Seguir o O MINHO

País

Sonae vai analisar “com rigor e firmeza” acusação da Concorrência ao Continente

Autoridade da Concorrência

em

Foto: DR

A Sonae MC afirmou hoje que vai analisar “com total rigor e firmeza” a acusação feita pela   (AdC) ao Modelo Continente Hipermercados de concertar preços de venda ao público, prejudicando o consumidor.


Seis grupos de distribuição alimentar, incluindo o Modelo Continente, e dois fornecedores de sumos, vinhos e outras bebidas, foram acusados pela AdC de concertarem preços durante vários anos em prejuízo do consumidor.

“Lamentamos a forma como a Autoridade da Concorrência coloca de novo em causa o bom nome e a reputação da Sonae MC e da sociedade por si participada sem garantir previamente o direito de defesa, uma vez que a acusação representa apenas uma fase provisória, ainda sujeita ao exercício do direito de defesa das partes envolvidas”, refere em comunicado a Sonae MC.

Segundo a nota da Sonae, “os termos das acusações serão analisados com total rigor e firmeza no sentido de, em momento e lugar próprio, serem utilizados todos os meios ao alcance, com vista à salvaguarda dos direitos, reputação, valores e integridade da Sonae MC e da sua participada”.

“A Sonae MC está ciente das suas obrigações legais e reitera o seu compromisso de conduzir a sua atividade no estrito cumprimento da lei, concretamente no que concerne a regras em matéria de concorrência”, refere ainda o grupo retalhista.

A AdC anunciou hoje em comunicado que, após investigação, “concluiu que existem indícios de que Modelo Continente, Pingo Doce e Auchan utilizaram o relacionamento comercial com os fornecedores Sumol+Compal e Sogrape para alinharem os preços de venda ao público (PVP) dos principais produtos daqueles, em prejuízo dos consumidores”.

Nas bebidas não alcoólicas e sumos, a acusação da AdC visa também a cadeia de distribuição Lidl e, nas bebidas alcoólicas, abrange as cadeias Intermarché e E-Leclerc, referindo a autoridade que estes distribuidores representam “uma vasta” percentagem do mercado da distribuição em Portugal.

Anúncio

País

Covid-19: Mais três mortos, 290 infetados e 247 recuperados no país

Pandemia

em

Foto: DR (Arquivo)

Portugal regista hoje mais 3 mortes e 290 novos casos de infeção por covid-19, 208 dos quais na região de Lisboa e Vale do Tejo, em relação a quinta-feira, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 52.351 casos de infeção confirmados e 1.746 mortes.

Há 38.087 casos recuperados, mais 247.

Continuar a ler

País

Julho foi o mais quente dos últimos 90 anos

Calor

em

Foto: DR (Arquivo)

Julho de 2020 foi o mais quente dos últimos 90 anos (desde 1931), anunciou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em comunicado, aquele organismo aponta que o valor médio da temperatura média do ar, 25,08 graus, foi muito superior ao normal, +2,91 graus.

Já o valor médio da temperatura máxima do ar, 33,34 graus, foi o mais alto desde 1931, com uma anomalia de +4,61 graus.

O valor médio da temperatura mínima do ar, 16,83 graus, com uma anomalia de +1,21 graus, foi o 5º mais alto desde 1931.

Durante o mês os valores de temperatura (média e máxima) do ar foram quase sempre superiores ao normal, destacando-se os dias 05 a 07, 16 e 17 com um valor médio da temperatura máxima do ar no continente superior a 35 graus.

Também a temperatura mínima do ar foi quase sempre superior ao valor normal mensal, destacando-se o dia 17, com um valor médio da temperatura mínima no continente próximo de 20 graus.

Durante o mês ocorreram 3 períodos com onda de calor: 4 a 13 que abrangeu as regiões do interior Norte e Centro; 9 a 18 nas regiões do interior Norte, Centro e Sul; 25 a 31 em especial no interior Norte.

De referir que este mês de julho extremamente quente contribuiu para que o período de janeiro a julho de 2020 fosse o mais quente dos últimos 90 anos.

O valor médio da quantidade de precipitação em julho, 4,0 mm, corresponde a 30 % do valor normal.

Durante o mês verificaram-se condições de instabilidade atmosférica em alguns locais do Centro e Sul do território que originaram a ocorrência de aguaceiros, que foram localmente fortes, por vezes de granizo e acompanhados de trovoada.

Verificou-se um aumento da área em seca meteorológica no território do continente, sendo de realçar as regiões do Baixo Alentejo e Algarve com um aumento de intensidade (classe de seca moderada, pontualmente severa). A distribuição percentual por classes do índice PDSI no território é a seguinte: 8,4 % normal, 71,4 % seca fraca, 19,9 % seca moderada e 0,3 % seca severa.

Continuar a ler

País

Gaivotas e chuveiros passam a ser permitidos na praia, mas só por empresas turísticas

Praias

em

Foto: DR (Arquivo)

O Governo determinou que a disponibilização de equipamentos de uso coletivo nas praias, como gaivotas ou chuveiros interiores, “pode ser permitida, em determinadas condições”, nomeadamente se for feita por empresas de animação turística.

Considera-se poder ser permitida, em determinadas condições, a disponibilização de equipamentos passíveis de uso coletivo”, indica o Governo, num diploma publicado hoje em Diário da República, que altera algumas medidas excecionais e temporárias relativas à pandemia da covid-19.

Em 25 de maio, o executivo tinha decretado a interdição de disponibilização de quaisquer equipamentos de uso coletivo, como “gaivotas, escorregas, chuveiros interiores de corpo ou pés e outras estruturas similares”, o que se mantém, mas com uma exceção.

Segundo o documento, foi necessário “encontrar um equilíbrio entre as atividades lúdicas praticadas nas praias, designadamente com recurso a equipamentos disponibilizados por terceiros, nomeadamente empresas de animação turística”.

Desta forma, este tipo de empresas pode passar a disponibilizar equipamentos de uso coletivo ou de utilização de mais de duas pessoas em simultâneo, desde que respeitando algumas condições.

A primeira é a “não ocupação da área útil da zona destinada ao uso balnear”, seja para efeitos de armazenamento permanente ou temporário dos equipamentos, ou mesmo para o exercício da atividade relacionada com a disponibilização dos equipamentos.

Além disso, os responsáveis pelo aluguer dos materiais devem controlar e garantir que “os mesmos apenas são utilizados por aqueles a quem foram disponibilizados e que não são utilizados por mais do que uma pessoa, a menos que estejam em causa utentes que compõem um mesmo grupo”.

Ainda assim, as empresas devem ter em conta o “respeito pela lotação máxima do respetivo equipamento”.

Já os materiais têm de ser limpos e desinfetados no decorrer do dia e sempre que se registe a mudança de utente, tal como já acontece com outros equipamentos balneares, como chuveiros exteriores, espreguiçadeiras ou colchões.

Continuar a ler

Populares