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Barcelos

Profissionais de saúde disputam, em Barcelos, o título de campeões nacionais de futsal e da solidariedade

15 unidades de saúde participam no torneio

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Foto: Divulgação

São mais de 250 profissionais de saúde representando 15 unidades do norte e centro do país, aqueles que participam nas finais do Torneio Nacional Inter-Hospitalar de futsal.

Marcado para sábado, entre as 12:00 e as 15:00, no Colégio La Salle, em Barcelinhos, o torneio organizado pela Casa do Pessoal do Hospital Santa Maria Maior, de Barcelos, tem como mote #CampeõesDentroEForaDeCampo e culminará numa recolha de bens alimentares em prol de uma Instituição de Solidariedade Social que ajuda anualmente 390 mil pessoas em Portugal.

As principais finais realizam-se às 16:00 com o jogo entre o Hospital de Viana do Castelo e a Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez, para o apuramento do campeão da taça secundária, e às 18:00 com o jogo entre o Hospital de Barcelos e a Santa Casa da Misericórdia de Riba D’Ave, que decidirá quem são os grandes vencedores da presente edição.

Os Hospitais de Santa Maria Maior (Barcelos); Viana do Castelo; Coimbra; Guimarães; Aveiro; Santa Maria da Feira; Ordem do Terço (Porto) e Padre Américo (Penafiel), as Santas Casas da Misericórdia de Fafe; Vila Verde; Felgueiras; Arcos de Valdevez; Riba D’Ave; Vizela e o Instituto Português de Oncologia do Porto estiveram envolvidos nesta competição que arrancou a 2 de março.

Realizado desde 2013, o Torneio Nacional Inter-Hospitalar de Futsal “visa combater o desgaste e exaustão provocados pelo contexto laboral, bem como promover o convívio e a prática de hábitos de vida saudáveis”, segundo nota enviada.

Para além destes, a edição de 2019 da competição tem “como objetivos a promoção de uma sociedade mais justa e o combate pelas desigualdades. Para isso, será realizada uma mega recolha de bens alimentares, que posteriormente serão entregues a uma instituição que atua na área do combate à fome”.

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Barcelos

Casal de Barcelos condenado por dez assaltos que renderam 33 mil euros

Objetos furtados, valendo 33 mil euros, eram trocados por drogas ou numa ourivesaria

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Fizeram dez assaltos a casas ou lojas na zona de Barcelos, de onde furtaram objetos valendo 33 mil euros. O Tribunal de Braga condenou o casal, ele a oito anos de prisão efetiva, ela a dois anos e dez meses, mas com a pena suspensa.

Diogo Alexandre Coelho, de 28 anos e a companheira, Marta Rodrigues, de 25, ambos de Barcelos e ambos toxicodependentes, atuavam em conjunto, ele a penetrar nas residências ou lojas, ela a vigiar e a ajudar.

O primeiro assalto ocorreu em julho de 2016, e foi feito a uma casa na rua Dr. José Gualberto Sá Carneiro, em Barcelinhos. O Diogo trepou à varanda, entrou pela janela e levou uma televisão, três discos externos de computador, uma máquina fotográfica, um edredon e jóias, brincos, pulseiras e anéis. Ao todo, valiam cerca de dois mil euros.

No mesmo dia, foi ao restaurante Bolívar, em Barcelos, entrou pelo mesmo método, e levou um computador, 50 euros em notas, dezenas de maços de tabaco e 280 euros em moedas. Ao todo, 1.928 euros.

Em 22 de junho, o Diogo rebentou o fecho da janela da loja I wish, de aparelhos de som, na mesma cidade, e levou três auscultadores,três colunas, vários cartões de memória, e 295 euros da caixa registadora. O rombo atingiu os 1908 euros.

Em 17 de julho, o casal foi a Feitos, no mesmo concelho e estacionou o carro perto de uma moradia na rua de S. Mamede. Ela ficou na viatura, de vigia, e ele saltou o muro, entrando pela janela da garagem.

Depois de remexer em tudo, encontrou um saco com 10.800 euros em notas, e uma bolsa com mais 200 euros. Saiu e além de usar o dinheiro para comprar droga, adquiriu um Volkswagen que pôs em nome dela.

