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Região

Turismo do Porto e Norte: Sucessor de Melchior Moreira diz que “é hora de reerguer e deixar de falar do passado”

Autarca de Paredes de Coura é voga da comissão executiva, enquanto o edil de Arcos de Valdevez é presidente da mesa da Assembleia Geral

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Luís Pedro Martins (ao centro) é o novo presidente da TPNP. Foto: Facebook (Arquivo)

O novo presidente da Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) disse esta terça-feira ser “hora de reerguer e de deixar de falar do passado”, prometendo “trabalhar em conjunto”, “no presente e futuro” da região.

“É isso que vamos fazer com todos aqueles que colaboram com a TPNP, desde os seus funcionários, todos os associados, sejam as autarquias, hoje tão bem representadas nesta sessão, por mais de 40 municípios, mas também com os privados que são estratégicos para o sucesso deste mandato que agora começa”, afirmou Luís Pedro Martins que ontem tomou posse do cargo de presidente da Comissão Executiva da Turismo Porto e Norte de Portugal (TPNP).

Luís Pedro Martins, presidente da Turismo Porto e Norte. Foto: DR

Luís Pedro Martins, que falava aos jornalistas no final da cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais da TPNP, acrescentou que vai “unir esforços em nome da marca Porto e Norte” e “privilegiar os programas transversais ao território”, apontando os exemplos dos Caminhos de Santiago e do projeto da estrada EN2.

A secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, que presidiu à sessão, referiu que o turismo é um setor “de mobilização dos territórios, que acrescenta valor” e apelou ao “trabalho conjunto” de toda a região que, defendeu, deve “valorizar a diversidade do território”.

João Esteves (à esquerda). Foto: DR

O presidente da Mesa da Assembleia Geral da TPNP, João Manuel Esteves, que é também presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, alertou a secretária de Estado do Turismo para a necessidade de “mais promoção externa da região”.

João Manuel Esteves defendeu a necessidade de “melhorar a oferta turística, ao nível dos recursos humanos, de reforçar a inovação e de simplificar procedimento para atrair mais investimento”.

“Com isso obteremos maiores benefícios não só para os atores do setor mas também mais emprego e mais rendimento para as comunidades”, disse.

O novo presidente da TPNP, que foi a eleições no dia 18 de janeiro com lista única, tomou ontem posse da função de presidente da Comissão Executiva da TPNP, para um mandato cuja duração são cinco anos.

Da equipa de Luís Pedro Martins fazem parte o vice-presidente Inácio Ribeiro (PSD), ex-presidente da Câmara de Felgueiras, e o vogal Vítor Paulo Pereira, presidente da Câmara de Paredes de Coura.

João Manuel Esteves, presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, é o presidente da Mesa da Assembleia Geral da TPNP e Ângelo Manuel Moura, presidente da Câmara de Lamego, vai ser o secretário da Mesa da Assembleia Geral.

Para o Conselho de Marketing fazem parte a AETUR, município de Macedo de Cavaleiros, Termas de Vizela, HT Douro, Invest Braga, Taipas Turitermas e Associação de Comerciantes do Porto.

Foto: Facebook de Melchior Moreira

As eleições do passado dia 18 de janeiro foram antecipadas na sequência da detenção, em outubro, e prisão preventiva do anterior presidente da TPNP, Melchior Moreira, no âmbito de uma investigação da Polícia Judiciária designada por Operação Éter.

Melchior Moreira foi destituído da função de presidente da Comissão Executiva da TPNP e está em prisão preventiva no âmbito da Operação Éter, uma investigação que ainda está em curso e que está a investigar uma alegada viciação de procedimentos de contratação pública.

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Região

Centro Hípico de Guimarães oferece cavalo à Associação de Paralisia Cerebral de Braga

Hipoterapia

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Foto: Facebook do Centro Hípico da Pena Brava - Abação / DR

O Centro Hípico da Pena Brava, situado em Abação, no concelho de Guimarães, doou um cavalo à Associação de Paralisia Cerebral de Braga (APCB ) para que esta possa “começar a realizar sessões de hipoterapia com os seus utentes”, avançou, esta terça-feira, aquele centro hípico, através do Facebook.

Na publicação em questão é notória a satisfação de “dever cumprido” do centro hípico em doar o Zé Carioca (nome do cavalo) para “uma causa tão importante”.

“Por intermédio do Trote – Centro Hípico, S.A., tivemos conhecimento que a Associação de Paralisia Cerebral de Braga estava sem cavalo para realizar as suas sessões de hipoterapia”, explica a mesma nota.

