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Alto Minho

Viana foi o distrito do país que registou menos mortes nas estradas em 2018

Sinistralidade rodoviária.

em

Foto: Johnny Dos Passos / Arquivo

Um total de 513 pessoas morreu em acidentes rodoviários no ano passado, mais três do que em 2017, registando-se uma subida pelo segundo ano consecutivo do número de mortos, revelou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Dos dados oficiais, ressalta ainda o facto de Viana do Castelo ter sido o distrito onde se registaram menos mortos em acidentes rodoviários no ano passado (nove), seguido de Bragança e Portalegre (10 em cada um), Castelo Branco (12), Évora (13) e Guarda (14).

A ANSR, que reúne dados da PSP e da GNR, adianta que o número de acidentes também aumentou em 2018, tendo sido registados 132.378 desastres nas estradas portuguesas, mais 2.170 do que no ano transato.

Por sua vez, o número de feridos graves registou uma ligeira diminuição no ano passado, totalizando 2.093, menos 105 do que em 2017.

Os dados provisórios hoje revelados pela ANSR mostram que o número de mortos tem vindo a aumentar desde 2016, ano em que se situou nos 445, passando para 510 em 2017 e para 513 em 2018.

Também o número de acidentes tem vindo aumentar desde 2016, quando se registaram 127.210, totalizando 130.208 em 2017 e 132.378 no ano passado.

Já o número de feridos graves aumentou ligeiramente entre 2016 e 2017, passando dos 2.102 para 2.198, baixando no ano passado para 2.093.

Segundo a ANSR, os distritos com maior número de mortos em 2018 foram Setúbal (65), Porto (56), Lisboa (49), Faro e Leiria (40 em cada um).

A Segurança Rodoviária avança também que os distritos que registaram um maior aumento das vítimas mortais entre 2017 e 2018 foram Leiria (mais 13), Viseu (mais 11), Faro (mais 10) e Setúbal (mais nove).

Em Viseu morreram 27 pessoas em acidentes rodoviários em 2018.

A ANSR indica ainda que 41.055 pessoas sofreram ferimentos ligeiros no ano passado, enquanto em 2017 tinham sido 41.787 e em 2016 situaram-se nos 39.121.

Os dados da ANSR dizem respeito aos acidentes ocorridos no Continente e às vítimas cujo óbito foi declarado no local do acidente ou a caminho do hospital.

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Ponte de Lima

Ponte de Lima volta a celebrar o melhor que a sua gastronomia tem: o Sarrabulho

XI Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho

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Reconhecida como um dos maiores destinos gastronómicos de Portugal, a vila de Ponte de Lima
irá receber mais uma edição da Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho, a 11.ª, no Pavilhão de Feiras e Exposições de Ponte de Lima, na Expolima, e nos restaurantes aderentes. Será este fim-de-semana, a começar já na sexta-feira e a terminar no domingo.

Divulgação

“O ex-líbris da gastronomia limiana, o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima, os enchidos e os fumados são durante três dias confecionados pelos vários restaurantes do concelho, assim como pelos expositores de produtos regionais e artesanato, atraindo tanto o local como o forasteiro à feira”, destaca a autarquia numa nota enviada a O MINHO.

Programa (sexta e sábado)

Programa (domingo)

Considerado um prato típico da época de inverno, o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima é procurado e saboreado durante todo o ano.

Foto: Thiago Correia / O MINHO (Arquivo)

“É seguramente uma marca de qualidade de Ponte de Lima e que arrasta multidões a vir ao nosso concelho saborear também o arroz de sarrabulho, tendo em conta que temos outros pratos tradicionais. Mas o arroz de sarrabulho é uma marca que está intimamente ligada à Ponte de Lima” destacava o autarca limiano Víctor Mendes a O MINHO, na abertura da edição de 2018.

A Feira do Porco e as Delícias do Sarrabulho integra o programa da iniciativa “Em Época Baixa Ponte de Lima em Alta”, conjunto de eventos promovidos pelo município para combater a sazonalidade e que, segundo estima a organização, atrai 450 mil visitantes e gera um retorno financeiro de dois milhões de euros na economia local.

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Alto Minho

Obras com que Fernão Magalhães planeou circum-navegação em exposição em Lisboa

Navegador natural de Ponte da Barca

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Foto: DR/Arquivo

A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), em Lisboa, vai inaugurar em fevereiro uma exposição que mostra as obras com que Fernão de Magalhães terá planeado a primeira viagem de circum-navegação, iniciada há 500 anos.

