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Braga

Reitor da UMinho critica “imensa demora” de resposta para alojamento académico

A universidade conta atualmente com quase 20 mil estudantes

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O reitor da Universidade do Minho criticou esta segunda-feira a “enorme dificuldade” e “imensa demora” de resposta por parte do plano de alojamento para o Ensino Superior, adiantando que dois dos quatro edifícios candidatos a serem reconvertidos em residências universirtárias foram rejeitados.

As declarações de Rui Viera de Castro foram feita na sequência do Conselho Geral da Universidade do o alojamento estudantil.

De fora da candidatura à reabilitação de imóveis do Estado para residências estudantis universitárias ficam a antiga Escola Secundária D. Luís de Castro, em Braga, e o Convento Rosa Lima, em Guimarães.

“[É uma] situação profunda desagradável que temos sido remetidos pela enorme dificuldade e demora imensa na resposta por parte do plano de realojamento no Ensino Superior”, disse Rui Vieira de Castro sobre a retirada daqueles edifícios do plano para aumentar o alojamento estudantil no Minho.

Segundo o reitor, os dois imóveis “foram considerados não elegíveis, considerando que a intervenção ali não responderia aos requisitos que o fundo tem”.

Rui Viera de Castro referiu que sobraram apenas dois imóveis para converter em alojamento estudantil: “Os edifícios do Exército, em Braga, e a Escola de Santa Luzia, em Guimarães.

As residências universitárias da UMinho foram feitas em 1998 para um universo de 14 mil alunos, sendo que a universidade conta atualmente com quase 20 mil estudantes e que são muitas as queixas sobre a “falta e o preço” do alojamento para estudantes disponível.

A Universidade do Minho tem dois polos em funcionamento, um em Braga e outro em Guimarães, além do Instituto do Design, a funcionar também em Guimarães.

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Braga

Operação Peão em Segurança da GNR em ação no distrito de Braga para evitar atropelamentos

Operação Peão em Segurança

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A GNR iniciou hoje uma operação de trânsito, com incidência no distrito de Braga, no Minho, e nos distritos do Porto, Lisboa, Setúbal e Faro, destinada a melhorar as condições de segurança e mobilidade dos peões, informou hoje a Guarda Nacional Republicana.

Esta operação de trânsito e segurança rodoviária, que se prolonga até sexta-feira e que será repetida entre os dias 05 e 06 dezembro, passa pela execução de ações de fiscalização e sensibilização dos condutores, por forma a incutir comportamentos mais seguros por parte de todos os utentes e prevenir a ocorrência de acidentes de viação por atropelamento.

Em 2018, a GNR registou 3.950 atropelamentos, que provocaram 70 vítimas mortais e 202 feridos graves, o que representa um aumento de 11% no número de vítimas graves face ao ano anterior.

A GNR destaca o facto de 75% das vítimas mortais terem mais de 50 anos.

Segundo a GNR, neste período do ano, os atropelamentos assumem uma particular preocupação, devido ao facto do maior volume de tráfego automóvel e pedonal coincidir com o período do anoitecer ou início da noite, contribuindo para este tipo de sinistralidade a visibilidade reduzida, a condução distraída, sob stress ou fadiga, ou ainda o menor cuidado no atravessamento da via por parte dos peões.

Para debelar este problema, a GNR, através da Unidade Nacional de Trânsito e dos Comandos Territoriais, vai concentrar as ações de fiscalização dentro das localidades, com especial atenção para infrações como estacionamento indevido nos passeios e noutros locais destinados ao trânsito de peões, estacionamento a menos de cinco metros ou em passagem assinalada para a travessia de peões, desrespeito pela sinalização luminosa, Excesso de velocidade e condução sob a influência do álcool.

Não utilização dos sistemas de iluminação e sinalização, ou que apresentem anomalias e utilização indevida do telemóvel são outras infrações a merecer particular atenção por parte dos elementos da GNR.

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Braga

Grupo Trofa Saúde abre hospital no centro comercial Nova Arcada, em Braga

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O Grupo Trofa Saúde abre, na próxima segunda-feira, um novo hospital em Braga, no shopping Nova Arcada.

Em comunicado enviado a O MINHO, a empresa refere que a nova unidade Trofa Saúde Hospital Braga Norte ficará localizada no piso R daquele centro comercial, numa área com cerca 3.600 metros quadrados.

“A nova unidade dispõe de instalações e equipamentos modernos e vai funcionar todos os dias, num horário alargado para total conveniência dos clientes”, pode ler-se.

