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Braga

Universidade do Minho inaugura loja oficial em Braga

No Largo do Paço

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Foto: Divulgação

A nova loja oficial da Universidade do Minho (UMinho) vai ser oficialmente inaugurada esta quinta-feira, dia 19 de setembro, a partir das 11:00, anunciou a instituição em comunicado.

O novo espaço estará localizado no complexo do Largo do Paço, em Braga, pretendendo “assumir centralidade na dinâmica da Nova Galeria, situada na ala nascente”.

Em nota à imprensa, a UMinho revela que a loja “disponibilizará dezenas de produtos que obedecem a uma linha patrimonial e institucional pensada para o novo merchandising” da universidade.

A sessão irá contar com a presença do reitor, Rui Vieira de Castro e da vice-reitora para a Cultura e Sociedade, Manuela Martins.

Anexo à loja oficial, dispõe-se um espaço que contemplará produtos de artesanato maioritariamente da região Norte do país, numa mostra qualificada das artes manuais tradicionais, acrescenta a universidade.

“A qualidade e autenticidade dos produtos exibidos é e será garantida através de parcerias, entre as quais se destaca a já estabelecida com a Adere Certifica, que trará a esta estrutura peças de bordados de Viana do Castelo, de Guimarães, de Castelo Branco, Vila Verde, mas também cestaria de Penedono e bijutaria de bilros de Vila do Conde”.

Braga

Não há café para ninguém: PSP verifica postos de combustível em Braga

Confinamento

Foto: O MINHO

Agentes da PSP de Braga têm vindo a verificar se a proibição de bebidas ao postigo, incluíndo café, está a ser cumprida nas lojas de conveniência dos postos de combustível da cidade.

A fiscalização ocorre desde que o Governo anunciou novas medidas para conter a propagação do novo coronavírus, em vigor desde quarta-feira, entre as quais a proibição de venda ao postigo. Até agora, era possível pedir um café em copo de plástico e consumir o mesmo no exterior do abastecimento, mas de forma a evitar aglomerados, os postos de combustíveis não estão a vender cafés.

O MINHO fez uma ronda descaracterizada em três dos principais postos de combustível de Braga (S. Vicente, Maximinos e São Víctor) e, em todas as lojas de conveniência, a resposta foi a mesma: “Não podemos vender café”.

De acordo com alguns funcionários, a PSP já esteve nos locais a verificar se as máquinas de café se encontravam desligadas, incluíndo as de vending. Ao que apuramos, também a ASAE vai intensificar a fiscalização nestes locais, podendo mesmo encerrar os mesmos caso as regras de venda não estejam a ser cumpridas.

Para além das bebidas, é também proibida a venda de produtos não alimentares ou de higiene, executando tabaco e revistas, em todos os estabelecimentos do país.

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Braga

Hospital de Braga com 148 internados tem taxa de ocupação “no limite”

22 nos cuidados intensivos

Foto: Hospital de Braga (Arquivo)

O Hospital de Braga conta com 148 doentes covid-19 internados, 22 dos quais nos cuidados intensivos, estando com a lotação “praticamente esgotada”, afirmou hoje o presidente do Conselho de Administração à Lusa.

João Porfírio Oliveira sublinhou que, no entanto, o hospital “continua a dar resposta” de internamento aos doentes que vão chegando, com recurso aos setores social e privado.

“A situação é claramente preocupante, a taxa de ocupação está no limite e o número de doentes internados por dia tem crescido sucessivamente”, referiu.

Para assegurar resposta, o hospital contratualizou 10 camas com a Santa Casa da Misericórdia de Póvoa de Lanhoso, tendo ainda transferido mais 10 doentes para uma unidade privada.

“A rede tem ajudado a manter o fluxo”, disse ainda João Oliveira.

O responsável assegurou que, apesar desta situação, o Hospital de Braga tem conseguido manter todas as consultas programadas e a cirurgia de ambulatório.

No entanto, a cirurgia convencional, que exige internamento, tem sido “fortemente afetada”.

João Oliveira deixou um apelo à população para que “colabore” com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), cumprindo todas as normas estipuladas pelas autoridades sanitárias.

“É muito importante, é absolutamente decisivo, que todos façam a sua parte, para que os profissionais de saúde e o SNS possam continuar a dar resposta a quem precisa”, referiu.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.058.226 mortos resultantes de mais de 96,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 9.465 pessoas dos 581.605 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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Braga

Começa hoje julgamento de homem que roubou com faca dois jovens em Braga

Arguido está em prisão preventiva

Foto: Ilustrativa / DR

Julgamento, com o arguido em prisão preventiva por ser reincidente, começa hoje, no Tribunal de Braga. “Fala agora… agora eu fodo-vos, eu esfaqueio-vos”. Foi assim que, na madrugada de 18 de agosto de 2020, um homem de 32 anos, Bruno Daniel Silva, se dirigiu na Rua do Taxa, junto da antiga Taberna Inglesa, com uma navalha aberta, a dois jovens que regressavam a pé dos bares da zona da UMinho e que assaltou, de seguida. O Ministério Público do Tribunal de Braga acusou-o de dois crimes de roubo qualificado.

A acusação diz que os dois jovens vinham pela Rua Nova de Santa Cruz, às 3h30 da madrugada, em direção à Rua D. Pedro V. Quando passavam junto do restaurante Alice, surgiu o Bruno Daniel na varanda de um dos prédios, a reclamar com eles por estarem a “fazer barulho”. Após uma breve troca de ‘bocas’, os dois seguiram para a Rua do Taxa. Aí, foram surpreendidos pela retaguarda pelo agressor, que apontou a navalha, aberta, ao pescoço do Pedro, ao mesmo tempo que lhe disse: canta agora aí de baixo, voltas a dizer essas merdas, para a próxima falas baixinho! Agora não vai estar a falar, passa para cá tudo o que tens nos bolsos”!

Temendo que o arguido o fosse esfaquear, atendando contra a sua vida, Pedro entregou-lhe um telemóvel, avaliado em 120 euros e um pacote de tabaco de enrolar, que valia sete. O agressor exigiu-lhe, também, a carteira que tinha dois cartões bancários, ficando com eles e deitando o resto para o chão.

“Tudo para cá..!”

De seguida voltou-se para João Carlos e disse: “Anda cá senão vou fodê-lo, carteira e telemóvel dá-me…tudo o que tens nos bolsos passa para cá!”. A vítima deu-lhe então o seu telemóvel, avaliado em 120 euros e uma carteira que o Daniel atirou para o chão por nada ter de valioso.

Assim, e na posse dos objetos, pôs-se em fuga rumo à Rua D. Pedro V. Nesse momento, João Carlos correu para o Posto Territorial da GNR que fica naquela artéria e pediu auxílio aos militares. Pelas 04:20, a GNR intercetou o ladrão junto à Pastelaria Flor da Venezuela, na Rua D. Pedro V, e apreendeu-lhe os objetos roubados e a navalha, com uma lâmina de 7,5 centímetros.

O arguido, concluiu a acusação tinha já sido condenado, em 2013, a quatro anos e 2 meses de prisão for roubo qualificado e condução sem carta.

Tem outra pena, suspensa, pelo crime de tráfico de estupefacientes, de que é consumidor e não tem vínculo laboral.

“Na personalidade do arguido enraizou-se um hábito de praticar este tipo de crimes e a anterior condenação em prisão efetiva não serviu de suficiente advertência”, sublinha o magistrado.

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