Seguir o O MINHO

Caminha

Stoned Jesus, Giöbia e Solar Corona fecham cartaz do Sonic Blast Moledo em agosto

08, 09 e 10 de agosto, em Caminha

em

As bandas Stoned Jesus, Viaje a 800, Giöbia e Solar Corona estão entre as últimas confirmações para o festival Sonic Blast, que vai decorrer de 08 a 11 de agosto, em Caminha, anunciou hoje a organização.

As bandas portuguesas O Bom O Mau e o Azevedo, do Porto, e Mr. Mojo, de Braga, e os espanhóis Here The Captain Speaking The Captain is Dead fecham a programação dos três dias no Centro Cultural de Moledo, no distrito de Viana do Castelo, tendo sido cancelados The Obsessed e Harsh Toke.

O diretor artístico, Ricardo Rios, destaca, das bandas anunciadas, os Stoned Jesus, fundados em 2009, em Kiev, na Ucrânia, que lançaram álbuns como “First Communion”, de 2010, “Seven Thunders Roar”, de 2012, e, o último, “Pilgrims”, lançado no ano passado.

As últimas confirmações juntam-se a nomes como OM, Graveyard, Earthless, Eyehategood, Orange Goblin, Windhand, My Sleeping Karma, Dopethrone, Minami Deutsch e Zig Zags no cartaz da edição deste ano.

“Esta 9.ª edição é bastante especial para nós, não só pelo cartaz, mas pelo terceiro dia de festival, algo que já ambicionávamos há bastante tempo”, disse Ricardo Rios à agência Lusa.

O festival de rock psicadélico e ‘stoner rock’ conta, pela primeira vez, com três dias de programação, devido ao crescimento do Sonic Blast nas últimas edições, lê-se em comunicado.

Os The Obsessed, um dos cabeça-de-cartaz, cancelaram a atuação no festival “por motivos alheios à organização”, à semelhança de Harsh Toke, provenientes de San Diego, na Califórnia.

Questionado sobre as alternativas possíveis ao concerto dos The Obsessed, Ricardo Rios refere que, apesar dos cancelamentos, estão “satisfeitos com este cartaz final”.

Os passes gerais para o festival esgotaram “em muito pouco tempo”, estando apenas disponíveis bilhetes para os dias 08 e 09.

Os bilhetes diários para o dia 10, onde irão atuar os norte-americanos OM e nomes como Maggot Heart, Cardiel, Giöbia, Toundra, Sacri Monti, já estão, também, esgotados.

“Ao longo destes nove anos, temos vindo a esgotar os passes rapidamente. E com um cartaz como este, com OM e Orange Goblin, por exemplo, seria de prever que as coisas seguissem o mesmo caminho”, referiu o diretor artístico.

“Desde o princípio que notamos um grande interesse por parte das pessoas, tanto que vendemos muitos bilhetes para o estrangeiro, fora da Península Ibérica, como a Alemanha, Austrália, Estados Unidos, França, Inglaterra”, acrescentou à Lusa.

Os últimos bilhetes para os dias 08 e 09 de agosto custam 35 euros, com acesso gratuito ao parque de campismo, situado junto à praia de Moledo.

Anúncio

Alto Minho

PS questiona sobre encerramento “sem aviso prévio” de panificadora de Caminha

Parlamento

em

Foto: CGTP-IN / DR

O grupo parlamentar do PS questionou hoje a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o encerramento “sem qualquer aviso prévio” de uma panificadora do concelho de Caminha, com “mais de seis dezenas de trabalhadores”.

“Os deputados do Partido Socialista, eleitos pelo círculo de Viana do Castelo, pediram hoje esclarecimentos ao Governo sobre o encerramento, sem qualquer aviso prévio, da empresa Panificadores Unidos do Concelho de Caminha, conhecida por Camipão, considerando a decisão de duvidosa compreensão, num momento em que o Governo está a adotar medidas de apoio às empresas e trabalhadores para contrariar os efeitos da crise de saúde pública derivada da pandemia por Covid-19”, refere o grupo parlamentar em nota hoje enviada às redações.

Na pergunta que dirigiram à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, os deputados Marina Gonçalves, José Manuel Carpinteira, Anabela Rodrigues e Tiago Barbosa Ribeiro explicam que “a Camipão é uma empresa com décadas de atividade e com uma importância inquestionável para a economia do concelho de Caminha, mas também para o concelho de Vila Nova de Cerveira, para onde a empresa expandiu a sua atividade, contando hoje com 11 lojas e mais de seis dezenas de trabalhadores”.

