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País

Continuam a morrer mais portugueses do que os que nascem

Instituto Nacional de Estatística

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Foto: DR

O saldo natural manteve-se negativo em 2019, mas reduziu relativamente ao ano anterior, com 87.000 nados-vivos e 112.253 óbitos, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com os dados do INE divulgados, esta segunda-feira, no ano passado foram registados 86.557 nascimentos de mães residentes em Portugal, menos 0,5% em relação a 2018. O número de óbitos de residentes em Portugal foi 111.757, menos 1,1% do que no ano anterior.

“O saldo natural manteve-se negativo (-25.200), ainda que menor por comparação com o ano anterior em resultado da diminuição do número de óbitos ter sido superior, à redução do número de nados-vivos”, refere o INE.

Os dados do INE indicam ainda que, em 2019, o mês com o menor saldo negativo foi setembro (-3), quando foram registados 8.054 nascimentos e 8.057 óbitos.

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País

André Ventura pondera demitir-se do partido Chega

Política

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Foto: DR / Arquivo

O deputado André Ventura vai apresentar a demissão da liderança do partido ‘Chega’ por divergências com outros militantes.

Segundo avança o jornal Observador, os apoiantes do partido não concordaram com a abstenção do deputado na votação da renovação do Estado de Emergência, na passada quinta-feira.

Segundo o mesmo jornal, citando fonte do partido, o ainda líder da ultra-direita não terá gostado de alguns comentários internos de outros militantes, o que terá levado a esta decisão.

“O Chega foi o primeiro partido a defender a declaração do estado de emergência para responder ao surto de Covid-19. Por isso, parte do partido achou que ele foi intransigente quando optou pela abstenção só porque tinha reservas quanto à ideia de libertação de reclusos”, disse a fonte.

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País

Ministra reitera uso de máscaras por profissionais de saúde

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

A ministra da Saúde, Marta Temido, reiterou hoje o conselho para o uso de máscaras, luvas e toucas para profissionais de saúde e pessoas que possam estar em contacto com doentes de covid-19.

Na conferência de imprensa diária realizada na Direção-Geral de Saúde, Marta Temido renovou o conselho de que as máscaras cirúrgicas, assim como o equipamento de proteção – máscaras, luvas e toucas – “continuam a ser aconselhadas para profissionais de saúde e para pessoas que contactem com doentes de covid-19 e [com] materiais por eles utilizados”.

“Também por familiares e cuidadores ou para aqueles que trabalhem em unidades específicas, como lares ou na rede de cuidados continuados”, disse Marta Temido, acrescentando à lista os “doentes em terapêutica com imunossupressores, que fazem hemodiálise, e aqueles em tratamentos oncológicos de ‘quimio’ e radioterapia, aquando das deslocações”.

A ministra da Saúde lembrou ainda a importância de as máscaras serem igualmente utilizadas pelos elementos das estruturas prisionais, das forças militares e das forças de segurança nas operações que vão desenvolvendo nas ruas.

Marta Temido deu também como exemplo quem trabalha em lojas de bens de primeira necessidade com atendimento ao público, lembrando que a grande maioria já dispõe de separadores físicos de acrílico, para proteção dos trabalhadores e dos clientes.

A ministra da Saúde anunciou ainda a chegada, já hoje, de três milhões de máscaras cirúrgicas, além de 400 mil máscaras FFP2 e também de 80 mil zaragatoas e 260 mil testes.

Pouco antes da conferência de imprensa, foi divulgado o boletim de atualização da Direção-Geral de Saúde que dá conta de 266 mortes, mais 20 do que na véspera (+8,1%), e de 10.524 casos confirmados de infeção, o que representa um aumento de 638 (+6,5%), em relação a quinta-feira.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais 1,2 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram perto de 60 mil.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

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País

Portugal já realizou 88.497 testes à covid-19, 53% em ambiente público e 47% no privado

Covid-19

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

A ministra da Saúde disse hoje que, entre 01 de março e 01 de abril, foram realizados 88.497 testes de diagnóstico à covid-19, 53% dos quais em ambiente público e 47% no privado.

“Só no dia 01 de abril foram processadas 9.041 amostras para diagnóstico de SARS-CoV-2, este foi o dia com maior número de amostras para diagnóstico processadas”, precisou.

Estão a ser distribuídas 80 mil zaragatoas e 260 mil testes para diagnóstico da covid-19, o que vai dar resposta à falta deste material nos serviços públicos e privados.

“Temos neste momento em entrega 80 mil zaragatoas e 260 mil testes. Isto é relevante porque nos últimos dias temos tido falta de zaragatoas, seja em entidades públicas, seja em entidades privadas”, disse Marta Temido na conferência de imprensa que se realiza diariamente na Direção-Geral da Saúde (DGS).

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