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Vitória SC

Pedro Martins crê que Vitória SC está perto do “trilho das vitórias”

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O treinador do Vitória SC, Pedro Martins, realçou esta sexta-feira que o plantel está a “trabalhar bem” para entrar numa maré vitoriosa frente ao Desportivo das Aves, em jogo da 10.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Sem vencer para o campeonato há dois jogos – perdeu por 1-0 ante o Belenenses e empatou 3-3 com o Portimonense, depois de ter estado a perder por 3-0 –, o conjunto vimaranense, 10.ª classificada, com 11 pontos, está, segundo o técnico, “forte, unido, coeso” e ciente dos objetivos e da responsabilidade para dar, na deslocação à Vila das Aves, uma resposta que garanta o regresso aos triunfos.

O grupo está bem. Sinceramente, falar desta forma com resultados que não são os melhores, não é fácil, mas há muito tempo que vem fazendo bons jogos. A equipa vem dando mostras da qualidade do seu jogo e está muito próxima de agarrar o trilho das vitórias”, sublinhou, na conferência de antevisão à partida agendada para as 20:15, de domingo.

O treinador referiu, aliás, que o Vitória SC pode, no domingo, começar a “alterar” a situação corrente através do exemplo do jogo com os algarvios, no qual depois de ter sofrido três golos entre os 15 e os 30 minutos, num período em “nunca se encontrou”, a equipa deu uma “resposta fantástica” e ficou perto de uma “reviravolta histórica”.

Pedro Martins avisou, porém, que espera um jogo “difícil” e “competitivo” frente a uma equipa “ávida e necessitada de pontos”, “aquém da classificação” desejada – 16.ª, com seis pontos – e recheada de “jogadores com enorme experiência no futebol português”, agora treinados por Lito Vidigal.

“Tive a oportunidade de ir à Vila das Aves ver o jogo com o Benfica. É uma equipa bem organizada, já um pouco diferente da do Ricardo [Soares]. Não estou a dizer se melhor, se pior, mas diferente”, disse.

Questionado sobre algumas críticas dos adeptos sobre o rendimento da equipa, nomeadamente sobre a opção tática por dois médios defensivos, Pedro Martins referiu a parceria entre Wakaso e Celis, pode não “estar a resultar”, mas, com as “coisas a evoluírem melhor”, a “coordenação vai ser evidente”, justificando que o grupo da época passada “fez história” a jogar precisamente no mesmo sistema.

Ainda sobre a insatisfação dos vitorianos com o rendimento da equipa e a pressão que, daí, se pode gerar, Pedro Martins vincou que quem “não estiver habituado à pressão, tem de mudar de profissão”, e considerou que, depois da recuperação com o Portimonense, a equipa mostrou “tarimba”, “personalidade” e “uma mentalidade muito forte” para superar o momento “difícil” que vive.

O Vitória de Guimarães, 10.º classificado, com 11 pontos, defronta o Desportivo das Aves, 16.º, com seis, em jogo da 10.ª jornada, pelas 20:15 de domingo, no Estádio do Clube Desportivo das Aves, em jogo que será dirigido pelo árbitro Luís Ferreira, da Associação de Futebol de Braga.

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I Liga

Racismo: Conselho de Disciplina “está limitado” à aplicação dos regulamentos

Caso Marega

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Foto: Twitter de FC Porto

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) “está limitado” à aplicação do regulamento disciplinar, disse hoje o presidente, que explicou que não pode ser este órgão a “preencher as falências das normas disciplinares”.

José Manuel Meirim explicou, em comunicado, que este fim de semana se registou “uma situação de violência cujos factos serão, necessariamente, apurados em adequado procedimento disciplinar”, com o CD a anunciar a abertura do processo ao Vitória SC, devido a insultos racistas ao futebolista maliano do FC Porto Moussa Marega.

