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Braga

Provedor de lar de Braga acusado de pedir jóia diz que filha de utente é que quis pagar

Irmandade de Santa Cruz

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Foto: DR

O provedor da Irmandade de Santa Cruz, em Braga, afirmou hoje que, desde que exerce o cargo, nunca pediu ou mandou pedir “um centavo que fosse” para o acolhimento de idosos no lar da instituição.


Em declarações à Lusa, Luís Rufo adiantou que a irmandade, que está acusada pelo Ministério Público de corrupção passiva por situações anteriores a 2017, recebeu “alguns, poucos, donativos”, mas sempre oferecidos “de livre e espontânea vontade” por parte dos utentes ou familiares.

“Sou provedor desde 2014 e nunca pedi, nem mandei pedir, um centavo que fosse em troca de uma vaga”, sublinhou.

Luís Rufo reagia, assim, à acusação da filha de uma utente, que na quinta-feira referiu que, em fevereiro de 2018, a instituição lhe exigiu um “donativo” de 10 mil euros apara acolher a mãe.

“Não lhe pedimos nada, ela é que se disponibilizou a pagar. Não lhe pedimos a ela nem pedimos a ninguém, eu sou contra isso, acabei com isso quando cá cheguei”, reiterou.

Confirmou que a filha da idosa “ofereceu” 10 mil euros à irmandade e que lhe foi passado o respetivo recibo, em que consta aquela verba como “donativo”.

“Um donativo dá quem quer”, acrescentou o provedor, adiantando que, desde que está à frente da instituição, outros utentes, poucos, também o fizeram.

Citou mesmo o caso de um que, há cerca de dois anos, ofereceu 100 mil euros à irmandade.

Há dias, o Ministério Público (MP) acusou um ex-provedor daquela irmandade de “solicitar ou exigir” o pagamento de quantias monetárias para a admissão de utentes para o lar de idosos, mas indicava que aquele procedimento terminara em 2017, após a entrada do novo provedor.

Segundo a acusação, a que a Lusa teve acesso, o MP imputa ao ex-provedor e à Irmandade um crime de corrupção passiva no setor privado.

A acusação diz que a partir de 2017, e já com o atual provedor, a diretora técnica deixou de sugerir a entrega de quaisquer quantias, porque o novo responsável “deixou também de emitir ordens nesse sentido”.

O MP diz que, com a “exigência” de donativos, a irmandade atuou “à revelia de todos os imperativos legais”.

Aponta o caso de 12 utentes, que terão pago entre 7.500 e 40 mil euros para garantirem um lugar no lar.

Com essa “atividade criminosa”, acrescenta a acusação, a irmandade conseguiu uma vantagem patrimonial de 297.500 euros, valor que o Ministério Público quer que o ex-provedor e a irmandade sejam condenados a pagar ao Estado.

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Braga

Incêndio em Vila Verde está extinto. Consumiu 40 hectares

Incêndio florestal

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Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O incêndio que deflagrou ao início da noite no lugar de Boivivo, em S. Pedro (Vade), concelho de Ponte de Barca, mas que depressa ‘virou’ para o concelho de Vila Verde ficou extinto por volta das 05:00 horas desta madrugada, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Segundo Luís Morais, 2.º comandante dos Bombeiros de Vila Verde, as chamas consumiram cerca de 40 hectares de mato numa das encostas da freguesia de Aboim da Nóbrega, nos lugares da Chão e de Cabo.

“Decidimos agarrar o incêndio num caminho, evitando que alastrasse mais, conseguindo assim dar o fogo como extinto já perto do início da dia”, disse o responsável pelas operações no terreno.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O elevado desnível do terreno, a mais de 500 metros de altura, aliado com um forte vento que se fez sentir na zona serrana, durante a noite, dificultou os trabalhos no terreno, com o fogo a chegar a ter uma frente de considerável dimensão.

Um abrigo de animais acabou por ser evacuado, após ordem do comandante, por existir risco do incêndio destruir aquela instalação que possuía sobretudo galinhas.

“Foi um trabalho muito duro mas os bombeiros estão de parabéns, pois conseguimos dominar o fogo e não chegou a ameaçar habitações nem houve necessidade de evacuar ninguém”, disse Luís Morais.

Segundo informações recolhidas pelo CDOS de Braga, no terreno estiveram mais de 60 operacionais e 20 viaturas de várias corporações dos distritos de Braga e Viana, como foi o caso de Famalicenses, Fão, Barcelinhos e Taipas.

A GNR de Vila Verde também esteve no local.

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Braga

Incêndio em Vila Verde lavra com grande intensidade

Incêndio florestal

em

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O incêndio florestal que deflagrou ao início da noite deste domingo no lugar de Boivivo, entre os concelhos de Vila Verde e Ponte da Barca, avança com grande intensidade para a aldeia de Aboim da Nóbrega, no concelho vila-verdense.

Pelas 01:08, as chamas descem pela serra junto ao lugar da Chão, onde existem dezenas de habitações, apurou O MINHO no local.

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

Há ordens de evacuação de abrigos de animais localizados na encosta que arde.

Segundo informações recolhidas junto do CDOS de Braga, existe apenas uma frente ativa, virada a Vila Verde.

No local estão cerca de 60 operacionais apoiados por 20 viaturas de corporações dos distritos de Braga e Viana do Castelo.

Também os Bombeiros de Beato e Penha de França (Lisboa) estão no combate, uma vez que integram uma equipa especial sediada durante o verão em Viana do Castelo.

A GNR de Vila Verde está no terreno.

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Braga

Cisterna da Câmara de Braga afundou no rio Este

Acidente

em

Fotos cedidas a O MINHO por Mário Queirós

Uma cisterna agrícola foi encontrada esta manhã de domingo afundada no rio Este, junto ao complexo desportivo da Rodovia, na cidade de Braga.

Desconhecem-se os motivos da ocorrência, sabendo-se apenas que, pelas 07:00 horas desta manhã, a cisterna encontrava-se no local sem sinal da viatura que a atrelava.

Foto cedida a O MINHO por Mário Queirós

Foto cedida a O MINHO por Mário Queirós

Foto cedida a O MINHO por Mário Queirós

Foto cedida a O MINHO por Mário Queirós

Ao longo desta manhã, O MINHO contactou diversas entidades, como PSP, Polícia Municipal, Bombeiros Sapadores e Voluntários, mas nenhum organismo tem conhecimento da situação ou recebeu qualquer pedido de auxílio para rebocar a cisterna.

Ao que apurámos, cerca das 08:00 horas, uma viatura da Câmara de Braga esteve no local e os funcionários cobriram a cisterna com uma lona.

Entretanto, o vereador do Ambiente, Altino Bessa, confirmou que a cisterna pertence à Câmara de Braga e que se tratou de uma “operação” que “não correu bem”.

“Houve alguma falha, ou mecânica ou do manobrador”, explica o vereador, assegurando que a mesma será “retirada durante esta tarde”.

“Todos os dias, nesta época de verão, abastece água no Lago da Rodovia para regar jardins e floreiras da cidade onde não há sistema de rega”, clarifica Altino Bessa, negando que seja de transporte de águas residuais.

(notícia atualizada às 14h03 com declarações de Altino Bessa)

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