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Sondagem: PS ganha em Braga, CDS desaparece em Viana

Estudo da Eurosondagem para o Porto Canal

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Foto: DR / Arquivo

Com a campanha eleitoral das eleições legislativas a terminar, são várias as sondagens divulgadas nos diferentes órgãos de comunicação social. Para o caso particular da região do Minho, há, contudo, uma que assume particular relevo.

Num estudo de opinião realizado pela a Eurosondagem, para o Porto Canal, são apresentadas as intenções de voto para os distritos de Braga e de Viana do Castelo.

Na sondagem, divulgada esta quinta-feira, as duas principais conclusões são as de que o PS deverá vencer no distrito de Braga (9 mandatos contra 7 do PSD) e o CDS deverá perder o deputado que mantém, desde 1999, no distrito de Viana do Castelo.

Braga. Imagem: Porto Canal

Em Braga, caso se confirmem as projeções da Eurosondagem, o Partido Socialista, encabeçado por Sónia Fertuzinhos, irá subir dos atuais sete deputados para nove. Serão, assim, eleitos, para além desta: José Mendes, Maria Begonha (líder da JS Nacional), Joaquim Barreto (líder da Federação Distrital de Braga), Hugo Pires, Palmira Maciel, Luís Soares, Nuno Sá e Ana Maria Silva (Pompeu Martins, de Fafe, fica à porta).

O PSD, que em 2015 elegeu oito deputados (dos 10 da coligação com o CDS-PP), perde um deputado e passa a ter sete deputados eleitos por Braga. A saber: André Coelho Lima, Firmino Marques, Clara Marques Mendes, Carlos Reis, Jorge Paulo Oliveira, Maria Gabriela Baptista e Emídio Guerreiro. O vila-verdense Rui Silva, atual deputado, oitavo da lista, fica de fora.

Por sua vez, o CDS elege apenas Telmo Correia, cabeça de lista, perdendo o segundo deputado. De acordo com o estudo, os restantes dois lugares serão repartidos por Bloco de Esquerda e CDU: os dois para os bloquistas (José Manuel Cardoso e Alexandra Vieira) e ou um para cada um (José Manuel Cardoso – BE – e Carla Cruz – CDU). O PAN não elege ninguém.

Viana do Castelo. Imagem: Porto Canal

Em Viana do Castelo, as contas são mais diretas. Se, há quatro anos, o PSD elegeu três deputados, o PS dois e o CDS-PP um, os centristas, que mantêm assento parlamentar de há 20 anos para cá, quando o histórico Daniel Campelo foi eleito, não irão eleger Anacoreta Correia, escolha de Assunção Cristas para o distrito. O lugar perdido pelo CDS, de acordo com a mesma sondagem, é transferido para o PS, sendo, então, eleitos deputados: Tiago Brandão Rodrigues, Marina Gonçalves e Anabela Rodrigues, pelos socialistas, Jorge Mendes, Emília Cerqueira e Eduardo Teixeira, pelo PSD.

No Alto Minho, como é habitual, CDU, Bloco de Esquerda e PAN também não elegem nenhum deputado.

País. Imagem: Porto Canal

A nível nacional, a mesma sondagem dá a vitória do PS, com 38,8% dos votos.

As eleições legislativas realizam-se no próximo domingo, 06 de outubro. As urnas encerram às 19:00 horas, sendo as primeiras projeções avançadas a partir das 20:00.

Ficha Técnica [sondagem Eurosondagem]

“Estudo de Opinião efetuado pela Eurosondagem para o jornal O SOL, Porto Canal, Diário de Notícias da Madeira, Diário Insular dos Açores, Açoreano Oriental, Aurora de Lima, Gazeta das Caldas, Jornal da Bairrada, Linha de Elvas, Postal do Algarve, Reconquista, Região de Leiria, O Setubalense e Voz de Trás dos Montes, com o patrocínio da Associação Mutualista Montepio, de 25 de Setembro a 1 de Outubro de 2019.

Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados, para telemóveis e telefones da rede fixa.

O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e Regiões Autónomas.

Foram efetuadas 2319 tentativas de entrevistas e, destas, 248 (10,7%) não aceitaram colaborar no Estudo de Opinião.
O erro máximo da Amostra é de 2,15%, para um grau de probabilidade de 95,0%.

Um exemplar deste Estudo de Opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.”

