprensa, considerou que “esta parceria entre o Município e a Habitat for Humanity representa uma importante almofada para as pessoas e famílias em situação de maior vulnerabilidade socioeconómica. O objetivo é criar condições para que todos tenham acesso a uma habitação condigna”.

Para a presidente da direção da Habitat, Helena Pina Vaz, a entrega desta habitação foi “mais um caso de sucesso, um exemplo e uma inspiração”, reforçando “o papel dos voluntários ao longo do processo.”

Dezenas de voluntários nacionais e internacionais abraçaram o desafio de ajudar a construir a casa da família Pinheiro

Em comunicado, o Município de Vila Verde refere que colaborou com apoio técnico e maquinaria, bem como com a atribuição de cinco mil euros.

Foto: Divulgação / CM Vila Verde

A família que trabalhou afincadamente durante meses na sua própria casa, ficará a pagar uma prestação mensal sem juros, de valor reduzido, de acordo com os seus rendimentos.

A Habitat for Humanity Portugal em parceria com a Câmara de Vila Verde já entregou, desde 2008, onze habitações naquele concelho, estando prevista a entrega de uma nova casa até ao final do corrente ano a mais uma família de Prado.

A principal área de atuação da Habitat Portugal é a construção ou reconstrução de casas para famílias carenciadas.

A seleção das famílias que pretendem ser apoiadas pela associação, é realizada mediante um processo de candidatura que envolve várias estruturas da Habitat.

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Braga

Incêndio em Vila Verde consome cinco hectares de monte

Meio aéreo no combate às chamas

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Foto: Ilustrativa / DR

Um incêndio deflagrou, ao início da tarde desta sexta-feira, em Gême, Vila Verde, tendo ardido uma área estimada entre os quatro e os cinco hectares, adiantou a O MINHO o comandante dos Bombeiros de Vila Verde, Luís Morais, acrescentando que o fogo “já está dominado”.

Além dos Bombeiros de Vila Verde, combateram as chamas as corporações de Terras de Bouro, Amares e Póvoa de Lanhoso, com mais de 40 operacionais e 12 viaturas.

Foi disponibilizado também um helicóptero no combate ao incêndio.

Segundo o comandante dos Bombeiros de Vila Verde, o fogo “causou alguma preocupação”, uma vez que há casas próximas daquela zona de monte, mas “nenhuma chegou a estar em perigo”.

Ao início da tarde, outros incêndios deflagraram em Viana do Castelo e Barcelos, mobilizando mais de duas dezenas de operacionais.

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