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Braga

Verão do gnration recheado de cinema, música e artes visuais

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Foto: Divulgação

A programação do gnration, em Braga, para julho, agosto e setembro, tem cinema, música e artes visuais, com nomes como Dead Combo, Spectrum, Rizan Said, Norberto Lobo, Bateu Matou, Bruno Pernadas “e muito mais”, anunciou hoje aquele centro cultural.

Em comunicado enviado à Lusa, o gnration destaca ainda um palco gratuito para “o maior evento da cidade” (a Noite Branca), um ciclo de jazz, outro de cinema e a nova instalação audiovisual na galeria INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, ao abrigo programa Scale Travels, iniciativa que alia arte e nanotecnologia, a cargo de Matthew Biederman, que apresentará “All The Way Down”, de 13 julho a 06 de outubro.

O programa começa com a quarta edição do Julho é Jazz, ciclo que apresenta “algumas das melhores figuras do jazz contemporâneo internacional e nacional”. Os primeiros a apresentarem-se serão os norte-americanos The Bad Plus (12 julho), seguidos de Pulverize The Sound – Peter Evenas, Tim Dahl, Mike Pride (13 julho).

Segue-se o quarteto português do compositor e multi-instrumentalista Bruno Pernadas e ainda o trio The Rite of Trio.

O trompetista Peter Evans, membro integrante do trio Pulverize The Sound, dará ainda uma ‘masterclass’ focada no improviso como método de composição.

Durante todo o ciclo, o gnration dará a conhecer a instalação musical interativa “My Jazz Band”, de Rui Dias, que permitirá ao público tocar como uma banda virtual de jazz, utilizando para isso um interface gráfico num ecrã ‘multi-toque’.

Também em julho, João Martinho Moura, artista ‘media’ português com reconhecimento internacional, apresenta “VV” em estreia mundial na galeria gnration (de 21 de julho a 13 de outubro).

Em agosto, terá lugar a terceira edição do Cinema no Pátio, com sessões ao ar livre, feito em parceria com os festivais internacionais de cinema de Clermont-Ferrand, Curtas Vila do Conde e Porto / Post / Doc, com as sessões a terem lugar a 03, 19, 17 e 24 de agosto, sendo a entrada livre.

Pelo palco [email protected] Noite Branca de Braga, que este ano será na praça do gnration, vão passar nomes como os portugueses Dead Combo (01 de setembro), que vão dar a conhecer o mais recente disco, “Odeon Hotel”, o sírio Rizan Said, ex-teclista do enigmático Omar Souleyman, Bateu Matou, grupo português formado pelos bateristas Quim Albergaria (PAUS), Ivo Costa (Batida, Sara Tavares) e RIOT (Buraka Som Sistema), e o saxofonista e compositor de jazz, português, João Mortágua, que apresentará o seu mais recente projeto, Axes.

Durante a tarde, o guitarrista português Norberto Lobo apresentará o último disco, “Estrela”, acompanhado em palco por Yaw Tembe, Marco Franco e Ricardo Jacinto, e o dj CelesteMariposa vai encerrar a noite com “velhas pérolas da lusofonia africana”.

A 02 de setembro, o palco do [email protected] Noite Branca receberá “Bits em Palco – O Espetáculo Primeiros Bits”, um original criado a partir do ciclo “Primeiros Bits”, iniciativa do serviço educativo do gnration, protagonizado pela Digitópia/Casa da Música, que expõe crianças e jovens da cidade de Braga às novas tecnologias aplicadas à arte.

De seguida, os bracarenses Bruma apresentam o disco de estreia, num concerto resultante do Trabalho da Casa do gnration, ação que coloca artistas locais em residência artística e posterior apresentação pública. Ambos os espetáculo decorrerão durante a tarde.

O programa cultural do próximo semestre encerra em 21 de setembro, com o arranque da edição de 2018 dos Encontros da Imagem, festival de fotografia que vai para a sua 28.ª edição, e com um concerto pelo músico britânico Pete Kember, um dos fundadores da icónica banda Spacemen 3, que se apresentará como Spectrum.

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Braga

Câmara de Braga acusa Plataforma Salvar a Confiança de “terrorismo político” e contesta providência cautelar

Câmara implica Plataforma na “tentativa de instrumentalização dos tribunais”

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Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

A Câmara de Braga contestou a providência cautelar posta no Tribunal Administrativo local por um grupo de cidadãos, contra a venda da antiga fábrica Confiança, acusando-os de, “terrorismo político” e “tentativa de instrumentalização dos tribunais”.

No documento, o jurista Paulo Viana diz que a Plataforma Salvar a Confiança “ficciona ilegalidades, para tentar controlar judicialmente decisões políticas legítimas”.