Conselho de Disciplina abre processo disciplinar ao Vitória

O presidente do CD frisa que o órgão “tem como uma das suas bandeiras” o sancionamento de infrações disciplinares devido a comportamento incorreto e violento do público e que não se demitirá das suas responsabilidades, mas apenas o pode fazer “quando exista prova e nos termos dos regulamentos”.

“O Conselho de Disciplina não cria as normas que lhe é dever aplicar. Ao Conselho cabe a tarefa – não isenta de responsabilidades – de aplicar as normas aprovadas pelos órgãos competentes para tal”, refere.

José Manuel Meirim frisou que o CD não tem liberdade para aplicar sanções “para além das balizas que lhe são impostas” e que não pode ser o órgão a “preencher as falências das normas disciplinares que não cobrem – ou não cobrem devidamente – tudo aquilo que, em dado momento, se entende que deveria estar previsto”.

“Os poderes disciplinares exercidos pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol são poderes sancionatórios de natureza pública e daí decorre que o órgão se encontra bem limitado na aplicação das normas disciplinares, o que faz todo o sentido”, defendeu.

O presidente do CD dá o exemplo de um artigo do regulamento disciplinar das competições organizadas pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional, o 113.º, para comportamentos discriminatórios em função da raça, religião ou ideologia.

“Os clubes que promovam, consintam ou tolerem a exibição de faixas, o cântico de slogans racistas ou, em geral, com quaisquer comportamentos que atentem contra a dignidade humana em função da raça, língua, religião ou origem étnica são punidos com a sanção de realização de jogos à porta fechada a fixar entre um mínimo de um e o máximo de três jogos e, acessoriamente, a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 200 unidades de conta (20.400 euros) e o máximo de 1.000 unidades de conta (102.000 euros)”, destacou.

José Manuel Meirim explica que para sancionar um clube ou uma sociedade desportiva é necessária a existência de prova, “a recolher ou não na instrução disciplinar, pelo órgão próprio, que não o Conselho”, de que tenha ocorrido uma situação de promoção, consentimento ou tolerância.

No domingo, o avançado do FC Porto Moussa Marega recusou-se a permanecer em campo, ao minuto 71 do jogo, após ter sido alvo de cânticos racistas por parte dos adeptos da formação vimaranense, numa altura em que os ‘dragões’ venciam por 2-1, resultado com que terminou o encontro.

Depois de pedir a substituição, Marega, que já alinhou no emblema minhoto e tinha marcado o segundo golo dos ‘azuis e brancos’, dirigiu-se para as bancadas do recinto vimaranense, com os polegares a apontarem para baixo, situação que originou uma interrupção do jogo durante cerca de cinco minutos.

Vários jogadores do FC Porto e do Vitória SC tentaram demovê-lo, mas Marega mostrou-se irredutível na decisão de abandonar o jogo, tendo acabado por ser substituído por Manafá.

Fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) confirmou à Lusa a identificação de várias pessoas suspeitas de dirigirem cânticos e insultos racistas a Marega, sem adiantar o número de suspeitos, acrescentando que continua a efetuar diligências para identificar outros envolvidos.

O Ministério Público instaurou um inquérito na sequência deste incidente, que já mereceu a condenação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa, entre outros.

Este comportamento configura um crime previsto no Código Penal punido com prisão de seis meses a cinco anos e uma contraordenação sancionada com coima entre 1.000 e 10.000 euros.

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Vitória SC

Folha confiante na conquista de pontos na visita ao Vitória

13.ª jornada da I Liga

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Foto: DR/Arquivo

O treinador do Portimonense manifestou-se hoje confiante na conquista de pontos na deslocação ao Vitória SC, em jogo da 13.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, embora anteveja “muitas dificuldades” diante de um adversário de qualidade.

“Estamos preparados para enfrentar as dificuldades que o Vitória, certamente, nos irá criar, mas espero que possamos estar numa noite boa para discutir o jogo e conseguir fazer pontos, que é aquilo que desejamos”, disse o técnico António Folha.

