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Região

Municípios do Baixo Tâmega reivindicam descontos na A4

Incluindo Celorico de Basto, no Minho

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Túnel do Marão, A4. Foto: DR

A Associação de Municípios do Baixo Tâmega (AMBT) reivindica ao Governo descontos nas portagens da Autoestrada 4 (A4), como “medida de discriminação positiva”, de acordo com um ofício enviado à ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.


“Tendo em conta que a proposta de Orçamento de Estado pede autorização ao parlamento para favorecer a promoção do investimento nas regiões de baixa densidade, vem a Associação de Municípios do Baixo Tâmega sensibilizar V/ Exa. e o Governo para a necessidade imperiosa de alargar a toda a extensão da A4 os descontos nas portagens para residentes e visitantes”, lê-se no ofício hoje divulgado pelos municípios.

Segundo a missiva da AMBT, associação que compreende as câmaras de Amarante, Baião, Celorico de Basto, Marco de Canaveses e Resende, impõe-se “sensibilizar” o Governo “para a importância da inclusão deste território na definição do novo modelo das portagens para o interior do país, em preparação, com descontos para quem vive, trabalha e visita estes territórios”.

“A região do Baixo Tâmega, com uma população residente de cerca de 160.000 habitantes, é na sua maioria território de baixa densidade. Embora situada a poucos quilómetros da Área Metropolitana do Porto, [a região] apresenta, face à média nacional e do norte de Portugal, indicadores negativos, pelo que medidas de discriminação positiva para este território terão sempre um efeito positivo para o seu desejado progresso”, lê-se na carta.

Assinala-se também que, naqueles concelhos, “para que os seus residentes tenham acesso a diferentes serviços e/ou equipamentos subsistem ainda demasiados custos associados à interioridade, como é, por exemplo, o acesso aos hospitais de Penafiel ou do Porto, a serviços descentralizados, ou mesmo a serviços culturais e de lazer localizados nos grandes centros urbanos”.

Para a AMBT, “não menos importantes são os custos de contexto das empresas localizadas nestes territórios e que, na sua relação com clientes externos, são penalizados diariamente com os custos nas portagens”.

Para aqueles municípios, “os pressupostos da Portaria 328-A/2018, de 19 de dezembro continuam a ser um instrumento importante, mas com as devidas alterações, como a inclusão de todo o traçado da A4, colocando desta forma a região em pé de igualdade com os utilizadores, por exemplo, da A28, uma vez que esta infraestrutura termina no Porto, tal como a A4”.

A AMBT defende, também, “o alargamento a todos os veículos sem exceção, através dos descontos de quantidade e descontos nos dias de descanso”.

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Barcelos

Plano de integração da comunidade cigana em Barcelos renovado com fundos comunitários

Alto Comissariado para as Migrações

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Foto: DR / Arquivo

Os fundos comunitários vão cofinanciar a implementação de mais seis planos locais de integração das comunidades ciganas (PLICC), e permitir a continuidade e acompanhamento dos 12 já existentes, um dos quais em Barcelos, adiantou hoje o Alto Comissariado para as Migrações (ACM).

Em comunicado, o ACM adiantou que foi aprovada a candidatura do ACM ao Programa da União Europeia de Direitos, Igualdade e Cidadania para uma segunda edição do PLICC.

“A nova edição do projeto (PLICC2), que será implementada em breve e terá a duração de 24 meses, prevê o acompanhamento dos 12 Planos Locais para a Integração das Comunidades Ciganas concebidos na primeira fase e a criação de seis novos Planos Locais, a implementar por municípios portugueses que serão selecionados posteriormente”, lê-se no comunicado hoje divulgado.

O ACM define como prioridade da segunda edição do PLICC o acompanhamento dos 12 planos já existentes, com a criação e fortalecimentos de plataformas e grupos de trabalho locais, e “o envolvimento de novos municípios para a elaboração de Planos Locais, tendo por base a metodologia já testada”.

O comunicado refere que a candidatura aprovada teve por base a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas 2013-2022.

“A primeira edição do projeto foi executada entre junho de 2018 e julho de 2019, tendo a criação de 12 Planos Locais (dois intermunicipais), decorrido entre novembro de 2018 e abril de 2019, com o envolvimento de 14 municípios, que abrangem as cinco regiões de Portugal Continental: Albufeira, Almada, Barcelos, Borba, Castelo Branco, Estremoz, Évora, Figueira da Foz, Matosinhos, Moura, Mourão, Oeiras, Porto e Tomar. Os dois Planos intermunicipais foram concebidos por Borba e Estremoz, e por Moura e Mourão”, recorda o ACM.

O organismo refere ainda que o Guia para a Conceção de Planos Locais para a Integração de Comunidades Ciganas foi um dos resultados da primeira edição do PLICC.

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Barcelos

“Livros na Rua” em Barcelos para estimular leitura e comércio local

Cultura

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Foto: Turismo Porto e Norte

A Câmara de Barcelos promove, entre 18 de julho e 02 de agosto, a iniciativa “Livros na Rua”, no Campo 5 de Outubro, para estimular a leitura, mercado livreiro e o tecido produtivo e comércio local, anunciou hoje.

No Campo 5 de Outubro (jardim velho) serão instalados dois stands para acolher quatro livrarias (Livraria Cecílio, ETC Livraria, Livraria Ler é Saber e Livraria Liz), referiu, em comunicado.

O “Livros na Rua” funcionará todos os dias das 17:00 às 22:00 e terá como principal fim a venda de livros com descontos, sublinhou.

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Alto Minho

Museu de Viana do Castelo recebe obra do Novo Banco

Cultura

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Foto: CM Viana do Castelo

Os museus municipais de Viana do Castelo e Mirandela, na região Norte, vão passar a integrar no espólio seis obras cedidas pelo projeto Novo Banco Cultura que se somam às 63 obras em exposição permanente em 29 museus por todo o país.

O protocolo com a Câmara de Viana do Castelo é hoje assinado e contempla a cedência da pintura “Minho. Dia triste”, de Frederico Ayres, ao museu municipal deste concelho minhoto.

Para terça-feira está agendada a oficialização do protocolo com a Câmara de Mirandela para a incorporação no museu municipal Armindo Teixeira Lopes de cinco obras.

Trata-se de obras de Nikias Skapinakis, Luís Noronha da Costa e Maria de Lurdes Ribeiro (Maluda), que passam a integrar o circuito expositivo permanente do museu transmontano.

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