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Viana do Castelo

Projeto do Politécnico de Viana ganha prémio europeu

Projeto envolveu cerca de 70 empresas

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Foto: DR / Arquivo

O projeto do Instituto Politécnico de Viana do Castelo – Peneda-Gerês CompetiTUR foi galardoado na sessão nacional dos European Enterprise Awards 2019.

Carla Rodrigues, da ADERE-PG, questionava na apresentação do projeto: “Afinal o que é que nós somos ou queremos ser (oferta-produto)? Como é que queremos que os outros nos reconheçam (posicionamento) e como é que nos distinguimos dos outros (diferenciação)?”.

Ao longo de 28 meses, o projeto envolveu mais de 70 empresas do setor do alojamento, da restauração, animação turística, informação turística, transporte e viagens. Foram dinamizados 25 workshops para as empresas do setor do turismo, numa estratégia de cooperação/ competição empresarial, focada na qualificação e promoção da rede de oferta turística “walk friendly”, abrindo portas para a estruturação do “walking” como um produto de excelência no Parque Nacional da Peneda-Gerês, Norte de Portugal.

Um projeto que teve a duração de dois anos num investimento de 452 mil euros, apoiados por Fundos Europeus Estruturais e de Investimento – FEDER – Portugal 2020 – NORTE 2020.

O projeto resulta de uma parceria entre a ESDL/IPVC (Escola Superior de Desporto e Lazer de Melgaço, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo), a ACIBTM/INCUBO (Associação Centro de Incubação de Base Tecnológica do Minho/ Incubadora de Iniciativas empresariais Inovadoras) e a ADERE-PG (Associação de Desenvolvimento das Regiões do Parque Nacional da Peneda-Gerês), enquanto promotor líder.

A Escola Superior de Desporto e Lazer do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, detentora de conhecimento técnico especializado na área do desporto e atividades de ar livre, foi responsável pela elaboração da matriz de qualidade para o turismo ativo (que integra também o Referencial de qualidade para atividades e serviços de turismo de natureza no Parque nacional da Peneda-Gerês), colaborando com a ADERE-PG nas sessões de trabalho com as empresas e na avaliação e diagnóstico das empresas do setor da animação turística.

Com o trabalho desenvolvido, as empresas locais passaram a ter acesso a um referencial que compara as normas e boas práticas do setor a nível internacional, sendo um facilitador para as empresas que querem qualificar-se em mercados específicos.

“Um papel de elevada importância”, sublinha Joel Pereira, professor da ESDL e coordenador do projeto ao nível do IPVC considerando que “com o Referencial de Qualidade desenvolvido e agora mais capacitados e inspirados na estratégia de desenvolvimento, as empresas estão aptas a assumir o seu papel na rede de apoio ao produto walking.”

Este referencial é a matriz de identidade e de posicionamento da futura rede de oferta de apoio à Grande Rota Peneda-Gerês. Esta Grande Rota (GR), com cerca de 200 km de extensão, irá atravessar todo o território do Parque Nacional, percorrendo mais de 40 lugares, onde se concentra a oferta de atividades e serviços turísticos. Esta GR vai precisar do apoio de uma rede de oferta turística bem estruturada, qualificada e diversificada e vai, certamente, potenciar um conjunto de novos negócios, relacionados com a necessidade de transferes, transporte de bagagens, preparação de pack-lunche, gestão de reservas, marketing e comunicação e e-comerce.

Carla Rodrigues, da ADERE-PG, salienta que “este projeto pretendeu dinamizar o espírito de cooperação empresarial, tendo sido para o efeito realizada uma ação de itinerância pelas empresas dos cinco municípios do território, onde as empresas visitaram a “casa” dos seus parceiros (e não concorrentes), para aprofundar o conhecimento, a relação de confiança e potenciar as parcerias”.

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Viana do Castelo

Procissão voltou a ir ao mar em Viana do Castelo

Romaria d’Agonia

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Foto: DR

Os barcos tradicionais voltaram a sair para as águas da costa de Viana do Castelo em mais uma edição da Procissão ao mar, inserida na Romaria d’Agonia, festas típicas do concelho de Viana do Castelo.

