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Braga

Sameiro Araújo galardoada com Ordem Olímpica, prémio mais alto do movimento olímpico

Prémio mais alto do movimento olímpico, destina-se a distinguir personalidades que contribuíram para a sua evolução, pelas melhorias nas modalidades e no seu desempenho global.

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Foto: Facebook de Artur Madeira

A treinadora e vereadora da Câmara Municipal de Braga Sameiro Araújo, que orientou as atletas olímpicas Manuela Machado, Dulce Félix, Jéssica Augusto, Conceição Ferreira, Albertina Machado e Fernanda Marques, foi galardoada com a Ordem Olímpica Nacional, esta quinta-feira à noite, durante a Celebração Olímpica de 2018.


A Ordem Olímpica, criada em 1974 a nível internacional, é o prémio mais alto do movimento olímpico, e destina-se a distinguir personalidades que contribuíram para a sua evolução, pelas melhorias nas modalidades e no seu desempenho global.

Maria do Sameiro de Macedo Araújo, que, desde setembro de 2013, desempenha funções de Vereadora do Desporto, Juventude, Associativismo, Saúde e Bem-estar nA Câmara Municipal de Braga, liderada pelo autarca Ricardo Rio (PSD/CDS/PPM), participou nos jogos Olímpicos de 1984, 1988, 1992, 1996, 2000, 2012 e 2016.

Foi Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Portuguesa Mulheres e Desporto e da Associação de Treinadores de Atletismo. Treinou a Equipa de Atletismo do SC Braga Campeã da Europa de Corta-mato e Estrada catorze vezes e várias atletas campeãs da Europa e do Mundo.

Já foi foi condecorada com os prémios “European Athletics Coaching Award 2012”, Medalha de Mérito Desportivo do Governo português e Medalha de Honra ao Mérito do Governo português, entre
outros.

Fernando Pimenta eleito atleta do ano do Comité Olímpico pelo quarto ano consecutivo

Natural de Braga, Sameiro Araújo é licenciada em Psicologia pela Universidade do Minho. Foi professora de Educação Física no Externato Infante D. Henrique
de 1982 até 2007 e Psicóloga do mesmo estabelecimento de 2007 a 2010.

Exerceu ainda o cargo de Vice-Presidente da Cooperativa de Ensino Alfacoop de 2010 a 2013.

 

Notícia atualizada às 18h21: inserida participação de 2016 em “participou nos jogos Olímpicos de 1984, 1988, 1992, 1996, 2000, 2012 e 2016”.

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Braga

Comércio de Braga já perdeu 200 milhões com a pandemia

Economia

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Foto: CM Braga / Arquivo

Entre março de junho, o comércio em Braga faturou menos 200 milhões de euros em comparação com o mesmo período do ano passado.

Este valor tem por base os dados das transições por multibanco cedidos pela SIBS à Associação Comercial de Braga (ACB) e divulgados esta quinta-feira pelo Jornal de Notícias (JN).

Os dados disponíveis mostram que houve uma quebra geral de 20% nas vendas, entre março e junho, que resultou em menos 200 milhões de euros para os comerciantes do concelho, em relação ao mesmo período do ano passado.

O JN revela ainda que as áreas da tecnologia, farmácia e da alimentação foram exceções e cresceram nos últimos quatro meses.

O setor da moda e acessórios foi dos mais prejudicados com a pandemia, tendo, em abril, registado uma quebra de 99% na faturação e, apesar das melhorias, em junho ainda apresentou perdas de 44% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Os negócios ligados à tecnologia atingiram um pico de crescimento em junho, com um aumento de 89% na faturação, em relação ao mesmo período do ano passado.

Ainda de acordo com os dados revelados por aquele jornal, as farmácias tiveram o melhor mês em março, com um crescimento de 36% nas vendas, e no mesmo mês, as mercearias e minimercados registaram o dobro dos ganhos de 2019.

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Braga

Seis mil euros em brinquedos Lego doados à Pediatria do Hospital de Braga

Solidariedade

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Foto: Fairy Bricks / Facebook

A Fairy Bricks, uma instituição de solidariedade do Reino Unido, ofereceu ao serviço de Pediatria do Hospital de Braga vários brinquedos Lego, no valor de seis mil euros.

A entrega decorreu, esta quarta-feira, com a presença dos responsáveis das instituições.

“Mais uma doação durante o aumento das medidas de segurança, no Hospital de Braga, em Portugal”, refere a instituição, agradecendo a “boa receção”.

O objetivo do organismo, com representação em Portugal, é proporcionar maior conforto e distração às crianças que se encontram hospitalizadas.

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Braga

Enfermeiras do Hospital da Misericórdia de Vila Verde em greve às cirurgias

Sindicato denuncia que horas extra são mal pagas

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

As 14 enfermeiras do Serviço de Cirurgia do Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde estão em greve, desde o dia 01 de agosto, ao trabalho extraordinário, e vão continuar até que o organismo lhe pague as verbas a que dizem ter direito.

A presidente do SITEU- Sindicato Independente de todos os Enfermeiros Unidos, Goreti Pimentel, adiantou que as profissionais reclamam 4,5 por cento da verba que a Misericórdia retém pelas cirurgias pagas pelo Hospital de Braga, realizadas fora do serviço normal: “Recebem, mensalmente, e no máximo, até 170 euros por várias horas extras diárias a fazer cirurgias com os médicos. A greve só acaba quando pagarem o que lhes é devido”.

A sindicalista acentua, a propósito, que as enfermeiras continuam a intervir nas restantes cirurgias feitas no Hospital, dentro do seu horário normal de sete horas por dia.

A dirigente sindical explicou que a Misericórdia contratualizou com o Hospital de Braga a feitura de operações cirúrgicas, entre as quais as hérnias, pelas quais paga uma determinada quantia: “A Misericórdia retira 60 por cento para os seus custos e os restantes 40 ficam para pagar o trabalho de médicos, enfermeiros e auxiliares”.

Só que – salienta – aos enfermeiros chega apenas uma quantia ridícula, apesar de trabalharem mais sete horas, fazendo dois turnos: “há quem saia do Serviço à meia-noite para receber 170 euros, ou menos, ao fim do mês”.

O SITEU sublinha que a situação se arrasta há vários anos e acusa o Provedor, Bento Morais, de não querer negociar. “Nenhuma instituição de misericórdia pode viver à custa do trabalho dos seus profissionais”, salienta.

O organismo sindical garante que a greve continuará, mesmo após o fecho do serviço por uma semana previsto para o corrente mês, e diz que só pára quando a Misericórdia se sentar para negociar: “As enfermeiras ganham muito mal, apenas 968 euros brutos, enquanto que, por exemplo, o ordenado das que trabalham no Hospital de Braga é de 1.205 euros”.

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