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Alto Minho

Sites das câmaras de Arcos de Valdevez, Valença e Melgaço entre os melhores do país

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A Câmara de Alcochete tem o melhor sítio na internet, segundo um estudo da Universidade do Minho que avaliou as páginas online de 308 municípios portugueses, segundo critérios de conteúdos, acessibilidade, serviços disponíveis e participação.

Site

Site do município de Alcochete, em www.cm-alcochete.pt

Um dos responsáveis pelo estudo que avaliou o Índice da Presença na Internet das Câmaras Municipais, um estudo realizado a cada dois anos, Luís Miguel Ferreira, explicou que a investigação demonstra um “progresso significativo” mas que ainda há um “enorme caminho a percorrer” principalmente no que toca aos serviços camarários disponíveis online.

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Site do município de São Roque do Pico, em www.cm-saoroquedopico.pt

Assim, se o sítio na internet da autarquia de Alcochete é o melhor, já o de S. Roque do Pico (Açores) foi o que obteve piores resultados, sendo que, por Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS II), a Área Metropolitana de Lisboa lidera a tabela estando o Algarve em último lugar.

“Avaliados todos os websites disponíveis, por critérios de conteúdo, atualização de conteúdos, serviços online, informações sobre o concelho, sobre as reuniões de câmara, entre outros, o sítio na internet da Câmara Municipal de Alcochete é o melhor, é aquele que melhor responde aos desafios atuais”, explicou Luís Miguel Ferreira.

por distritos, o estudo da academia minhota aponta o distrito de Setúbal como aquele que tem o melhor desempenho e o dos Açores o pior, sendo que apenas sete distritos apresentam desempenho acima do valor médio (Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Faro, Braga e Vila Real).

Segundo aquele estudo, “há um progresso significativo do desempenho das Câmaras Municipais portuguesas em matéria de presença na Internet, pese embora o facto de haver um enorme caminho a percorrer, nomeadamente ao nível da qualidade das interações com os munícipes e dos serviços prestados online”.

Site do município de Arcos de Valdevez, em www.cmav.pt

Site do município de Arcos de Valdevez, em www.cmav.pt

No ranking global, Alcochete (distrito de Setúbal) é seguido de Arcos de Valdevez (Viana do Castelo) [visitar] e Sesimbra (Setúbal), mas, se organizada lista pelo critério que engloba o tipo e atualização de conteúdos, o sitio na internet dos municípios de Ribeira Grande (Açores), Arruda dos Vinhos (Lisboa) e Montijo (Lisboa), lideram.

Site do município de Valença, em www.cm-valenca.pt

Site do município de Valença, em www.cm-valenca.pt

Já quando avaliados pelo critério de Acessibilidade, Navegabilidade e Facilidade de Utilização, Vila Franca de Xira (Lisboa), Valença (Viana do Castelo) [visitar] e Ponta Delgada (Açores) ocupam os três primeiros lugares.

A UMinho aponta os municípios de Arcos de Valdevez, Alcochete e Mortágua (Viseu) como aqueles que têm uma presença na internet melhor quando avaliados pelo critério de Serviços Disponibilizados online.

Site do município de Melgaço, em www.cm-melgaco.pt

Site do município de Melgaço, em www.cm-melgaco.pt

O Fundão (Castelo Branco), Vila do Bispo (Faro) e Melgaço (Viana do Castelo) [visitar] são, dos 308 municípios avaliados, os cujos sítios na internet lideram o ranking quando analisado o critério de Participação Pública.

O estudo que avaliou o Índice da Presença na Internet das Câmaras Municipais pode ser consultado no sitio do Gávea, em http://gavea.dsi.uminho.pt.

 

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Alto Minho

Mulher em estado grave após acidente com trator em Monção

Em Sá

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Foto: BV Monção (Arquivo)

Uma mulher, de 65 anos, ficou com ferimentos graves na sequência de uma colisão entre um trator e uma viatura ligeira, ao início da tarde desta sexta-feira, em Monção, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

O acidente, com alerta dado cerca das 14h40, provocou ferimentos ligeiros numa outra vítima, um homem, com cerca de 70 anos.

No local, na antiga estrada nacional 202, no lugar do Cruzeiro, freguesia de Sá, estiveram os Bombeiros de Monção com duas ambulâncias e quatro operacionais, a SIV de Valença e a VMER do Alto Minho.

A vítima grave foi transportada para o Hospital de Braga. Já o homem foi conduzido para o Hospital de Viana do Castelo.

A GNR registou a ocorrência.

 

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Alto Minho

Espetáculo “CA_Minho” une Comédias do Minho e Teatro Meridional em Lisboa

Este sábado

em

Foto: Facebook de Comédias do Minho (Arquivo)

Os espetáculos “CA_Minho”, coprodução das Comédias do Minho (CdM) com o Teatro Meridional, e “Numa Didascália”, de Álvaro Laborinho Lúcio, encenado por Tânia Guerreiro, são destaques da programação anual da companhia minhota, a apresentar no sábado em Lisboa.

