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Covid: Portugal tem 13.683 casos ativos e 161 surtos (Norte com maior índice de transmissão)

27 no Norte

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Foto: DR / Arquivo

A ministra da Saúde, Marta Temido, acabou de anunciar esta sexta-feira que existem 13.683 casos ativos de covid-19 em todo o país, com maior concentração na região de Lisboa e Vale do Tejo.


Adiantou ainda que existem 161 focos do novo coronavírus no país, 27 dos quais na região Norte.

É também no Norte onde o indíce de transmissão do vírus é mais elevado, estando acima de 1 (1,12).

A ministra avançou ainda que existem 269 óbitos de pessoas institucionalizadas em lares na região Norte do país.

Na região Centro, o índice de infeção é de 1,06, enquanto que em Lisboa e Vale do Tejo situa-se nos 0,98. No Algarve é de 0,81 e no Alentejo é de 0,81.

No que diz respeito aos surtos, Lisboa e Vale do Tejo tem atualmente 107 focos ativos. A região centro tem 10, Alentejo 5 e Algarve 12.

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Incêndios: 300 militares das Forças Armadas no terreno pelo menos até domingo

Anunciou o Estado-Maior General das Forças Armadas

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Foto: DR / Arquivo

Cerca de 300 militares vão estar no território continental até domingo em missões de vigilância e patrulhamento dissuasor de fogos florestais, anunciou hoje o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).

As ações agora programadas vão ocorrer em oito distritos de Portugal, “empenhando 18 patrulhas diárias (quatro da Marinha e 14 do Exército), num total de 162 militares nos três dias”, lê-se em comunicado do EMGFA.

“Resultante de um pedido da GNR ao EMGFA, foi igualmente ativada, desde ontem [quinta-feira] e até ao final o dia de hoje, uma aeronave P-3C CUP+ORION, com uma tripulação de 13 militares que está a sobrevoar 15 distritos”, refere.

Aqueles números de efetivos somam-se aos 119 que já se encontram nas mesmas funções: “108 militares no âmbito do Plano Faunos, em apoio ao Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, nove militares no âmbito de protocolos municipais, em missões de vigilância e sensibilização da população, e dois militares que constituem a tripulação do helicóptero “Koala”, que realiza operações de reconhecimento, avaliação e coordenação.

O Governo anunciou hoje o prolongamento “até ao final de domingo” da declaração de situação de alerta em todos os distritos, face ao risco de incêndio rural, apelando ao cumprimento da proibição do uso do fogo.

“As próximas 48 horas continuam a inspirar cuidado, inspiram atenção, vamos manter alguns distritos em alerta vermelho e também outros em alerta laranja. Fruto disso, a decisão foi de prolongar a declaração de situação de alerta a todo território nacional [continental] até ao final do dia de domingo”, afirmou a secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar, após reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, Oeiras.

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Metade das empresas de têxtil e vestuário admite despedir este ano

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Metade das empresas têxteis e de vestuário admite reduzir o emprego este ano, após a maioria ter registado quebras de faturação superiores a 30% entre abril e julho, segundo um inquérito divulgado hoje pela associação setorial.

De acordo com o inquérito realizado pela Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) na última quinzena de julho, para avaliar junto das empresas o impacto da pandemia de covid-19, “entre abril e julho mais de metade das empresas do setor tiveram uma quebra no volume de negócios superior a 30%” e “as expectativas para o total do ano não são muito melhores”, já que 46% das empresas acredita vir a ter uma quebra superior a 30%.

Relativamente ao nível de emprego para 2020, “apesar das medidas definidas pelo Governo, metade das empresas inquiridas acreditam que terão de reduzir o número de empregados, com cerca de um quarto das empresas a estimar que essa redução seja superior a 10%”, avança.

Segundo a associação liderada por Mário Jorge Machado, “devido à grande volatilidade que caracteriza o atual momento, as expectativas face à retoma estão muito difusas e incertas” e cerca de 80% dos inquiridos estima ainda uma retoma inferior a 60% para o mês de setembro.

O inquérito realizado pela ATP revela ainda que cerca de metade das empresas recorreram ou estavam ainda a utilizar o ‘lay-off’ simplificado e as linhas de crédito lançadas pelo Governo, sendo o fim do regime do regime transitório de ‘lay-off’ “uma das principais preocupações, tendo em conta o atual cenário e as fracas perspetivas de retoma”.

Em termos de medidas de apoio, as empresas pedem “mais rapidez, simplificação e menos burocracia”.

Face ao fim do ‘lay-off’ simplificado, pedem, designadamente, um mecanismo de apoio para empresas com quebras de atividade ou faturação a partir de 20%, mais incentivos ao investimento na indústria em áreas como a modernização e a internacionalização e pagamentos mais rápidos por parte do Portugal 2020.

Ainda reclamado é o aumento da comparticipação ao investimento e do incentivo a fundo perdido, uma “aprovação mais célere” das candidaturas submetidas e a prorrogação dos prazos de implementação dos projetos de investimento.

Em termos fiscais, o setor têxtil e de vestuário solicita “a redução, entre outros, da TSU [Taxa Social Única] e do IRC [Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas], sobretudo para empresas mais afetadas”, considerando também “fundamental o reforço das linhas de crédito, uma política de seguros de crédito à exportação adaptada à realidade e uma maior flexibilização no pagamento de dívida a médio prazo”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 715 mil mortos e infetou mais de 19,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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Covid-19: Mais três mortos, 290 infetados e 247 recuperados no país

Pandemia

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Foto: DR (Arquivo)

Portugal regista hoje mais 3 mortes e 290 novos casos de infeção por covid-19, 208 dos quais na região de Lisboa e Vale do Tejo, em relação a quinta-feira, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim, desde o início da pandemia até hoje registam-se 52.351 casos de infeção confirmados e 1.746 mortes.

Há 38.087 casos recuperados, mais 247.

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