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Região

Turismo do Porto e Norte presente na BTL com a maior área expositiva de sempre

Maior peça de filigrana do mundo vai estar em exposição permanente

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Foto: TNPT

A Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) vai marcar presença na edição de 2019, da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) que hoje começa com a maior aérea expositiva de sempre.

São 1260 metros quadrados com “um balcão de atendimento e informação turística, espaço para a realização de reuniões dotado de mesas e cadeiras adequadas ao efeito, espaço de “mini-auditório” com som, videowall e equipamento específico para a projeção de vídeos e filmes promocionais, área de animação polivalente, espaço gourmet destinado à promoção e degustação de provas gastronómicas e vínicas e espaço de backoffice”, diz a entidade em comunicado.

Em exposição permanente no espaço da TPNP estará ainda a maior e mais pesada peça de filigrana do mundo (elaborada em Gondomar), trabalho com 1,20 metros de altura, 13 quilogramas de prata e 12,6 mil metros de fio de filigrana, resultado de um inédito projeto partilhado por 12 artesãos e empresas de Gondomar.

Para o Presidente da TPNP, Luís Pedro Martins, “pretendemos ser o stand mais visitado, mais animado e mais entusiasta da BTL, apostando numa adequada promoção da região, assente em estratégias cada vez mais concertadas e planeadas”.

“Apostamos numa estratégia de afirmação do Porto e Norte de Portugal como Destino Turístico de elevado prestígio e notoriedade, evidenciando uma tendência crescente em termos de evolução de diferentes segmentos da procura turística”, reforça o presidente da TNPN Luís Pedro Martins.

Na edição de 2018 passaram pela BTL mais de 77 mil visitantes e promoveu 42 destinos internacionais, ajudando mais de 39 mil profissionais a estabelecer novos negócios e parcerias.

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Alto Minho

Três mil travessas de cozido servidas em Monção

Em Anhões e Luzio

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Imagem ilustrativa / DR

O tradicional Cozido à Portuguesa esteve em destaque durante o fim de semana, na união de freguesias de Anhões e Luzio, concelho de Monção, completando cerca de três mil travessas servidas a perto de cinco mil visitantes.

Os números são avançados pela Rádio Vale do Minho, citando o presidente da União de Freguesias de Anhões e Luzio, Amâncio Alves.

“Acima de tudo estou muito agradecido às cerca de 50 pessoas que fizeram parte da equipa organizadora deste evento. Estou muito orgulhoso da gente que tenho! A comunidade ajudou e sem eles nada disto seria possível”, assegurou o autarca, sem garantir que o evento terá continuidade.

Esta foi a primeira edição de evento “O Campo em Festa – Fim-de-semana Gastronómico do Cozido à Portuguesa”, juntando ingredientes típicos das duas freguesias de Anhões e Luzio.

Batatas, vegetais, duas vacas, oito porcos e dezenas de galinhas, entre outras carnes, foram ao lume como mandam os antigos, disse fonte da organização durante um programa especial transmitido na RTP.

Em termos de retorno financeiro, o evento também terá sido um sucesso, uma vez que cada travessa custava 15 euros (12, caso a devolvesse).

Citado pela mesma fonte, António Barbosa, presidente da Câmara, declarou o certame como uma verdadeira “união”. “Hoje temos aqui uma verdadeira União de Freguesias! Não administrativa, mas sim de pessoas que acreditam neste território e que hoje mostram isso”, apontou.

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Braga

Carolina Costa arrasa no Got Talent Portugal

Prodigiosa bailarina bracarense

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Imagens via RTP

A bailarina bracarense Carolina Costa participou, este domingo, no programa televisivo da RTP, Got Talent Portugal, apurando-se para a próxima fase deste concurso de talentos, com votos positivos dos quatro jurados. E muitos elogios.

“Com apenas 13 anos, impressionou os jurados com uma sua atuação tão madura e uma performance que parecia a de um adulto. Não houve dúvidas: vamos ver esta candidata na próxima fase do Got Talent Portugal”, pode ler-se na página oficial da RTP, sobre a prestação da prodigiosa bailarina.

Veja aqui a atuação.

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Braga

Autarca de Vila Verde começa a ser julgado na segunda-feira

Suspeitas de prevaricação em concurso público

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Foto: António Vilela, DR

António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde, começa a ser julgado, nesta segunda-feira, no âmbito do processo de acusação de prevaricação na contratação pública da atual diretora da divisão financeira da autarquia.

Com Vilela, sentam-se no banco dos réus os três elementos do júri que aprovaram o concurso que deu origem à nomeação.

O julgamento tem início no Tribunal de Braga: António Vilela, Zamith Rosas (atualmente chefe de divisão na Câmara de Braga), Ângela Silva (ex-chefe da divisão jurídica) e António Ferraz são suspeitos de criar um “concurso à medida”, em 2009, para contratar Sofia Sampaio, que havia exercido funções na Câmara de Gaia.

António Vilela rebate, alegando que o concurso já decorria quando assumiu a presidência da autarquia, sucedendo ao atual eurodeputado e figura proeminente no PSD, José Manuel Fernandes.

A tese do Ministério Público aponta que Vilela, com a colaboração dos demais arguidos, beneficiou nesse procedimento a candidata a quem pretendia entregar o referido lugar.

Para o efeito, segundo o Ministério Público, foram estabelecidos “desnecessários requisitos formais de provimento e injustificadas condições preferenciais específicas, para adequar o procedimento concursal ao perfil académico e de formação da referida candidata”.

Após a acusação, os arguidos pediram abertura de instrução, para tentarem evitar a ida a julgamento, mas o juiz confirmou a acusação do Ministério Público e mandou os quatro para julgamento.

A tese do Ministério Público é rebatida pelo autarca e pelos outros três arguidos, que negam qualquer desvirtuamento do concurso.

Em declarações ao jornal O Vilaverdense, em abril de 2019, fonte próxima do autarca sacudiu a água do capote, indicando que não foi ele quem escolheu o júri, “tampouco teve influência ou deu qualquer indicação aos seus membros para beneficiarem a concorrente”.

Disse também não ver nenhuma irregularidade no concurso ou qualquer benefício, muito menos por razões partidárias”.

Sofia Sampaio falou uma vez no assunto, antes de saber que estava a ser investigada. Em 2017, ao Semanário V, a chefe de divisão, que não é arguida, indicou ter sido um concurso perfeitamente normal onde foi escolhido o melhor currículo.

O MINHO sabe que parte da denúncia falava em favores políticos à escala nacional, algo que os inspetores da Polícia Judiciária terão achado inconclusivo. Todavia, o concurso levanta suspeitas, que podem começar a ser confirmadas (ou dissipadas) a partir desta segunda-feira.

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