“Pode não se concordar com opções políticas, mas é nos órgãos da autarquia e nas eleições que aquelas se questionam, e não nos tribunais”, afirma, lembrando que esta é já a terceira providência cautelar intentada sobre o mesmo tema: a primeira foi intentada pelos mesmos autores e indeferida, em primeira e segunda instâncias; a segunda foi intentada pelo Ministério Público e igualmente indeferida”.

Paulo Viana lembra que os autores da ação sustentam, basicamente, que o uso/função aprovado pelo PIP é ilegal”, mas curiosamente apontam nulidade por violação do PDM nas não indicam qual a norma infringida… “

“Não há ilegalidade”

O advogado rebate ainda os argumentos da providência, nomeadamente a da ilegalidade da construção de uma residência universitária no prédio. O PDM- Plano Diretor Municipal – diz a Plataforma – prevê para o prédio um uso/função de equipamento, o que não se enquadraria no projeto.

Paulo Viana contrapõe que o projeto envolve uma residência universitária, um centro interpretativo de memória da Confiança e áreas de restauração, de apoio e de comércio.

“ O que o artigo 74º do regulamento do PDM prevê é um conceito alargado de equipamento, de natureza pública ou privada, “…que compreende as instalações e locais destinados a atividades de formação, ensino e investigação, saúde e higiene, segurança pública, cultura, lazer, educação física, desporto e abastecimento público ou dizem respeito às instalações coletivas, visando prestar um serviço extensivo à população interessada na sua área de influência e localizados em pontos estratégicos do território”.

E acrescenta:“O uso residencial não está proibido no PDM e, de resto, a construção de residências estudantis não corresponde ao uso habitacional tradicional”, argumenta, lembrando que o projeto “colmata a grave falta de habitação para universitários”.

Imóvel ao abandono?

O segundo argumento da Plataforma, que invoca o incumprimento do decreto-lei sobre as residências universitárias, é, também, rejeitado: “nunca se quis fazer uma residência nos termos do diploma, mas sim um alojamento para universitários”, contrapõe.

Paulo Viana lembra que o vencedor da hasta pública tem de apresentar um projeto e licenciá-lo, e salienta que, “se a providência vier a ser decretada o imóvel continuará a degradar-se e ao abandono, até porque os recursos judiciais demoram cinco anos a ser resolvidos”.

A primeira hasta pública de venda do prédio não teve licitadores, estando marcada outra para 10 de março em carta fechada. Se não houver comprador a Câmara doa o prédio à Universidade do Minho para o mesmo fim.

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Braga

Detido em Fafe por tentar atropelar e disparar contra mulher e filho

Tenta atropelar mulher e filho

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Foto: GNR Braga / Divulgação

Um homem de 53 anos foi detido em Fafe, na última terça-feira, por violência doméstica e posse ilegal de armas.

Segundo a GNR de Braga o homem terá causado alguns distúrbios dentro da sua própria habitação partindo peças de mobiliário. Perante o cenário de violência o filho e mulher do suspeito tentaram fugir com o suspeito a disparar com uma arma de fogo na direção destes.

Nenhum familiar do suspeito terá sido atingido.

No momento da chegada de GNR ao local do incidente o suspeito encontrava-se ao volante da sua viatura numa tentativa de atropelar o seu filho e companheira. A força policial presente interceptou o homem e fez prontamente a detenção.

Nas buscas à habitação do homem a GNR encontrou 16 armas brancas, oito armas proibidas, quatro armas de fogo, uma espingarda de ar comprimido, 385 cartuchos e munições e dois aerossóis de defesa (gás pimenta).

O detido está, neste momento, a ser presente no Tribunal Judicial de Guimarães, para aplicação de medidas de coação.

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Braga

Empresário de Fafe acusado de insolvência dolosa

Ministério Público

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O Ministério Público (MP) deduziu acusação contra um empresário de Fafe, imputando-lhe um crime de insolvência dolosa de uma sociedade, informou, esta quarta-feira, fonte judicial.

Segundo se lê no sítio da Internet da Procuradoria-Geral Distrital do Porto, o arguido, “tendo dado conta da situação de fragilidade da empresa, terá, de 2012 a 2015, retirado da sociedade “quantias em dinheiro, fez desaparecer parte dos bens que integravam o seu património e apropriou-se do produto de vendas efetuadas que não fez registar nas contas nem integrou no património da sociedade”.

O MP promoveu que o arguido, que era gerente da sociedade, fosse condenado a pagar ao Estado o valor de 136.278 euros, “correspondente à vantagem desta atividade criminosa que desenvolveu”.

A empresa foi declarada insolvente no Tribunal Judicial de Braga (Guimarães, juízo central do comércio), por sentença datada de 29 de março de 2016 e nesse processo ficaram por liquidar créditos no valor de 277.047 euros, incluindo laborais, segundo o MP.

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