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Póvoa de Lanhoso

Sindicato contra 40 horas semanais na empresa que trata resíduos do Baixo Cávado

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O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) denunciou hoje a “discriminação inaceitável” dos trabalhadores da empresa responsável pela valorização e tratamento dos resíduos sólidos do Baixo Cávado (Braval), por cumprirem 40 horas semanais.


Em comunicado, o STAL lembra que a Braval tem como acionistas as câmaras municipais de Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Verde, Amares, Terras de Bouro e Braga, esta última através da empresa municipal Agere, que detém 79% do capital.

“Todas as câmaras têm, por força da lei, um horário de trabalho de 35 horas. As empresas municipais Agere e TUB, ambas de Braga, já cumprem 37 horas e meia e vão atingir as 35 até ao final do atual mandato. Por que é que a Braval, sendo uma empresa de capitais exclusivamente públicos, mantém as 40 horas?”, questionou Manuel Sousa, dirigente regional do STAL.

Disse que se trata de uma “discriminação inaceitável” e uma “gritante injustiça”, a que “urge pôr cobro”.

Hoje de manhã, o STAL distribuiu um comunicado à porta da entrada do aterro da Braval, em Póvoa de Lanhoso, incitando os trabalhadores a lutarem pelas 35 horas.

Contactado pela Lusa, o administrador da Braval, Pedro Machado, disse que o horário de trabalho de 40 horas “decorre do estrito cumprimento da lei”.

“A Braval é uma sociedade anónima e limita-se a cumprir a lei”, enfatizou.

Lembrou que nos contratos dos trabalhadores constam as 40 horas e que este sempre foi o horário da empresa desde a fundação da empresa, em 1996.

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Braga

Póvoa de Lanhoso traça “linha estratégica” para apoiar atividade económica

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Póvoa de Lanhoso (Arquivo)

A câmara da Póvoa de Lanhoso traçou uma “linha estratégica” nas componentes sanitárias e económicas para enfrentar as consequências da atual pandemia de forma a “relançar a economia local”, anunciou hoje aquela autarquia.


Em comunicado, a autarquia explica que as estratégias adotadas foram delineadas depois do “processo de auscultação aos empresários dos vários setores de atividade económica” e versam sobre isenção de taxas municipais, reabertura gradual da feira semana (com inicio dia 21 de junho).

A autarquia adianta ainda que está em análise o “enquadramento regulamentar medidas relativas aos serviços de água e saneamento, ao estímulo do consumo no comércio local, bem como outros apoios na esfera de competências do município”, resultantes do “trabalho de parceria e colaboração” entre a autarquia e os empresários.

O texto enumera que por despacho do presidente da câmara, Avelino Silva, a autarquia decidiu pela “isenção das taxas municipais devidas por ocupação de espaço público (e pelo respetivo requerimento), para a prática de desporto através da lecionação de aulas por empresas do setor, bem como a isenção das taxas municipais devidas por ocupação de espaço público (e pelo respetivo requerimento), para a instalação de esplanadas, e outro mobiliário urbano adstrito ao funcionamento destas”.

Como segunda medida é apontada a reabertura, de forma gradual, da feira semana, com início a 21 de maio próximo, apenas com os setores de produtos alimentares, sendo que “e apenas para aqueles setores, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso decidiu isentar de taxas os produtores diretos, no período de maio a dezembro de 2020, bem como reduzir em 50% as taxas para os restantes espaços de venda, de junho a dezembro de 2020”.

A terceira medida determina a “devolução dos respetivos valores nos casos em que os sujeitos passivos já tenham procedido ao pagamento das taxas municipais relativas ao período abrangido nas isenções previstas”

“O combate a esta pandemia tem sido realizado em duas frentes. Na componente sanitária tudo fazendo para controlar o contágio e tratar os doentes. Na componente económica, minimizando as consequências nos negócios, especialmente nos setores mais frágeis”, lê-se.

Portugal contabiliza 1.163 mortos associados à covid-19 em 27.913 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

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Braga

GNR apreende armas a homem que ameaçava mulher e filha em Póvoa de Lanhoso

Crime

em

Foto: GNR

A GNR apreendeu várias armas a um homem, de 58 anos, que foi constituído arguido pelo crime de violência doméstica, quarta-feira, em Póvoa de Lanhoso.


O suspeito “estaria a ameaçar a mulher e a filha, de 47 e 32 anos”, levando os militares à residência onde vivia a família em causa.

De acordo com a GNR, “o comportamento violento do suspeito terá tido origem no consumo excessivo de álcool, iniciado após lhe ter sido diagnosticada uma doença do foro oncológico, sendo que não passava de ameaças verbais”.

Foram-lhe apreendidas uma carabina calibre 36, sem qualquer documento que legalize a sua posse, uma pistola transformada de calibre 8 mm para 6,35 mm, classificada como arma proibida, uma arma pressão de ar, calibre 4,5 mm, munição calibre 6,35 mm, uma faca de cozinha e uma navalha de abertura manual.

Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.

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Braga

Póvoa de Lanhoso garante meios informáticos a todos alunos

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CM Póvoa de Lanhoso (Arquivo)

A câmara da Póvoa de Lanhoso vai apoiar os alunos com equipamento informático e acesso à internet para que” possam acompanhar o ensino à distância”, um investimento superior a 50 mil euros, anunciou hoje a autarquia.


Em comunicado, aquela autarquia explicou que a medida pretende fazer face ao novo modo de ensino determinado pelo Governo face à pandemia causada pelo novo coronavírus.

Os equipamentos serão cedidos aos alunos a título de empréstimo, sendo que a medida abrange mais de 400 estudantes.

“Todos os graus de ensino, do primeiro ao 12º ano, estão contemplados, pelo que nenhum aluno do concelho deixará de frequentar as aulas neste novo modelo, por não ter computador ou internet”, refere o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva.

Algum deste equipamento (routers, computadores e tablets) já foi entregue ao Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e ao Agrupamento de Escolas de Póvoa de Lanhoso e, “até ao final da semana, todo o processo estará concluído, com a entrega do restante”, garante a autarquia.

No texto, a autarquia salienta que não é da sua responsabilidade fornecer aqueles equipamentos.

“Apesar de não ser nossa competência, a autarquia jamais permitiria que houvesse alunos excluídos por não terem estes meios. A pandemia veio alterar o modelo de Educação e a Autarquia está a fazer a sua parte para que o sucesso escolar dos nossos jovens, de quem depende o nosso futuro, não seja afetado”, aponta.

Portugal regista 735 mortos associados à covid-19 em 20.863 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Relativamente ao dia anterior, há mais 21 mortos (+2,9%) e mais 657 casos de infeção (+3,3%).

Das pessoas infetadas, 1.208 estão hospitalizadas, das quais 215 em unidades de cuidados intensivos, e mantém-se as 610 dadas como curadas.

Portugal cumpre o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o decreto presidencial que prolongou a medida até 02 de maio prevê a possibilidade de uma “abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais”.

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