“Em demanda da biblioteca de Fernão de Magalhães” abre ao público no dia 07 de fevereiro para revelar títulos que o navegador português terá estudado para projetar a expedição que iniciou ao serviço de Espanha, com destino às ilhas das especiarias, e que daria origem à primeira viagem de circum-navegação do mundo, segundo uma nota da BNP.

A ideia desta mostra é “reunir textos que Magalhães terá consultado para planear a viagem. Apenas há testemunhos sobre um dos títulos que o navegador possuiu: um cronista espanhol refere que ele teria na mão o ‘Itinerario’, de Ludovico de Varthema, quando foi recebido pelo rei de Espanha, Carlos I, em 1518. Na exposição figura umas das primeiras edições da obra”, afirma Rui Loureiro, historiador e comissário da exposição.

Em exibição vão estar ainda roteiros náuticos, descrições geográficas e relatos de viagem que Magalhães terá analisado, destacando-se a edição espanhola do livro de Marco Polo, publicada em Sevilha em 1518, onde Magalhães então vivia.

Será possível ver também a edição do “Almanach perpetuum”, de 1496, que “é muito rara”, havendo relatos de alguns cronistas, que “dizem que os pilotos da armada de Magalhães utilizaram um exemplar desta edição no litoral do Brasil”, sublinha Rui Loureiro.

Serão igualmente destacados relatos e crónicas que referem o navegador português, salientando-se a reprodução do relato de Antonio Pigafetta, o italiano que fez a viagem de circum-navegação e a descreveu detalhadamente, bem como o manuscrito de Gaspar Correia (cedido pelo Arquivo Nacional da Torre do Tombo), que é a primeira crónica portuguesa que menciona a viagem de Magalhães.

Na mostra estarão patentes ainda outras peças, como reproduções de mapas, de que é exemplo o semiplanisfério em projeção polar austral, que se calcula ter sido preparado durante a viagem de circum-navegação e cujo original se conserva no Palácio Topkapi, em Istambul.

Fernão de Magalhães morreu próximo de atingir as ilhas das especiarias pela via ocidental, contornando assim o Tratado de Tordesilhas (1494), que impedia os espanhóis de navegar para o Oriente via Cabo da Boa Esperança, reservada em exclusivo aos portugueses.

Incompatibilizado com Manuel I de Portugal, a quem serviu e que lhe recusou a mercê a que o navegador considerava ter direito, partiu de Sevilha em agosto de 1519, ao serviço de Carlos I de Espanha, comandando uma expedição de cinco navios, que acabaria por se transformar na primeira viagem de circum-navegação do globo.

A exposição vai estar patente até 13 de maio e tem entrada gratuita.

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Viana do Castelo

Viana eleito melhor distrito para se viver em Portugal

Braga é o quinto.

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Foto: DR

O distrito de Viana do Castelo foi eleito o melhor do país para se viver, segundo um estudo do portal imobiliário Imovirtual divulgado hoje e elaborado através de um inquérito ‘online’, junto de 14.998 pessoas residentes em Portugal.

Numa nota, o Imovirtual revela que, numa escala de 1 a 5, Viana do Castelo obteve 4,19 pontos em “Qualidade do ar”, 4,03 em “Acessos” e 3,96 em “Silêncio”, sendo avaliada globalmente em 4,02.

Vila Real (4,01), Viseu (3,94), Leiria (3,89) e Braga (3,87) fecham o grupo dos cinco melhores classificados, enquanto no fim da tabela estão Setúbal (3,73), Santarém (3,70), Portalegre (3,69), Bragança (3,66) e Beja (3,63).

O estudo considera que “a região do Norte foi a melhor classificada e a do Alentejo a pior”, sendo que a nível de “Segurança” os distritos que tiveram pior nota foram Lisboa, Porto – 10.º e 6.º classificados, respetivamente – e Setúbal.

Os distritos foram avaliados, entre abril e setembro de 2018, de acordo com 12 fatores: Segurança, Limpeza, Qualidade do ar, Silêncio, Transportes Públicos, Lojas e Restaurantes, Espaços de Lazer, Estabelecimentos de Ensino, Espaços de Saúde, Custo de Vida em geral, Acessos e Estacionamento.

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