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Ave

Multiusos de Guimarães serve de hospital de retaguarda

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CMG

O Multiusos de Guimarães é o espaço definido para servir de Hospital de Retaguarda, resultado de um processo em análise pela Câmara Municipal de Guimarães, Hospital Senhora da Oliveira e ACES do Alto Ave. A criação desta estrutura de apoio passa por desenvolver tratamento de assintomáticos e acolher doentes com sintomas ligeiros e que necessitam de monitorização médica permanente, face ao surto pandémico da covid-19.

A autarquia adianta que o “Hospital de Retaguarda, que está em fase de análise para Guimarães, tem previsto 100 camas e com possibilidade de aumento de capacidade”.

Até ao momento, acrescenta o município vimaranense em nota enviada às redações, a Câmara “já criou duas unidades de alojamento com as condições exigidas para o isolamento social. Foram criadas duas unidades, nas instalações do Centro de Criação de Candoso, na antiga escola EB1 de Candoso S. Martinho, e Verbo Divino, com as condições exigidas pelas Autoridades de Saúde para a denominada quarentena”.

Os espaços, um com capacidade para 10 quartos e outro com capacidade para 23 quartos de diversas tipologias, podem ser utilizados pelos cidadãos que não têm possibilidade de o fazer em condições apropriadas nas suas habitações ou por aqueles que, por motivos económicos, vivam em condições de carência, numa medida executada em articulação com as Autoridades de Saúde e a Câmara Municipal, cumprindo todas as recomendações da Direção-Geral de Saúde.

Além destas medidas, a Câmara de Guimarães criou ainda resposta aos sem-abrigo. “Numa parceria com a Cercigui, está já em funcionamento o espaço de alojamento para os sem-abrigo do concelho, com todas as condições de higiene, segurança e conforto, e que permitirá o distanciamento social adequado, bem como o acesso a refeições, contando com o apoio da Cruz Vermelha e voluntários”, refere a autarquia, notando que, “a todo o momento, mais medidas poderão ser tomadas para dar resposta aos problemas que forem surgindo, perante um quadro de saúde pública que se vai desenvolvendo de forma imprevisível”.

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Braga

Braga investe um milhão para reabilitar maior túnel da cidade

Obras

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Foto: Divulgação / CM Braga

A Câmara de Braga vai investir um milhão de euros na reabilitação do túnel da Avenida da Liberdade, o maior da cidade, devendo a empreitada arrancar até ao final do ano, anunciou hoje o município.

Em comunicado, o município acrescenta que aquele túnel vai estar encerrado ao trânsito na segunda-feira, entre as 09:30 e as 12:30, para a realização de uma vistoria que servirá de base à elaboração do caderno de encargos para a reabilitação.

O planeamento dos trabalhos implicará o corte dos acessos ao túnel a partir da Avenida António Macedo e da Rua Conde Agrolongo (Campo da Vinha).

A realização da vistoria acontece numa altura em que a circulação automóvel está substancialmente reduzida, face ao estado de emergência que o país vive por causa da pandemia de covid-19.

“Vamos aproveitar esta contingência para fazer o levantamento das patologias existentes e, desta forma, minorar o impacto que o encerramento do túnel teria numa situação normal”, explicou João Rodrigues, vereador das Obras Municipais e Conservação do Espaço Público.

Até ao arranque da obra de reabilitação, o município irá proceder a reparações no piso e melhorar a iluminação.

A intervenção no túnel da Avenida da Liberdade terá, depois, continuidade com a repavimentação da Avenida da Liberdade em toda a sua extensão, bem como da Avenida Imaculada Conceição.

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Alto Minho

Viana distribuiu dez mil máscaras e cinco mil luvas por IPSS

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CMVC

Fazendo o balanço das primeiras duas semanas de estado de emergência, a Câmara Municipal de Viana do Castelo anunciou que, neste período, distribuiu dez mil máscaras P1 e cinco mil pares de luvas por Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho.

A autarquia refere, ainda, que “foram servidas 1889 refeições: 517 para alunos com escalão; 340 para famílias com dificuldades; 1032 para profissionais de saúde, forças de segurança e bombeiros” e que a Linha de Apoio Social atendeu 247 pedidos que “foram encaminhados para instituições ou tratados pelos voluntários municipais”.

O estado de emergência em Portugal foi hoje renovado com medidas ainda mais restritivas, como a proibição de sair do concelho de residência e o fecho de aeroportos, entre os dias 9 e 13 de abril.

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