Ouro de uma tia

Em agosto, um amigo disse ao Diogo, em pé de conversa, que tinha uma tia que guardava ouro em casa.

Dias depois, pelas 17 horas, foi à Rua de S. Pedro, na freguesia de Vila Frescainha, pulou o muro e penetrou no interior pela janela da cave.

Aí, topou várias peças de ourivesaria, um computador portátil, 300 euros em dinheiro e um telemóvel Samsung. Tudo avaliado em 9.680 euros.

Logo a seguir, viajaram até ao bairro Pinheiro Torres, no Porto, onde venderam algumas peças em ouro.

O mesmo fizeram, no dia seguinte, na ourivesaria Pitães, em Braga, onde a GNR veio a encontrar uma pequena barra e uma libra esterlina,ambas de ouro, que valiam 525 euros.

Bicicleta furtada e trocada por coca e heroína

Em 24 de agosto, fizeram uma outra vivenda em Areias de Vilar. O Diogo encontrou, na garagem, uma bicicleta que custara 600 euros. Levou-a e foi vendê-la ao bairro do Picoto, em Braga, ou melhor trocou-a por dez bases de cocaína e duas de heroína. De seguida, e neste mesmo mês, foi apanhado a guiar sem carta.

O trajeto de furtos continuou em setembro numa moradia em Tamel S. Veríssimo de onde desapareceram um telemóvel iPhone, um iPod, peças de ourivesaria e outros artigos. Avaliados em 897 euros.

A próxima vítima, a 08 de setembro, foi uma outra casa em Tamel S. Veríssimo, onde o assaltante encontrou peças de ourives, valendo cinco mil euros.

Foi trocar parte delas à Ourivesaria Pitães, em Braga, onde lhe deram 1.700 euros, tendo trocado uma outra parte por droga, 40 bases de cocaína e dez de heroína.

Dois dias depois, foi a estabelecimento de mediação de seguros, sito na Rua Manuel António Faria, na Ucha, em Barcelos. Aí levou várias pen’s, um computador e 70 euros. Furto calculado em 1.255 euros.

O acórdão que o condenou salienta o facto de que o Diogo tinha já 17 condenações, em Barcelos, Braga e Famalicão, por condução sem carta, furto qualificado, recetação e tráfico de menor gravidade.

A Marta tinha, apenas, três condenações. No caso desta arguida, o Tribunal condenou-a, ainda, a pagar 700 euros de multa e a entregar 600 euros ao Centro de Solidariedade Social de S. Veríssimo.

Para não ir para a cadeia, terá, ainda, de se submeter a um plano de reinserção social, que a obriga a abster-se de consumir drogas e de frequentar locais onde esta se vende.

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Barcelos

Mítica discoteca Vaticano, em Barcelos, anuncia encerramento

21 anos depois da abertura

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Foto: DR /Arquivo

A discoteca Vaticano, em Barcelos, vai encerrar, 21 anos após a sua abertura, anunciaram hoje os proprietários.

Numa nota divulgada no Facebook, os responsáveis por aquele mítico espaço de diversão justificam o fecho com problemas judiciais.

“Durante quatro anos lutámos junto dos tribunais contra forças contrárias que pretendiam o encerramento do espaço, sempre sem sucesso”, refere aquela nota, acrescentando que , os proprietários, foram “apanhados de surpresa num negócio imobiliário envolvido nesta decisão, e tentamos por todos os meios reverter esta situação , o qual não foi possível”.

Inaugurada em 1999, na rua Cândido da Cunha, junto ao Parque da Cidade de Barcelos, a Vaticano foi “local de culto”, muito conhecido entre os notívagos da região Norte, nomeadamente pela presença de grandes DJ’s nacionais e internacionais – como, por exemplo, DJ Vibe.

“Poucos espaços nocturnos se podem orgulhar de atingir tão grande longevidade”, assinala a gerência do espaço.

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Barcelos

Homem detido em Barcelos para cumprimento de pena de prisão

Homem de 52 anos

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Foto: O MINHO

A PSP anunciou, esta quinta-feira, a detenção, em Barcelos, de um homem de 52 anos de idade.

Tinha pendente um mandado para cumprir pena de prisão.

Em comunicado, a PSP refere que o homem foi detido na quarta-feira.

Foi conduzido ao Estabelecimento Prisional de Viana do Castelo.

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