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Orquestras da Casa da Música tocam em Braga e Viana

Entrada livre

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Foto: DR/Arquivo

A Orquestra Sinfónica do Porto e a Orquestra Barroca, agrupamentos da Casa da Música, atuam, de quinta-feira a 11 de setembro, em sete cidades do país, em concertos de entrada livre em espaço público.

A Orquestra Barroca assume cinco dos sete concertos, atuando na quinta-feira em Évora, na Praça do Giraldo, no sábado, em Mafra (Terreiro de D. João V), no domingo, em Faro (Praça da Sé), no Museu Francisco Júnior em Castelo Branco, no dia 10, e na Praça da República de Viana do Castelo, no dia seguinte, fechando este ciclo.

Antes, a Sinfónica sobe a palco no sábado, na Avenida dos Aliados, no Porto, pelas 22:00, inserido no já habitual programa de Concertos na Avenida que a Casa da Música costuma organizar, seguindo-se, no domingo, a cidade de Braga, ambos pelas 21:00.

O programa apresentado pela Barroca arranca com a sinfonia “Les éléments”, do compositor e violinista Jean-Féry Rebel (1666-1747), uma figura de proa da corte do rei Luís XIV que nesta obra explora a criação do mundo e inclui um movimento dedicado ao caos.

Seguem-se obras do Georg Friedrich Handel (1685-1759), um dos mais reconhecidos compositores da síntese do barroco tardio, com uma suíte de “Música Aquática” e partes das óperas “Radamisto” e “Partenope”.

Os concertos, marcados para as 22:00, terminam com o Concerto para violino, dois oboés, duas trompas, tímpanos e cordas do veneziano Antonio Vivaldi (1678-1741), “melodias contagiantes” e que dão protagonismo aos instrumentos de sopro.

À Barroca junta-se o violinista, contratenor e maestro russo Dmitry Sinkovsky, que em 2017 dirigiu a Sinfónica de Seattle, nos Estados Unidos, nas mesmas funções, então também em torno da música de Vivaldi.

O programa dos dois concertos da Sinfónica, dirigida pelo maestro titular Baldur Brönnimann, inclui sete peças focadas na música de dança, da festa popular a valsas e a ritmos da música eletrónica.

O “Carnaval Romano”, do francês Hector Berlioz (1803-1869), abre para a “Dança das Horas”, do italiano autor da ópera “A Gioconda” Amilcare Ponchielli (1834-1886), antes de obras dos ingleses Eric Coates e Frederick Delius.

“O Chapéu de Três Bicos”, do espanhol Manuel de Falla, abre a ligação latina a “La Milonga del Angel”, do argentino Astor Piazzolla, antes da sonoridade ‘techno’ da obra do norte-americano Mason Bates, com “Mothership”.

Segundo comunicado da organização, o objetivo do ciclo é “contribuir para a valorização desses centros históricos e fomentar o gosto pela música mais erudita, derrubando barreiras e conquistando novos públicos”.

Na apresentação do programa, o diretor artístico da Casa da Música, António Jorge Pacheco, garantiu à Lusa a continuidade do programa para 2020, por ser capaz de mudar “a forma como a Casa da Música é vista em todo o território nacional”.

Este trabalho, que arrancou em julho com um concerto da Sinfónica em Lisboa, envolve “uma logística brutal” e um orçamento “de mais de 500 mil euros”, através da parceria com a Fundação La Caixa.

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Viana do Castelo

Veja como foi a primeira noite do Viana Bate Forte

Fotorreportagem de Vasco Morais

em

Fotos: Vasco Morais

O festival de música Viana Bate Forte já arrancou no centro da cidade de Viana do Castelo, na noite desta sexta-feira, com nomes de vulto da música nacional. GNR, Agir, Mão Morta e Valete foram os cabeças de cartaz, espalhados em dois diferentes palcos. O encerramento ficou a cargo de Deejay Kamala, já depois das 02h00. No Palco da Erva atuaram os The Oafs, a brasileira Tainá e os portuenses Zen.

Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

O festival prossegue este sábado com Ana Moura, às 22:15 no Palco da Liberdade, seguida dos Wet Bed Gang, pelas 00:45. No Palco da República vão atuar os Kappa Jotta, às 21:00, Dino D’Santiago é o artista que se apresenta às 23:30, terminando DJ Patife às 02:00. O Palco da Erva conta com os vianenses Pedaço Mau, às 20:30, Phoenix RDC às 23:00, e Vítor Hugo, pela 01:30 da madrugada.

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Braga

ASAE apreende vinho “Pêra Manca” falsificado à venda em Braga por 400 euros a garrafa

ASAE

em

Foto: DR

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) identificou uma pessoa por ter colocado à venda duas garrafas de vinho contrafeito a 400 euros cada.

Através da sua Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal (UNIIC), a ASAE realizou, em Braga, uma ação de fiscalização num estabelecimento de restauração e bebidas, no âmbito do combate à contrafação.

No decurso da investigação foi identificado um indivíduo que vendia garrafas de vinho falsificadas como sendo genuínas.

Como resultado da ação foi instaurado um processo-crime por fraude sobre mercadorias e venda de artigos contrafeitos, tendo sido apreendidas duas garrafas de vinho, ostentando a marca Pêra Manca.

Em comunicado, a ASAE explica que continuará a desenvolver esta atividade, na qualidade de órgão de polícia criminal, no que se refere à salvaguarda das regras do mercado e da livre concorrência, defendendo os direitos da propriedade industrial.

Em julho, a ASAE apreendeu oito garrafas de vinho tinto da marca “Barca Velha” também por suspeitas de falsificação, que estavam à venda na Internet e cujo valor poderia ser superior a 4.500 euros.

A investigação sobre mercadorias e contrafação na área dos vinhos durava há alguns meses e culminou com a apreensão de oito garrafas de vinho tinto “premium” com rótulo “Barca Velha”, supostamente das colheitas de 1978, 1982 e 2004 e que estavam à venda em sites e leilões.

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Braga

INEM salva bebé encontrado a boiar em banheira na Póvoa de Lanhoso

Em Geraz do Minho

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

A equipa do INEM de Braga, em conjunto com os Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, salvaram esta sexta-feira à noite um bebé de onze meses, em Geraz do Minho, Póvoa de Lanhoso, depois deste ter-se quase afogado numa banheira na habitação onde reside com a família.

Segundo conta o Jornal de Notícias, a mãe encontrou o bebé a boiar na banheira depois de este ter ficado ao cuidado de um irmão mais velho enquanto tomava banho.

Rapidamente foram mobilizados para o local a equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de Braga que procedeu às manobras de reanimação da criança, em conjunto com bombeiros da Póvoa de Lanhoso que também acudiram à ocorrência.

Os médicos e bombeiros conseguiram reverter a situação do bebé, sendo este rapidamente transportado para o Hospital de Braga, com escolta da GNR.

Dada a gravidade da situação, o bebé acabou transferido para o Hospital São João, no Porto, não correndo perigo de vida.

Notícia atualizada às 12h33

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