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Programa de literacia do mar arranca este ano para o primeiro ciclo do ensino básico

Escolas pilotos já estão escolhidas mas a ideia é alargar a todo o país

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Foto: Divulgação

A Fundação Oceano Azul, o Oceanário de Lisboa e a Direção-Geral da Educação lançam hoje em Mafra um programa pioneiro de literacia do mar, que vai chegar este ano aos alunos do primeiro ciclo.

O programa vai começar a ser desenvolvido nas escolas dos concelhos de Mafra, Cascais (distrito de Lisboa), Peniche, Nazaré (distrito de Leiria) e Portalegre, onde os professores estão já a receber formação, informou a Fundação Oceano Azul à agência Lusa.

O programa-piloto ‘Educar para a Geração Azul’ deverá estender-se ao resto do país, consoante a adesão dos municípios, e pretende “transformar as próximas gerações de portugueses em cidadãos mais comprometidos com a sustentabilidade e com a conservação do oceano”, alertando as crianças para os impactos negativos da exploração dos recursos marinhos e das alterações climáticas nos oceanos.

Além da formação inicial dos professores, é distribuído pelos docentes um manual sobre o oceano no contexto do currículo escolar do primeiro ciclo, alertando para a importância estratégica que o mar tem para os países costeiros e para Portugal.

No manual, são abordadas oito áreas do conhecimento sobre o oceano – literatura, ecologia, direito, estratégia, economia, história, física e química – o que permite trabalhar na sala de aula conteúdos das disciplinas de Português, Matemática, Estudo do Meio e áreas associadas às competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória em Portugal.

O oceano é explicado aos alunos através de atividades práticas e lúdico–pedagógicas, incentivando trabalhos de campo nas zonas costeiras e indo ao encontro das novas tendências da educação, que privilegiam o ensino de temas transversais, através de experiências dentro e fora da sala de aula.

O programa arranca em Mafra, envolvendo 3.650 alunos, duas centenas de professores e duas dezenas de escolas, mas vai chegar nesta primeira fase a um total de 15.440 crianças e quase mil professores ao ser alargado aos concelhos que já aderiram.

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PSP atualiza para dois o número de polícias feridos por comboio durante rixa em Lisboa

Passageiro, de 23 anos, foi detido

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Foto: DR/Arquivo

A PSP atualizou para dois o número de agentes colhidos por um comboio, na Gare do Oriente, em Lisboa, quando perseguiam pela linha um homem que agrediu um maquinista da CP e que foi detido, segundo fonte policial.

O porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) disse à agência Lusa que o acidente ocorreu cerca das 21:00, quando uma patrulha de quatro elementos Divisão de Segurança a Transportes Públicos, da PSP, se depararam com um homem a discutir com um maquinista e um revisor da CP e agredir um dos funcionários, tendo-se posto em fuga pela linha quando se aprecebeu da presença dos polícias.

Os agentes encetaram a perseguição ao suspeito pela linha, acabando por uma agente de 23 anos e um agente de 32 por serem colhidos pelo patim lateral um comboio, sendo ambos transportados para hospitais: a mulher para São José e o homem para Santa Maria.

Fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (IMEM) disse à Lusa que os dois feridos são considerados como “ligeiros”, tendo a agente um traumatismo torácico-abdominal (fará agora exames para detetar eventual lesão interna) e o homem um traumatismo num braço, sem fratura.

O passageiro, de 23 anos, foi detido.

A PSP está a fazer o ponto da situação, para apurar as circunstâncias do acidente.

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Agente da PSP colhida por comboio em Lisboa

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Foto: DR/Arquivo

Uma agente da PSP foi esta noite colhida por um comboio na Gare do Oriente, em Lisboa, quando interveio para pôr termo a uma rixa, tendo sido transportada para o hospital, disse à agência Lusa fonte da PSP.

ATUALIZAÇÃO

PSP atualiza para dois o número de polícias feridos por comboio durante rixa em Lisboa

O porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) disse à Lusa que os pormenores ainda são escassos, mas que se trata de uma jovem polícia, na casa dos 20 anos, pertencente à Divisão de Segurança a Transportes Públicos, da PSP, e que estava consciente quando foi transportada para o hospital.

Ao intervir para apaziguar uma rixa entre um passageiro, um maquinista e um revisor, pouco depois das 21:00, a agente acabou por ser colhida lateralmente por um patim lateral, ficando ferida, avançou a fonte.

O passageiro foi detido, não sendo conhecidos para já mais pormenores.

A PSP está a fazer o ponto da situação, para apurar as circunstâncias do acidente.

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Dormidas turísticas sobem 1,7% em Portugal em 2018, abaixo da média da UE

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Foto: DR/Arquivo

O número de noites passadas em estabelecimentos turísticos subiu 1,7% em Portugal de 2017 para 2018, abaixo da média de 2,2% da União Europeia, mas a percentagem de hóspedes estrangeiros recuou ligeiramente, segundo o Eurostat.

De acordo com dados hoje divulgados pelo gabinete estatístico da União Europeia (UE), o número de dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na UE subiu 2,2% para os 3,1 mil milhões, em 2018 face ao ano anterior.

Em Portugal, o número de noite em estadas turísticas aumentou 1,7% para os 73,3 milhões, em 2018.

No ano passado, a Espanha teve o maior número de dormidas (467 milhões, um recuo de 0,9% face a 2017), seguindo-se a França (444 milhões, mais 2,4%), a Itália (429 milhões, mais 1,9%) e a Alemanha (419 milhões, mais 4,3%).

O Luxemburgo (-4,3%), a Irlanda (-1,5%) e a Espanha (-0,9%) foram os únicos países que viram o número de pernoitas turísticas descer de 2017 para 2018, tendo as maiores subidas sido registadas em Chipre (10,6%), Malta (8,6%) e Croácia (8,4%).

Quanto à percentagem de turistas que não são residentes no país, esta recuou em quatro Estados-membros: Irlanda (-7,4%), Luxemburgo (-4,2%), Espanha (-1,6%) e Portugal (-0,1%).

No extremo oposto ficaram a Letónia (10,1%), a Bélgica (8,9%) e a Lituânia (8,0%), que tiveram as maiores subidas nas dormidas de não residentes.

Em Portugal, mais de metade (67%) das estadas em alojamento turístico foram de não residentes (UE 46%), com Malta na liderança deste comportamento (96%), seguindo-se Chipre (95%), Croácia (93%) e Luxemburgo (89%).

A Roménia (19%), a Alemanha (21%), a Suécia (26%) e a Finlândia (31%) foram os países com menos pernoitas de turistas não residentes.

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