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Póvoa de Varzim quer proibir circos com animais selvagens na cidade

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A Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim aprovou uma recomendação para que a Câmara Municipal local deixe de emitir licenças para espetáculos de circo com animais selvagens, disse esta sexta-feira fonte autárquica.

A iniciativa partiu da bancada do PS, o maior partido da oposição na Póvoa de Varzim, e foi aprovada, na sessão de quinta-feira à noite, com 15 votos a favor e 12 contra, num sufrágio onde não houve disciplina de voto partidária.

A recomendação, que agora será analisada pelo executivo municipal, onde o PSD tem a maioria, aponta para que a autarquia “promova a alteração aos seus regulamentos de modo a que não se emitam mais licenças para circos com animais selvagens”.

O presidente da edilidade poveira, Aires Pereira, confessou que concorda com a recomendação, mostrando-se inclinado a promover esta alteração no regulamento e não acolher na cidade circos que tragam animais selvagens.

“O processo será agora entregue à Câmara e compete ao executivo tomar uma decisão. Pessoalmente concordo com a recomendação, até porque é uma tendência de mudança de comportamento que estamos a assistir um pouco por todo o país”, partilhou o presidente da autarquia.

João Trocado da Costa, líder da bancada do PS, considerou que a aprovação desta recomendação representa “mais um passo no avanço civilizacional”.

“Já vários municípios do país tem tido essa preocupação com animais selvagens de circo, que muitas vezes não vivem com condições condignas e são sujeitos a métodos de treinos não compatíveis com o avanço civilizacional”, vincou.

Quanto às espécies em causa, o PS baseou-se numa legislação já existente desde 2009 que determina o conceito de animais selvagens, dando como exemplo espectáculos com leões, macacos ou cobras, e lembrando que outros municípios como Évora, Funchal e Matosinhos já tomaram decisões semelhantes.

Recorde-se que, já este ano, a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim decidiu deixar de ceder gratuitamente a sua Praça de Touros para realização de espetáculos tauromáquicos.

 

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Mercadona abre em Santo Tirso no dia 25 de junho

Novo supermercado

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Foto: Divulgação / Mercadona

A Mercadona vai abrir uma nova loja em Santo Tirso no dia 25 de junho. Trata-se da 12.ª loja da cadeia de supermercados em Portugal e a 7.ª no distrito do Porto.

O plano de expansão da Mercadona para 2020 inclui a abertura de um total de 10 lojas nos distritos de Aveiro, Porto e Viana do Castelo, adianta a empresa em comunicado.

A Mercadona de Santo Tirso, a segunda a abrir este ano, depois de Aveiro, ficará localizada na rua dos Trabalhadores do Arco, nº 20.

De acordo com comunicado enviado às redações, este supermercado responde ao Modelo de Loja Eficiente que a empresa está a implementar em toda a sua cadeia, incluindo o Pronto a Comer, a secção de refeições já preparadas. Esta loja conta com uma superfície de vendas de 1.900 m 2 e 170 lugares de estacionamento e criará 60 novos empregos.

“A chegada da Mercadona a Santo Tirso veio dar uma nova vida a parte da área onde estava instalada a antiga fábrica Arco Têxteis. Esta loja será aberta ao público com todas as condições de higiene e segurança que temos vindo a implementar para que os nossos ‘Chefes’ se sintam seguros a fazer as suas compras desde o primeiro dia”, refere Joana Ribeiro, Diretora Relações Externas Norte de Portugal na Mercadona, citada no comunicado.

A empresa, tal como tem vindo a fazer desde o início desta situação de pandemia – sublinha o comunicado -, continuará a aplicar todas as medidas de segurança dentro das suas lojas: desinfeção e limpeza, distâncias de segurança e lotação controlada; máscaras, óculos de proteção, luvas e gel desinfetante para todos os colaboradores, assim como proteções de acrílico nas caixas de pagamento.

Os clientes terão ao seu dispor gel desinfetante e luvas na entrada da loja, assim como papel para desinfetar o manípulo do carrinho de compras.

A partir de 1 de junho, as lojas terão um novo horário de abertura: das 09:00 às 21:00.

Mercadona em Portugal

A 2 de julho de 2019, a Mercadona abriu o seu primeiro supermercado em Portugal, em Canidelo, Vila Nova de Gaia, distrito do Porto. Com esta inauguração, à qual se somaram nove lojas, em 2019, localizadas nos distritos de Porto, Braga e Aveiro, a empresa tornou realidade o seu processo de internacionalização, anunciado em junho de 2016 e que se consolidou durantes estes quatro anos graças ao esforço de mais de 900 colaboradores e mais de 300 fornecedores portugueses, aos quais a empresa comprou 217 milhões de euros em 2019. Deste valor, 126 milhões de euros correspondem a fornecedores comerciais, sendo que 90% dos produtos comprados em Portugal são exportados para Espanha.