“Vamos apresentar a programação anual em Lisboa para celebrar o encontro feliz entre as Comédias [do Minho] e o [Teatro] Meridional, que trabalharam em coprodução no espetáculo ‘CA_Minho’” e que vai estar em exibição no Teatro Meridional, em Lisboa, até 02 de fevereiro”, declarou à Lusa Magda Henriques, diretora de As Comédias do Minho (CdM).

O espetáculo “CA_Minho” “faz parte do projeto ‘Províncias’, fundado em 2003”, e um dos principais objetivos é “olhar para as diferentes regiões” do país, acrescentou Magda Henriques, referindo que o “CA_Minho” vai ser apresentado no sábado, no Teatro Meridional, pelas 21:30, ficando em cartaz naquele espaço até 02 de fevereiro.

A apresentação do programa de 2020 das CdM está marcada para acontecer neste próximo sábado, na Sala do Teatro Meridional, em Lisboa, onde está também prevista uma mesa redonda com a participação de Maria de Assis, da Fundação Calouste Gulbenkian, e Luís Sousa Ferreira, do 23 Milhas, projeto cultural de Ílhavo, contando, na moderação, com Miguel Abreu, do Festival Todos, da capital.

A associação cultural CdM – Associação para a Promoção de Atividades Culturais no Vale do Minho, fundada em 2003, envolve os municípios de Vila Nova de Cerveira, Valença, Monção, Melgaço e Paredes de Coura, e tem três eixos fundamentais, que são uma companhia de teatro profissional, um projeto pedagógico e um projeto comunitário.

Para 2020, a organização destaca também o espetáculo “Numa Didascália”, com textos do jurista e escritor Álvaro Laborinho Lúcio, ex-ministro da Justiça, e encenação da atriz Tânia Guerreiro.

O espetáculo vai estar em exibição a partir de outubro, no município de Monção, e, ao longo do último trimestre do ano, será exibido nos restantes quatro concelhos, adiantou à Lusa Magda Henriques.

No primeiro semestre deste ano, e no âmbito do eixo companhia de teatro, a CdM realça também o espetáculo “ECO – Reverberações no Vale do Minho”, com o Teatro do Frio.

O projeto “A pensar morreu um burro”, de Rita Pedro, professora de Filosofia (que soma mais de duas décadas como dinamizadora de espetáculos e de ateliers com crianças e professores), e da bailarina Beatriz Marques Dias, é um espetáculo e oficina que vai estar em exibição nos cinco concelhos até maio próximo, e que faz parte da programação anual da CdM.

“Rádio Comédias – A imaginação Sem fios” é outro projeto que a organização elenca e que já se pode “escutar, ver e ler”, no sítio da Internet das Comédias do Minho (www.comediasdominho.com).

No eixo do projeto comunitário, a organização refere a 10.ª edição do Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho (10.º FITAVALE), para o qual cada um dos atores da Companhia das Comédias dirige um grupo de amadores de um dos cinco municípios envolvidos.

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Viana do Castelo

Garranos das serras de Arga e de Santa Luzia estudados em Paris e no Japão

Projeto de preservação

em

Foto: DR / Arquivo

O projeto de preservação dos cavalos ibéricos [garranos] levado a cabo pela Câmara de Viana do Castelo foi apresentado, esta quinta-feira, em Paris, durante uma conferência dedicada à equitação, que decorreu na Universidade da Sorbonne.

A preservação dos animais autóctones integra um projeto mais vasto, que associa a Universidade da Sorbonne (França), a Universidade de Kyoto (Japão) e a Universidade de Coimbra, “parceiros científicos” que vão continuar a desenvolver trabalho de investigação em Viana.

O projeto “Percursos do Homem e do Garrano”, financiado pelo programa financeiro Norte 2020, foi desenvolvido pela autarquia ao longo dos últimos anos, com o objetivo de “valorizar esta raça autóctone e aumentar a visitação turística das áreas classificadas”.

“Pretendeu-se contribuir para o reconhecimento do garrano como raça autóctone e as serras de Arga e de Santa Luzia como espaço privilegiado para a sua observação e incrementar a informação das populações locais sobre o valor cultural e natural do garrano, através de ações de educação ambiental e de divulgação”, dá conta a autarquia em nota enviada a O MINHO.

“A projeção da importância do garrano nas suas múltiplas dimensões necessita de estudos científicos profundos e contínuos, de um debate alargado, dacriação de redes de cooperação interinstitucionais e da aposta em ações de divulgação,sensibilização e demonstração que promovam as qualidades e apetências da raça”, aponta a mesma nota.

Os garranos são animais de pequena estatura, com peso aproximado de 290 quilos, de perfil de cabeça reto ou côncavo, cabeça fina e grande, principalmente nos machos, onde se destacam amplas narinas. O pescoço curto é bem musculado, a garupa é forte e larga e os membros são pequenos e fortes. A pelagem é castanho-escura, sendo a crina e a cauda pretas e muito densas. Embora não apresente manchas, pode ter tons mais claros no focinho, ventre e membros.

Sendo o garrano um cavalo pequeno, apresenta uma sólida estrutura e andamento curto, transmitindo uma elevada segurança, típica de um animal habituado a enfrentar caminhos íngremes e pedregosos. Tal como outros cavalos de pequena estatura, o garrano apresenta um andamento artificial, denominado de andadura.

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