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Foto: Romaria d’Agonia

Estas festividades remontam a 1772, em honra da padroeira dos pescadores, Senhora da Agonia. Desde sempre, a ela acorreram homens do mar vindos do litoral português e também da Galiza. São declaradas como feriado municipal, encerrando a dia 20.

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Viana do Castelo

Tapetes de sal dão cor a ruas de Viana no último dia da Romaria d’Agonia

FOTOGALERIA

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Fotos: Facebook de Romaria d'Agonia

Após uma noite longa de trabalho, Viana do Castelo acordou, esta terça-feira, vestida de sal, com os tapetes a colorirem várias ruas, no último dia da Romaria d’Agonia.

O ouro e o poema “Havemos de ir a Viana” inspiram o tapete em honra da Senhora d’ Agonia que os moradores na rua principal da ribeira criaram de ontem para hoje.

No total, segundo números da VianaFestas, entidade que organiza a Romaria d’ Agonia, são utilizadas mais de 30 toneladas de sal na confeção dos tapetes.

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Foto: Facebook de Romaria d’Agonia

Como manda a tradição, é por estes tapetes que o andor da Senhora d’ Agonia irá passar no regresso da também típica procissão ao mar e ao rio.

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Viana do Castelo

Vinte e oito pescadores de Viana do Castelo recebem 500 mil euros por parque eólico

Compensação financeira

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Foto: retirada do cartaz "Seminário - A Economia do Mar" (CEVAL) / Arquivo

O presidente da Câmara de Viana do Castelo informou hoje ter sido decidida uma compensação financeira de meio milhão de euros às 28 embarcações de pesca local diretamente afetadas pela instalação de um parque eólico ao largo do concelho.

O socialista José Maria Costa, que falava aos jornalistas no final da segunda reunião hoje realizada com uma delegação de pescadores, disse que, dos 500 mil euros, 400 vão ser suportados pela Rede Elétrica Nacional (REN) e os restantes 100 mil euros pela EDP renováveis.

Inicialmente a EDP Renováveis disponibilizou uma verba de 200 mil euros para compensar essas embarcações, mas os pescadores não aceitaram aquele valor e chegaram a equacionar não participar, na terça-feira, na procissão ao mar em honra da Senhora d’Agonia. O protesto ficou hoje sem efeito após o acordo alcançado.

Em causa está o Windfloat Atlantic (WFA), um projeto de uma central eólica ‘offshore’ (no mar), em Viana do Castelo, orçado em 125 milhões de euros, coordenado pela EDP, através da EDP Renováveis.

As 28 embarcações de pesca local serão diretamente afetadas pela interdição da pesca na envolvente (0,5 quilómetros de cada lado) do cabo submarino, com cerca de 17 quilómetros de extensão, que vai ligar o parque eólico flutuante à rede, instalada em Viana do Castelo.

“Penso que é uma boa notícia. Conseguimos ter uma compensação justa para os pescadores face aos impedimentos que vão ter no futuro”, afirmou José Maria Costa, que sublinhou a “colaboração” das secretarias de Estado das Pescas e da Energia.

O porta-voz dos 28 pescadores, António Coimbra, disse que “dentro do possível foi um acordo satisfatório para todos”.

António Coimbra garantiu que o protesto inicialmente previsto para a procissão ao mar fica sem efeito e que as 28 embarcações de pesca local vão participar na homenagem à padroeira.

“Vamos participar. Essa posição de força [de ausência na procissão] foi tomada não de livre vontade, mas de certa maneira empurraram-nos para isso. A única maneira de chamar a atenção das autoridades políticas deste país é a demonstração de força”, acrescentou.

Além da compensação financeira, António Coimbra revelou que o acordo hoje alcançado inclui “futuras regalias”, que não quis especificar.

Já José Maria Costa disse tratar-se de “melhorias relacionadas com a atividade dos pescadores, no porto de pesca”, tendo sido identificadas “algumas situações pontuais” que irá tentar, “até final do ano, resolver com a administração portuária”.

O representante legal dos pescadores, o advogado Pedro Meira realçou “o papel decisivo do presidente da Câmara”

“Um papel de mediador, discreto. Conseguiu que as partes chegaram a bom porto. Foi fundamental, essencial”, destacou Pedro Meira.

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