“É com enorme sentimento de dever cumprido que doamos um dos nossos cavalos, o Zé Carioca, à APCB – Associação de Paralisia Cerebral de Braga, para que as crianças do concelho de Braga continuem a ter sessões de hipoterapia. Desejamos que sejam muito felizes com o nosso Zequinha, assim como nós fomos aqui com ele”, finaliza.

A Associação de Paralisia Cerebral de Braga tem como finalidade a prevenção, habilitação, participação, inclusão social e apoio à família da pessoa com paralisia cerebral e doenças neurológicas em todo o distrito.

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Famalicão

Famalicão sem copos de plástico no Carnaval

Uma colaboração da autarquia com a Associação Comercial e Industrial Famalicense

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Foto: DR

A Câmara de Famalicão, em cooperação com a Associação Comercial e Industrial Famalicense, criou uma iniciativa para redução do uso de copos de plástico por parte dos bares e cafés da cidade, durante a festa de Carnaval que se aproxima, anunciou o município na sua página no Facebook.

O uso de copos de plástico reciclável será obrigatório para todos os estabelecimentos dentro do perímetro principal do Carnaval de Famalicão. Caberá aos clientes comprar o copo com a primeira bebida e reutilizar o mesmo ao longo da noite.

Assim que a festa terminar, os presentes, poderão deixar o copo num dos seis postos de reciclagem criados pela autarquia em parceria com a Resinorte, espalhados pelo centro da cidade.

Para Paulo Cunha, presidente da Câmara é “com estas iniciativas, a autarquia está a apostar na sustentabilidade ambiental e na consciencialização da comunidade para a necessidade de redução do consumo de plástico. O uso de copos reutilizáveis promove a diminuição dos resíduos plásticos e favorece uma economia circular, com um ciclo de vida sustentável”.

A ter lugar na noite de 24 para 25 de fevereiro, esta noite é uma das mais atrativas de Famalicão onde todos os anos se contam milhares de foliões vindos de vários pontos da zona norte de Portugal.

Este ano, à parte dos disfarces e boa disposição habitual desta data, é esperada uma banda para ajudar as festividades.

Todas as freguesias famalicenses terão um serviço de autocarros, proporcionado pela autarquia, disponível para esta noite.

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Braga

Braga é onde mais crescem os preços da habitação no país

Aumento de 22% desde 2016

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Foto: Divulgação / CM Braga

Braga registou o maior crescimento nos preços da habitação nas grandes cidades no terceiro trimestre de 2019, enquanto a região de Lisboa e o Algarve apresentaram os preços mais elevados no setor, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A cidade de Braga, segundo o INE, registou, pela primeira vez desde o primeiro trimestre de 2016, o maior crescimento de preços face ao período homólogo (+22,6%), entre as cidades portuguesas com mais de 100 mil habitantes, mas manteve o menor preço das casas (915 euros) e é a única com preço inferior ao valor nacional, de 1.054 euros por metro quadrado (m2).

De acordo com as estatísticas divulgadas, há 44 municípios que praticaram um preço mediano da habitação superior ao valor nacional da habitação, maioritariamente localizados das duas sub-regiões com preços mais elevados, a Área Metropolitana de Lisboa (AML), onde o preço da habitação era de 1.423 euros/m2, e o Algarve, com 1.635 euros/m2.

A capital do país, Lisboa, lidera a lista, com os preços mais elevados das casas no país (3.205 euros/m2), mas há outras cidades com preços cada vez mais difíceis de comportar para a grande maioria dos portugueses.

Segundo o INE, entre as cidades com preços medianos mais elevados na habitação estão Cascais (2.529 euros/m2) e Oeiras (2.211 euros/m2), na AML, bem como Loulé (2.089 euros/m2), Albufeira (1.894 euros/m2), Lagos (1.875 euros/m2), Lagoa (1.662 euros/m2), Vila Real de Santo António (1.547 euros/m2), Aljezur (1.535 euros/m2), Tavira (1.804 euros/m2) e Faro (1.532 euros/m2), no Algarve (distrito de Faro).

As cidades do Porto (1.802 euros/m2), Odivelas (1.718 euros/m2), Loures (1.578 euros/m2) e Funchal, na Madeira (1.551 euros/m2), também apresentaram preços superiores ao valor nacional (1.504 euro/m2) da habitação neste trimestre de 2019.

Merecem ainda destaque do INE duas freguesias de Lisboa, Santo António e Misericórdia, que apresentam preços superiores a 4.500 euro/m2, muito acima do referido valor nacional.

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