“Apesar das diversas dificuldades financeiras que a empresa foi alegando ao longo dos anos, nada fazia prever este encerramento, sem aviso prévio aos trabalhadores e sem salvaguarda dos muitos clientes que diariamente eram fornecidos por esta empresa e ainda mais numa fase em que o país enfrenta uma pandemia sem precedentes com evidente impacto no desenvolvimento económico e social do país”, sustentam.

Os deputados socialistas consideram ser de “duvidosa compreensão que, num momento em que o Governo está a desenhar apoios para salvaguarda das empresas e dos seus trabalhadores, por forma a contrariar os efeitos da crise de saúde publica que tem levado à inatividade de muitos setores, uma empresa responsável por tantos empregos tome esta decisão”.

Para o PS, “é determinante perceber se o alegado incumprimento laboral se verifica, nomeadamente quanto ao pagamento atempado da remuneração e outros valores legalmente devidos, à salvaguarda dos requisitos legais quanto ao aviso prévio ao despedimento coletivo ou aos motivos que levaram ao encerramento desta importante empresa”.

Os deputados socialistas pretendem que sa Ministra do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social, “face às denúncias dos trabalhadores quanto ao procedimento da empresa, promoveu alguma diligência por parte da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e, em caso afirmativo, que irregularidades foram identificadas e que procedimentos foram empreendidos junto da empresa”.

Os parlamentares querem também saber “que medidas podem ser empreendidas com vista à salvaguarda de uma empresa tão importante para a população e economia local e para a estabilidade profissional dos trabalhadores que ainda pertencem a esta empresa”.

Aquando do encerramento da empresa, a 25 de março, a Lusa tentou, sem sucesso, contactar o administrador da empresa, José Presa, que, nas últimas eleições autárquicas foi eleito vereador do PSD na Câmara de Caminha, mandato que viria a suspender, em maio de 2019, por um ano.

Na altura mesma ocasião a Lusa contactou o presidente da câmara, o socialista Miguel Alves, que disse não poder confirmar o encerramento, acrescentando que “a Camipão suspendeu a produção de pão e fechou as lojas por haver intranquilidade e desconforto entre os funcionários”.

“A câmara teve de arranjar outra empresa para fornecer o pão para servir aos alunos e famílias carenciados do concelho a quem o município está a assegurar refeições neste período de pandemia da covid-19. Fomos avisados menos de 24 horas antes da suspensão da laboração”, explicou.

Continuar a ler

Alto Minho

Homem de 88 anos atropelado em Caminha fica em estado grave

Em Lanhelas

em

Foto: DR / Arquivo

Um homem, com 88 anos, sofreu ferimentos graves na sequência de um atropelamento, ao final da manhã deste sábado, em Lanhelas, concelho de Caminha.

Ao que apurou O MINHO, o homem terá sido abalroado por uma viatura na Rua Ilídio Couto, próximo da igreja paroquial daquela freguesia, acabando por sofrer múltiplas fraturas, inspirando bastante cuidado.

No local estiveram os Bombeiros de Caminha, com uma ambulância e dois operacionais, apoiados pela equipa médica da VMER do centro hospitalar do Alto Minho.

Dada a gravidade dos ferimentos, a vítima foi transportada pelos bombeiros caminhenses para o Hospital de Braga.

A GNR também esteve no teatro de operações com uma patrulha e dois militares, registando a ocorrência.

Continuar a ler

Caminha

Padre “motard” enche igrejas nas primeiras missas em Valença

Depois de 10 anos em Caminha

em

Foto: Facebook de Padre Ricardo

Após 10 anos em Caminha, Ricardo Esteves, conhecido como o “padre motard”, estreou-se este fim de semana nas freguesias de Valença que será responsável, e encheu os locais.

O padre celebrou a primeira missa em Boivão, quando até chegou a cometer uma pequena gafe ao trocar o nome de Valença por Caminha, sem incomodar em nada a assistência.

O padre Ricardo Esteves foi pároco nas freguesias de S. Martinho de Lanhelas, Sta. Eulália de Vilar de Mouros e S. Pedro de Seixas durante quatro anos, e apesar de uma petição com cerca de 1900 assinaturas a pedir a permanência, o reverendo foi transferido para as freguesias de Divino Salvador de Gandra, Sta Marinha de Taião, S. Félix de Sanfins, S. Tiago de Boivão e S. Cristóvão de Gondomil, no arciprestado de Valença.

O pároco, famoso por gostar de andar de mota, ir ao ginásio e sair à noite, mostrou-se ansioso por iniciar os novos projetos e disse que traz as antigas paróquias no coração.

Durante a missa de Boivão, o pároco garantiu que “não estou aqui para alterar nada, estou aqui para dar um pouco melhor de mim e para vos ajudar no que for necessário”.

O padre Ricardo Esteves foi substituído pelo padre Manuel Joaquim Rodrigues Pinto em Caminha.

Continuar a ler

Populares