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Barcelos

Quatro detidos em flagrante por tráfico de droga em Barcelos

Três homens e uma mulher

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Foto: GNR

Quatro pessoas, três homens entre os 17 e os 28 anos e uma jovem de 20, foram detidos, em flagrante delito, por tráfico de droga, no domingo, em Barcelos, anunciou hoje a GNR.

Em comunicado, o Comando Territorial de Braga, refere que, no âmbito de uma investigação do NIC de Barcelos, os militares deram cumprimento a oito mandados de busca, cinco domiciliárias e três em veículos, que, para além dos quatro detidos, permitiram a constituição de arguido de um homem de 22 anos pelo mesmo crime e por posse de arma proibida.

Da operação resultou a apreensão de 104 doses de haxixe, 12 doses de cocaína, seis doses de folhas de canábis, um taser, uma pistola de salva, uma caçadeira adaptada para munição real, 48 munições de vários calibres, uma soqueira, duas balanças digitais, sete telemóveis e 470 euros em numerário.

Os detidos, dois dos quais com antecedentes criminais por tráfico de estupefacientes, são presentes esta segunda-feira ao Tribunal Judicial de Famalicão.

A operação contou com o reforço dos Destacamentos de Intervenção (DI) de Viana do Castelo e Braga, da estrutura de Investigação Criminal do Comando Territorial de Braga e do Destacamento Territorial de Barcelos.

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Barcelos

GNR de Barcelos prende mãe e avó de rapariga que não foi entregue ao pai

Mãe inventou queixa de abusos sexuais

Foto: Arquivo

A GNR de Barcelos prendeu na Figueira da Foz a mãe e a avó de uma rapariga nascida em 2003, em Barcelos, – hoje com 17 anos – que tinha desaparecido depois de uma sentença do Tribunal de Família e Menores da comarca ordenando que a menor, então com oito anos, fosse entregue ao pai, conforme noticiou O MINHO.

As duas ficam em prisão preventiva até ao julgamento, que estava previsto para este mês no Tribunal de Braga, sob a acusação de maus-tratos, sequestro agravado e subtração de menor. Mas foi adiado dada a ausência das duas acusadas.

O Ministério Público de Barcelos acusou as duas mulheres, mãe e avó da jovem, hoje com 17 anos, de terem fugido com ela, quando tinha oito, para não cumprirem uma decisão judicial que mandava entregá-la à tutela do pai.

A mãe – que vivia numa freguesia de Barcelos – inventou uma acusação de pedofilia sobre o pai, que se veio a verificar ser mentira, após várias relatórios dos departamentos de Psicologia das Universidades do Minho e do Porto.

A fuga para parte incerta ocorreu em 2011, após o Tribunal de Família local ter considerado “completamente infundada e falsa” uma denúncia dizendo que o pai abusava sexualmente dela.

A menor foi, agora, entregue aos cuidados do avô.

Doze relatórios

O Tribunal baseou-se nos depoimentos feitos em julgamento e em 12 relatórios psicológicos e de acompanhamento da menina que demonstravam que “foi instrumentalizada, manipulada e pressionada” pelas arguidas, para dizer que o progenitor abusava dela. Facto que – diz a sentença – “lhe causou uma profunda perturbação no desenvolvimento pessoal”.

Face à falsidade da queixa, o juiz mandou que a menor fosse entregue ao pai, o que nunca chegou a suceder, já que, mãe e avó desapareceram, nunca mais sendo vistas.

Na acusação, o MP lembra que a mãe e o pai da menina se separaram quando esta tinha menos de um ano, tendo corrido um processo amigável de regulação das responsabilidades parentais, que confiou a criança à mãe, residente em freguesia de Barcelos.

O acordo permitia que o pai visitasse a filha, mediante aviso prévio, podendo, ainda, tê-la consigo em fins-de-semana alternados e passar quatro semanas de férias por ano, em dois períodos de quinze dias.

“Falsidades”

Em maio de 2005, as arguidas impediram os contactos com o pai e com a família paterna; para isso, industriaram-na contra o pai, e incumpriram o regime dos convívios.

O pai queixou-se, então, ao Tribunal, do incumprimento da ex-companheira e exigiu que a criança fosse à escola conforme combinado. Aí, a mãe invocou falsas suspeitas de abuso sexual, instruindo a menina para que confirmasse a falsa narrativa.

Em 2010, a mãe ausentou-se, por seis meses, “impedindo o regime de convívios, a frequência da escola e o acompanhamento psicológico que lhe estava a ser prestado em função das perturbações que evidenciava”.

O MP salienta que, desde 2011, o pai perdeu o rasto da filha, ignorando onde é que se encontrava e qual o seu estado.

Ao que O MINHO sabe, a mãe a avó terão andado pelo Brasil e pela Espanha, tendo regressado há um ano a Portugal, radicando-se na Figueira da Foz.

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Barcelos

Bloco de Esquerda condena cartazes xenófobos em Barcelos

Política

Foto: Dr / Arquivo

A concelhia do Bloco de Esquerda em Barcelos veio a público condenar o teor da notícia avançada ontem em exclusivo por O MINHO, que dava conta de duas folhas com imagens de cariz xenófobo afixadas numa janela de um restaurante daquela cidade.

Em comunicado, a concelhia refere que “numa sociedade moderna, democrática, plural e civilizada é inconcebível que alguém ou alguma entidade comercial recorra a estas práticas para selecionar os seus clientes”.

“A legislação é explícita – ninguém pode ser alvo de discriminação racial, étnica ou por filiação partidária. A gerência deste restaurante praticou um crime e deve ser devidamente punida pela justiça”, afirma a concelhia.

“Estas imagens não representam mais do que discurso de ódio e xenofobia que não deve ter lugar na nossa sociedade e no nosso concelho”, finaliza a nota enviada ao nosso jornal.

Recorde-se que numa das janelas do salão do restaurante em causa foram encontradas afixadas pelo interior duas folhas a indicar a proibição de entrada, uma com a bandeira chinesa, outra com o símbolo do Partido Comunista.

Mariana Zhu, filha de chineses e residente em Barcelos, expôs a situação através do Twitter, levando à indignação geral.

Entretanto, e segundo disse a gerente do restaurante a O MINHO, as folhas já lá não estavam ontem, embora tenha referido também que desconhecia a situação. O proprietário não quis falar ao jornal.

As redes sociais do restaurante e do proprietário foram entretanto suspensas.

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Barcelos

Homem atingido por árvore em Barcelos

Em Fornelos

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Um homem, na casa dos 30 anos, sofreu ferimentos na sequência da queda de uma árvore que cortava, em Fornelos, concelho de Barcelos, disse a O MINHO fonte dos Bombeiros de Barcelinhos.

De acordo com o CDOS, a vítima terá sofrido um acidente de trabalho no Monte da Consolação, ficando com ferimentos ligeiros numa das pernas.

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

Foto: Vítor Vasconcelos / O MINHO

No local estiveram os Bombeiros de Barcelinhos com uma ambulância e uma viatura equipada para resgate, dado se tratar de terreno acidentado.

A VMER foi ativada mas acabou por não ser necessária a intervenção.

O alerta foi dado às 17:16.

A GNR registou a ocorrência.

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