O treinador dos algarvios falava em conferência de imprensa de antevisão do jogo que opõe o Vitória SC, sétimo classificado, com 17 pontos, ao Portimonense, 15.º, com 11, que se disputa no domingo, às 15:00, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

António Folha indicou que a equipa algarvia tem trabalhado bem ao longo da semana, o que lhe permite encarar o jogo “com otimismo, para fazer um bom resultado, somar pontos e dar continuidade ao que de bom tem sido feito”.

“A vitória no último jogo sobre Famalicão [2-1] foi importante, aliás, uma vitória é sempre importante, permitiu somar três pontos, que é o mais importante. Essa foi bem conseguida e queremos dar continuidade a esse trabalho”, sublinhou.

O treinador revelou que vai ter de fazer alterações à equipa para o jogo com o Vitória SC, devido às ausências forçadas do habitual titular Pedro Sá, devido a castigo, e de Bruno Tabata e Hackman, a recuperarem de lesões.

“São baixas que são sempre importantes, mas temos de ir a jogo com outros. Paciência, é a vida”, resignou-se o treinador.

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Taça da Liga

Taça da Liga: Gil Vicente recebe o Sporting e Vitória SC visita o Vitória de Setúbal

Fase de grupos

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Foto: Paulo Jorge Magalhães/O MINHO

O Gil Vicente necessite de um triunfo frente ao Sporting, detentor do troféu, em Barcelos, na quarta-feira, para preservar as esperanças de seguir em frente na Taça da Liga de futebol, enquanto o Vitória SC visita o Vitória de Setúbal e Benfica e FC Porto visitam emblemas de II Liga.

Os ‘leões’, vencedores das duas últimas edições da prova, estrearam-se no grupo C com um desaire caseiro diante do Rio Ave (2-1), em 26 de setembro, naquele que foi o último encontro de Leonel Pontes à frente do conjunto de Alvalade, antes de ser rendido por Silas.

Num duelo em atraso da segunda jornada, marcado para as 20:45, entre duas equipas sem qualquer ponto, tanto Sporting como Gil Vicente necessitam de vencer para reduzirem distâncias para Portimonense e Rio Ave, que somam quatro, e manterem-se na luta pelo apuramento.

Um dia antes, na terça-feira, a partir das 20:15, o Benfica, recordista de troféus (sete), visita o quinto classificado da II Liga, Sporting da Covilhã, depois de ter iniciado o grupo B da competição com um nulo (0-0) perante o Vitória SC.

Além de ‘encarnados’ e vitorianos, também os serranos e o Vitória de Setúbal somam um ponto, em virtude da igualdade entre ambos (1-1), pelo que os quatro emblemas mantêm ambições de prosseguir em prova, sendo que os sadinos recebem o Vitória SC, na quarta-feira, às 18:45.

O último jogo em atraso da segunda jornada vai opor o Casa Pia, 17.º e penúltimo colocado da II Liga, ao finalista da última edição, FC Porto, na quinta-feira, a contar para o grupo D.

Os ‘dragões’ têm três pontos, depois de terem batido o Santa Clara (1-0), e os casapianos estão em ‘branco’, devido ao desaire com o Desportivo de Chaves (1-0). Os flavienses lideram o agrupamento, com seis pontos em dois jogos, enquanto os açorianos, com duas derrotas, não têm hipóteses de seguir em frente.

Em caso de triunfo, o FC Porto iguala o Desportivo de Chaves no primeiro posto e a decisão da passagem ficará agendada para 21 de dezembro, quando os dois emblemas se defrontarem em Trás-os-Montes, na terceira e última ronda da fase de grupos.

Os primeiros classificados de cada um dos quatro grupos apuram-se para as meias-finais da Taça da Liga, com o líder do grupo A a cruzar-se com o do grupo C, e o primeiro colocado do grupo B a defrontar o do grupo D.

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