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Produção na construção cai 5,5% em julho

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE)

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Foto: O MINHO / Arquivo

O índice de produção na construção diminuiu 5,5% em julho, uma recuperação de três pontos percentuais face ao valor registado no mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).


Os dados hoje divulgados mostram que o índice de produção na construção passou de uma variação negativa de 8,5% em junho, para uma variação negativa de 5,5% no mês em análise, com o segmento da construção de edifícios a registar uma quebra de 4,9% (tinha decrescido 8,3% em junho).

No segmento de engenharia civil foi também observada uma ligeira recuperação, tendo passado de uma quebra de 8,8%, para uma diminuição de 6,4% em julho.

Já os índices de emprego e de remunerações apresentaram diminuições homólogas de 0,9% e 2,0%, respetivamente, em julho, depois de em junho o decréscimo ter sido de 1,6% e 2,6%, pela mesma ordem.

Face a junho, estes índices aumentaram 0,8% e 5,4%, (variações de 0,2% e 4,7% em julho de 2019), respetivamente.

O INE sublinha que apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia de covid-19, “apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas” na resposta às suas solicitações, uma vez que a “qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia de covid-19, depende crucialmente dessa colaboração”.

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Covid-19: Mais 10 mortos, 1.278 infetados e 480 recuperados no país

Boletim diário da DGS

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Foto: DR / Arquivo

Portugal regista hoje mais 10 mortos e 1.278 novos casos de infeção por covid-19, em relação a quarta-feira, segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Esta é a terceira vez em que Portugal ultrapassa os mil casos por covid-19 desde o início da pandemia, sendo a primeira a 31 de março (com 1035 casos) e a segunda a 10 de abril (com 1516 casos).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 82.534 casos de infeção confirmados e 2.050 mortes.

Há ainda 51.517 recuperados, mais 480 do que ontem.

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Nova fase de testes preventivos contra a covid-19 a funcionários de lares começa nesta semana

Segundo o Governo

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Foto: DR / Arquivo

Os funcionários dos lares de idosos vão ser testados preventivamente a partir desta semana, na segunda fase do programa de testagem preventiva à covid-19, anunciou hoje o Governo, de modo a identificar casos positivos e controlar a propagação.

Em comunicado, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) dá conta que a segunda fase do programa de testagem preventiva começa ainda nesta semana e que irá decorrer de forma gradual, em cada uma das cinco regiões do território continental, para “progressivamente” chegar a todos os distritos do país.

“Na nova fase deste Programa, serão testados preventivamente os funcionários dos lares com 50 ou mais utentes. Nos distritos de Lisboa e Porto, por serem meios urbanos de maior risco epidemiológico, serão testados os lares com capacidade igual ou superior a 30 utentes”, diz o ministério, que acrescenta que o critério “poderá vir a ser alterado caso existam situações de surto na comunidade”.

De acordo com o MTSSS, será feita testagem regular em cada um dos lares de idosos de forma faseada por grupos de funcionários, de modo a “sinalizar as situações de maior risco”, estando previsto que a testagem decorra durante os próximos cinco a seis meses.

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“Este Programa vai ser concretizado no terreno em parceria com as instituições científicas e de ensino superior”, acrescenta o ministério.

Lembra que a testagem preventiva nestas estruturas residenciais de idosos é uma das medidas do ministério de apoio aos lares, a par com a linha telefónica, lançada no dia 02 de outubro e que foi criada para garantir “um acompanhamento permanente destas instituições, monitorizando e dando respostas às suas necessidades”.

Além destas duas medidas, o Governo criou 18 brigadas distritais de intervenção rápida, compostas por mais de 400 profissionais, entre pessoal ajudante de ação direta, auxiliares de serviços gerais, enfermeiros, psicólogos e médicos, que começaram a funcionar a 01 de outubro e que “atuam quando a instituição ou a estrutura municipal de Proteção Civil não conseguem assegurar a reposição de recursos humanos em situação de crise”.

Desde esse dia, as brigadas já foram acionadas 12 vezes.

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Governo elimina dístico de inspeção automóvel e cor verde do dístico do seguro

Lei publicada em Diário da República

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Foto: O MINHO / Arquivo

A eliminação da cor verde do dístico do seguro automóvel, que a lei obriga a afixar no vidro do carro, foi hoje publicada em Diário da República, numa portaria que também elimina os dísticos comprovativos de inspeções periódicas obrigatórias.

Quase há 20 anos, desde 1995, que a vinheta relativa ao seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel, emitida pelas seguradoras e entregue ao tomador do seguro juntamente com o certificado internacional de seguro (carta verde), devia ser de cor verde e segundo um certo modelo.

O modelo mantém-se, mas o dístico, que tem a forma de vinheta, deixa de ter requisito de cor, na sequência de o Serviço Nacional de Seguros Português (o gabinete português de Carta Verde) ter autorizado, a partir de 01 de julho passado, as empresas de seguros a emitir o certificado internacional de seguro de responsabilidade civil automóvel em papel branco, o que motivou a publicação hoje da portaria que elimina o requisito da cor.

No mesmo diploma, o executivo explica que, pela primeira vez, não vai regulamentar as características relativas aos dísticos comprovativos da certificação da realização das inspeções periódicas obrigatórias, dado que a regra legal que estabelecia a sua obrigatoriedade foi revogada, em 2012, com as alterações ao regime de inspeções técnicas de veículos, passando a ser a ficha de inspeção do veículo que serve de comprovativo.

O Governo, na portaria, explica que a razão da alteração da cor do papel no qual é impresso o Certificado Internacional de Seguro Automóvel é a simplificação de processos, podendo agora o documento ser enviado por correio eletrónico (e-mail) a preto e branco, e ser impresso pelo tomador do seguro, permitindo ainda contornar situações de extravio da carta verde nos correios ou de atraso na sua entrega.

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