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Desporto

Tenista João Sousa diz que adiar Jogos “é triste”, mas “compreensível”

Covid-19

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Foto: Facebook de João Sousa

O tenista português João Sousa considerou, esta terça-feira, “triste”, mas “compreensível”, a decisão do Comité Olímpico Internacional (COI) de adiar os Jogos Olímpicos Tóquio2020 para o próximo ano, na sequência da pandemia de Covid-19.

“É uma notícia triste para nós, mas é uma medida necessária para que tudo volte à normalidade e possa acontecer da melhor maneira. Agora, é esperar pelas novas noticias e que tudo corra pelo melhor”, defendeu o vimaranense.

João Sousa, número um nacional e 66 do ranking ATP, disse ainda que o adiamento dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, que deveriam realizar-se de 24 de julho a 09 de agosto, “já era algo que estava no ar e uma decisão que tinha de ser tomada.”

“Obviamente que, depois de toda a situação mundial que está a acontecer, era previsível. Acho que acabou por fazer algum sentido, já que muitos dos atletas olímpicos que iam estar presentes em Tóquio têm visto algumas dificuldades acrescidas na preparação e treino, uma vez que muitos dos países têm optado pelo estado de emergência. Acaba por ser compreensível esta decisão do COI. Agora falta-nos saber a data”, frisa o minhoto.

Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 foram adiados para 2021, devido à pandemia de covid-19, anunciaram, esta terça-feira, o Comité Olímpico Internacional (COI) e o Comité Organizador dos Jogos, em comunicado.

“Nas presentes circunstâncias e baseado nas informações dadas pela Organização Mundial de Saúde, o presidente do COI [Thomas Bach] e o primeiro-ministro do Japão [Shinzo Abe] concluíram que os Jogos da XXXII Olimpíada em Tóquio devem ser remarcados para uma data posterior a 2020 e nunca depois do verão de 2021”, lê-se no comunicado.

Esta decisão foi, de acordo com o mesmo documento, tomada “para salvaguardar a saúde dos atletas, de toda a gente envolvida nos Jogos Olímpicos e de comunidade internacional”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 386 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram cerca de 17.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu é aquele onde está a surgir atualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 6.077 mortos em 63.927 casos. Segundo as autoridades italianas, 7.024 dos infetados já estão curados.

Em Portugal, há 30 mortos e 2.362 infetados confirmados. Portugal encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de quinta-feira e até às 23:59 de 02 de abril.

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Desporto

Sindicato de jogadores diz que recurso ao ‘lay’-off’ é “escandaloso”

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) apelidou hoje de “escandaloso” o recurso ao regime de ‘lay-off’ e considerou que os clubes profissionais devem comportar-se “de outra forma” perante os problemas financeiros causados pela pandemia de covid-19.

“É escandaloso que alguns clubes procurem recorrer aos apoios estatais desta forma, passando para a sociedade portuguesa a mensagem de que, em tempos de crise, não só não conseguem resolver os problemas que os afetam, como ainda vão exigir fundos que deveriam estar disponíveis, de forma imediata, para os portugueses e respetivos setores de atividade em risco de colapso”, referiu o SJPF, em comunicado.

O sindicato presidido por Joaquim Evangelista condenou o que considera ser “uma atitude egoísta, que lesa todos os portugueses”, tendo em conta que os próprios jogadores já “mostraram disponibilidade para uma negociação séria”.

O SJPF deixou críticas ao Belenenses SAD, que “no domingo à noite, interpelou os seus jogadores, dando-lhes conhecimento” de que iria avançar para o ‘lay-off’, invocando não a “quebra de receitas, mas o encerramento total ou parcial da empresa, furtando-se deste modo à prestação de contas”.

Desta forma, o sindicato de futebolistas pretende “convocar todas as entidades públicas e órgãos de governo do futebol, para a necessidade de pôr termo a uma atuação que lesa os jogadores, mas sobretudo os contribuintes e o país”.

“O futebol tem capacidade de dar resposta a este problema, o futebol profissional pode e deve comportar-se de outra forma. Felizmente, há muitos clubes que, nas mesmas circunstâncias, adotaram uma atitude diferente, partilhada e na justa medida. A esses fica o reconhecimento e a disponibilidade dos jogadores para ultrapassar esta crise”, conclui a nota emitida pelo SJPF.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 70 mil. Dos casos de infeção, mais de 240 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 311 mortes, mais 16 do que na véspera (+5,4%), e 11.730 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 452 em relação a domingo (+4%).

Dos infetados, 1.099 estão internados, 270 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 140 doentes que já recuperaram.