O hospital irá contar com mais de 30 especialidades, dispondo, segundo a mesma fonte, de atendimento urgente, medicina dentária, fisioterapia, imagiologia e serviço de análises clínicas.

“Este novo hospital vem reforçar os serviços de conveniência que o Nova Arcada proporciona aos seus visitantes: vários serviços, lojas, restaurantes, bons acessos e parque de estacionamento coberto à disposição”.

O Hospital da Trofa no Nova Arcada irá funcionar entre as 07:30 e as 22:00 horas, de segunda a sábado, e entre as 10:00 e as 21:00 horas, aos domingos e feriados.

O centro comercial Nova Arcada abriu, em março de 2016, em Dume, na zona norte da cidade de Braga, destacando-se por contar com uma loja IKEA, a única na região do Minho. Tem 109 lojas distribuídas por 68.500 m2 de Área Bruta Locável (ABL) em 4 pisos, uma praça de restauração com capacidade para 20 restaurantes, 2.600 lugares de estacionamento (2.300 cobertos e 300 descobertos).

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Braga

Parlamento Europeu levanta imunidade do eurodeputado José Manuel Fernandes

Investigação a concurso da Câmara de Vila Verde

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Foto: DR / Arquivo

O Parlamento Europeu decidiu hoje levantar a imunidade ao eurodeputado do PSD José Manuel Fernandes, após um pedido feito pela justiça e pelo próprio, relativo a uma eventual ação judicial por um alegado crime de prevaricação.

Em comunicado, a assembleia europeia indica que o pedido de levantamento da imunidade parlamentar do eurodeputado português foi feito ao Parlamento Europeu pelo Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto em 26 de novembro de 2018 e depois pelo próprio eleito do PSD no início deste ano.

Um relatório da comissão parlamentar dos Assuntos Jurídicos e hoje aprovado na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Bruxelas, dá conta de que, “José Manuel Fernandes, na qualidade de Presidente da Câmara de Vila Verde e no exercício de tais funções, em conluio com outrem, está a ser investigado por ter alegadamente violado os princípios gerais das normas de contratação pública”, isto num contrato adjudicado a 22 de dezembro de 2008.

Em concreto, o eurodeputado está acusado de ter violado os “princípios de imparcialidade, neutralidade, concorrência e transparência, permitindo que uma empresa ficasse numa posição mais benéfica do que os demais concorrentes e participando alegadamente na preparação e na conclusão prévias dos documentos exigidos para o processo de concurso”, assinala o documento.

Citado pela nota, José Manuel Fernandes destaca que o próprio solicitou o levantamento da imunidade.

“Se fosse juridicamente possível, teria prescindido imediatamente da imunidade parlamentar. Reafirmo a minha total disponibilidade e prontidão para colaborar com as autoridades de investigação, que, estou certo, oportunamente concluirão pela inexistência de qualquer ilegalidade ou irregularidade”, assinala o eurodeputado social-democrata.

No relatório, a comissão parlamentar dos Assuntos Jurídicos argumenta que este processo judicial não incide sobre “opiniões ou votos expressos no exercício do mandato de eurodeputado”, realçando não ter encontrado “elementos factuais que indiquem que a intenção subjacente ao processo pudesse prejudicar a atividade política do deputado e, por conseguinte, o Parlamento Europeu”.

Em fevereiro passado, o eurodeputado José Manuel Fernandes anunciou que foi pedido o levantamento da sua imunidade parlamentar, no âmbito de uma investigação judicial relacionada com um concurso público internacional adjudicado em 2008 pela Câmara de Vila Verde, a que presidia.

Em nota enviada à Lusa, José Manuel Fernandes afirmou na altura a sua “total disponibilidade e prontidão para colaborar com as autoridades competentes” e manifestou-se convicto de que se concluirá pela “inexistência de qualquer ilegalidade ou irregularidade”.

Em causa está um concurso público internacional lançado pelo município de Vila Verde há mais de dez anos e adjudicado em 2008, mas cujas obras “nunca chegaram a ser concretizadas, por ter sido posteriormente reequacionada a sua pertinência, face à grave crise financeira que, entretanto, Portugal atravessava”, explicou o eurodeputado à Lusa.

“Não houve, por isso, nenhuma transação financeira nem dispêndio de qualquer dinheiro público”, sublinhou José Manuel Fernandes.

O eurodeputado indicou ainda que a competência relativa às obras municipais estava delegada desde 2005, início do mandato, noutro membro do executivo municipal.

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