Segundo a empresa, nos primeiros 6 meses de operação com as suas 10 lojas, a Mercadona obteve uma faturação total superior a 32 milhões de euros e contribuiu para a riqueza do país com o pagamento de 11 milhões de euros em impostos através da sua sociedade portuguesa, Irmãdona Supermercados S.A. A empresa continuou o forte esforço de investimento no desenvolvimento deste projeto, superior a 220 milhões de euros entre 2016 e 2019 e tem previsto para 2020 um investimento em Portugal de 140 milhões de euros.

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Camião cai de viaduto na A3 e faz dois feridos

Acidente

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Foto: Fama TV

Um camião entrou em despiste após colisão e caiu de um viaduto na A3, em Santo Tirso, cerca das 22:00 horas desta terça-feira, provocando dois feridos, apurou O MINHO junto do CDOS do Porto.

No local estão corporações de bombeiros Tirsenses, Trofa e Famalicão, entre outras autoridades, num total de 44 operacionais e 15 viaturas.

Ao que O MINHO apurou, o pesado de mercadorias colidiu com uma viatura ligeira, ainda na A3, acabando por tombar do viaduto, em Várzea, concelho de Santo Tirso.

Do sinistro resultaram dois feridos ligeiros, os condutores de ambas as viaturas envolvidas no acidente.

Apenas o motorista do camião necessitou de assistência hospitalar.

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Bispo de Vila Real recomenda adiamento de casamentos e batismos

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O bispo de Vila Real, António Augusto Azevedo, recomenda o adiamento de casamentos e batismos e mantém a suspensão das procissões, festas e romarias, medidas que visam contribuir para superar a pandemia.

O regresso das cerimónias religiosas comunitárias está previsto para sábado.

Numa mensagem dirigida a todos os diocesanos de Vila Real, António Augusto Azevedo afirmou que “estes passos de um desconfinamento gradual exigem de todos a mesma prudência e responsabilidade” e renovou o apelo para que “continuem a dar exemplo de maturidade cívica e de compromisso com o bem comum”.

O bispo divulgou um conjunto de recomendações para serem aplicadas no âmbito da diocese de Vila Real, que seguem as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), e apontou que, esta nova fase e tendo em conta as necessárias adaptações, “vai exigir um maior esforço aos párocos, um espírito de compreensão por parte dos fiéis, e, sobretudo, uma grande colaboração entre padres e leigos”.

“Para que em cada comunidade tudo esteja organizado, sugere-se a criação de equipas de acolhimento, para que, em colaboração com os párocos, preparem devidamente as celebrações”, salientou.

António Augusto Azevedo recomenda que “os sacramentos do batismo e matrimónio sejam adiados” e esclareceu que, não sendo possível, devem ser celebrados no respeito pelas orientações da CEP.

Adiantou ainda que “continuam suspensas até novas orientações” as “peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas”.

“Apesar da pena que esta medida causará a todos, desejamos que ela contribua para que a pandemia não se agrave, antes seja mais rapidamente superada”, referiu.

No âmbito da diocese, as “celebrações do sacramento da confirmação e as visitas pastorais continuam adiadas para o próximo ano pastoral, quando houver condições para a sua realização” e, nesta fase, “são desaconselhados os ofícios dos defuntos na forma pública, podendo ser rezados particularmente”.

De acordo com o bispo, até ao final do ano pastoral, as atividades eclesiais que impliquem maior aglomeração de pessoas, como catequese, reuniões, encontros, devem ser feitas por meios telemáticos.

Os mais idosos, fragilizados ou pertencentes a algum grupo de risco poderão acompanhar as celebrações através dos vários meios de comunicação social ou da Internet, e todos os que vão participar nas celebrações têm de usar máscara ao entrar na igreja e a higienizar as mãos.

A regra do distanciamento vai implicar uma redução da capacidade de cada igreja, poderão ser alterados horários e locais das missas e podem também ser feitas celebrações ao ar livre, sempre que se justificarem e onde houver condições, respeitando as regras litúrgicas e todas as normas de segurança.

“Este conjunto de recomendações visa proteger a saúde de todos os que frequentam as nossas igrejas e participam na vida das comunidades. Agora, mais do que nunca, precisamos de cuidar uns dos outros, sobretudo daqueles nossos irmãos mais afetados por esta crise pandémica e pelas suas consequências”, afirmou.

António Augusto Azevedo aproveitou para realçar “o esforço de muitos padres e leigos em manterem as comunidades cristãs unidas e com a vitalidade possível nestas circunstâncias”, bem como para “exaltar as múltiplas iniciativas dos secretariados diocesanos, movimentos e grupos, sempre com a marca da criatividade pastoral, aproveitando as potencialidades do mundo digital”.

“Estes sinais de renovação que têm evidenciado um maior protagonismo das famílias e dos jovens, são promissores para o futuro da diocese”, acrescentou.

Segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS), o distrito de Vila Real contabiliza cerca de 290 casos confirmados de covid-19.

Portugal contabiliza hoje, de acordo com a DGS, 1.330 mortos associados à covid-19 em 30.788 casos confirmados de infeção.

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