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Futebol

Rochinha, do Vitória SC, considera necessárias duas semanas de ‘pré-época’

Covid-19

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Foto: DR

O jogador do Vitória SC, Rochinha, disse hoje que a equipa precisa de até duas semanas de trabalho no relvado para se aproximar da forma anterior à interrupção causada pela covid-19.

Apesar de se manter em contacto com os colegas de equipa por videoconferência, enquanto treina em casa, o extremo, de 24 anos, lembrou que “treinar no campo é completamente diferente”, razão pela qual o plantel treinado por Ivo Vieira terá de cumprir um processo semelhante ao de uma pré-época caso o campeonato regresse.

“Se calhar uma semana e uma semana e meia [de treino no relvado, sem competição] já nos ajuda a voltar à forma. Ao treinar em casa, vamos perdendo alguma da dinâmica da equipa. Mas, antes da interrupção, tivemos cerca de seis meses ou mais a treinar juntos. Em duas semanas, voltaríamos certamente ao normal”, afirmou, numa videoconferência promovida pelo clube minhoto.

Rochinha assumiu o desejo de ver o campeonato retomado, até pelo facto de o Vitória, atual sexto classificado, com 37 pontos, ambicionar a presença na Liga Europa, mas negou uma eventual vantagem dos minhotos face a outros clubes nesse regresso, por estarem a usufruir de um ‘período de descanso’ após uma época com 42 jogos cumpridos até agora.

“Não vamos tirar algum proveito disso comparativamente às outras equipas. Vão todos partir do mesmo [sítio]. Se o campeonato voltar, vamos ter de dar ao máximo para voltarmos à forma em que estávamos quando isto começou”, defendeu.

Autor de quatro golos em 32 partidas disputadas, o atacante foi titular em 13 dos 15 jogos realizados até ao final de setembro de 2019, mas perdeu espaço na equipa, tendo ficado de fora dos últimos quatro jogos em que os vitorianos participaram – pisou o relvado pela última vez em 08 de fevereiro, na goleada sobre o Famalicão (7-0).

Rochinha considerou que o afastamento da equipa se deveu mais à existência de alternativas para a posição “numa forma muito boa” – o Vitória conta ainda com Davidson, Marcus Edwards, Ola John e Ouattara para as alas – do que a uma eventual “quebra física”.

O jogador prometeu, contudo, “trabalhar todos os dias” para “voltar a ter o espaço” que já teve em Guimarães, caso sejam cumpridas as 10 jornadas da I Liga ainda em falta.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 68 mil e recuperaram mais de 238 mil.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, que se encontra em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 17 de abril, já se registaram 311 mortes, mais 16 do que na véspera (+5,4%), e 11.730 casos confirmados de infeção, mais 452 face a domingo (+4%), segundo a atualização de hoje da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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Desporto

Surf Clube de Viana inova com aulas virtuais

Surfing

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Foto: DR / Arquivo

Com os desafios colocados pela pandemia mundial da Covid-19, o Surf Clube de Viana (SCV) continua a inovar. Desta vez, criou o SurfingViana e-COACHING, que tem sido determinante para a evolução dos seus atletas e praticantes das modalidades de surfing.

Também a pensar na evolução dos praticantes de surf em geral, o clube está a criar novos conteúdos para as suas redes sociais. Esta segunda-feira, arranca com os lives no Instagram e terá como convidada Chloé Calmon, top do World Longboard Tour (WSL).

O SurfingViana e-COACHING é composto principalmente por dois grandes blocos pedagógicos: treino desportivo, que visa a evolução das capacidades físicas dos atletas e dos praticantes, através da disponibilização de planos de treino individuais e de sessões conjuntas com os colegas de equipa e com os treinadores, com recurso a uma plataforma de videoconferência; e DOPEEMCASA – Development of Psychological Expertise (in Surfing).

Este último aposta numa “vertente mais psicológica do surf, com o objetivo de trabalhar, sobretudo, a visualização técnica para auxiliar os sócios do clube a manterem e evoluírem a sua performance desportiva, bem como ajudá-los a gerir outros desafios que, nesta fase, se colocam no seu dia-a-dia”.

Esta segunda-feira, às 21:00 de Lisboa e às 17:00 do Rio de Janeiro, o SCV vai iniciar os lives na sua página de Instagram (@surfclubedeviana). Chloé Calmon, que, em 2017, visitou o CAR Surf Viana, vice-campeã WSL World Longboard Tour 2019, medalha de ouro nos Jogos PanAmericanos Lima 2019, bicampeã do Vans Duct Tape Invitational e campeã sul-americana da WSL 2019, será a primeira convidada do clube vianense.

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