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Desporto

“O Minhoto” – FC Famalicão e Hélder Nunes (Barcelos) conquistam Grande Prémio do Júri

Troféus

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Foto: Divulgação / O Minhoto

A Organização de “O Minhoto” – Troféus Desportivos procedeu à entrega dos troféus aos premiados da XXIII edição. Tal sucedeu em modo distinto do habitual por força da situação que se vive.


Recorde-se que a XXIII Gala anual de entrega dos troféus relativos ao ano de 2019, prevista para o passado mês de março, foi adiada em sequência da pandemia COVID 19.

A Organização considerou não ser oportuno realizar a Gala e entendeu manter-se a entrega dos troféus de forma a preservar os propósitos da iniciativa: homenagear o mérito dos envolvidos no fenómeno desportivo da região.

Assim a entrega dos troféus aconteceu de forma descentralizada, em dias distintos, nos concelhos de origem de cada um dos premiados e numa cerimónia que contou apenas com a presença destes e dos convidados para a entrega dos mesmos, sendo que a Organização dará a conhecer os vídeos que registaram esses momentos através das redes socais.

Entre os premiados desta edição, realce para Hélder Nunes, o hoquista do F. C. de Barcelona (natural de Barcelos), que conquistou o troféu referente ao Grande Prémio do Júri Individual e para o Futebol Clube de Famalicão, que obteve o Grande Prémio do Júri Coletivo.

Nesta XXIII edição, destaque-se a existência de 12 concelhos com premiados e o facto de um terço dos troféus individuais (8, num total de 24) terem sido entregues a senhoras, dado relevante pelo simbolismo que a mesma transporta em si, já que os prémios de cada área são atribuídos ao mérito sem o fazer por distinção de género.

Os 28 troféus entregues foram atribuídos por votação de um extenso Júri composto por 97 elementos, entre jornalistas desportivos de órgãos locais, regionais e nacionais dos diferentes meios de comunicação social, e ainda entidades ligadas ao desporto.

A iniciativa contou com colaborações diversas, entre as quais os Municípios da região Minho, o Instituto Português do Desporto e Juventude, a Confederação do Desporto de Portugal, o Comité Olímpico de Portugal, o Comité Paralímpico de Portugal, a Fundação Inatel, o Turismo do Porto e Norte de Portugal, várias federações e associações de clubes, além das restantes pessoas e entidades envolvidas no fenómeno desportivo da região.

O sucesso de mais uma edição de “O Minhoto”, em muito se deveu à louvável postura de cooperação demonstrada pelos diferentes agentes e entidades envolvidos na iniciativa.

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Futebol

“Foi sangue, suor, lágrimas e uma pontinha de sorte”

Carlos Carvalhal

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Foto: NEXT TV / SC Braga

Declarações dos treinadores após o jogo Benfica-SC Braga (2-3), a contar para a sétima jornada da I Liga portuguesa de futebol, realizado hoje no Estádio da Luz, em Lisboa:

Carlos Carvalhal (treinador do SC Braga): “Não se consegue uma vitória destas, no Estádio da Luz, sem sangue, suor, lágrimas e uma pontinha de sorte. Foi uma equipa muito coesa, um grande grupo, num jogo bem preparado, apesar do sétimo de três em três dias, e em que os jogadores foram exímios a cumprir o plano delineado.

Na primeira parte conseguimos a vantagem sem grandes oportunidades, e na segunda parte houve a reação do Benfica, que esperávamos, mas conseguimos fazer o 3-0. O Benfica depois empurrou-nos para trás, mas conseguimos defender de forma estoica e estivemos coesos e unidos. Foi uma vitória sofrida, mas ficamos com os três pontos, que era o mais importante.

O Braga vai lutar por ganhar o próximo jogo, não mais do que isso. As pessoas estão a olhar para o Braga e a inflamar em demasia. Temos os pés bem assentes no chão. No início, depois de duas derrotas, já todos desconfiavam de nós, mas nunca vacilámos. Hoje, depois desta vitória, não vamos andar de pés no ar. Estamos apenas focados no próximo jogo, com o Trofense. Os objetivos surgem ao longo de uma maratona, isto não é um sprint.”

Jorge Jesus (treinador do Benfica): “Tudo tem justificação e o Benfica hoje, na primeira parte, não fez um bom jogo. O Braga controlou os nossos movimentos ofensivos, tivemos pouca dinâmica e velocidade. O Braga esperou pela sua oportunidade de golo e não falhou. Na segunda parte melhoramos, fomos mais agressivos, mas defensivamente cometemos alguns erros que ditaram o 3-0. Fomos à procura de reduzir, chegamos ao 3-2, podíamos ter empatado, mas nada disso serve de desculpa para o que fizemos na primeira parte.

O Braga é uma boa equipa, experiente, que sabe jogar com os momentos do jogo, e temos de dar os parabéns aos jogadores do Braga por terem alcançado os seus objetivos.

Há muitas coisas que temos de modificar. Quando estamos em prejuízo é que mudamos de atitude, mas esta é uma derrota que nos custa muito, que nos tira confiança, numa altura em que o plantel se vai embora para as seleções e em que não poderemos falar dos momentos deste jogo.

Não ganhar há três jogos claro que gera preocupação. Esta equipa do Braga é interessante, mas isso não justifica a derrota, porque o Benfica tem de ser melhor. Houve incapacidade coletiva e individual.

O Benfica começou bem o campeonato, mas as mudanças na defesa têm tido influência nestes últimos resultados. Sofrer tantos golos vai-nos quebrando. Acreditamos sempre, hoje íamos novamente conseguindo uma recuperação, mas sofrer tantos golos quebra o ânimo aos jogadores no jogo e para o futuro. As derrotas não dão saúde e o treinador é o primeiro responsável destas derrotas.”

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Futebol

SC Braga marca três na Luz e vence Benfica com ‘bis’ de Moura

I Liga

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Foto: SC Braga

O SC Braga venceu esta noite o Benfica por 2-3, no Estádio da Luz, em jogo a contar para a sétima jornada da Liga. Os arsenalistas colocaram-se em vantagem através de Iuri Medeiros, aos 38 minutos, e foram para os balneários a vencer.

Na segunda parte, o bracarense Francisco Moura estreou-se a marcar na Liga, com dois golos, aos 50 e aos 63 minutos. O Benfica ainda conseguiu reduzir com dois golos de Seferovic, aos 68 e aos 86, mas foi o Braga quem conquistou os três pontos.

Com este resultado, o Braga sobe ao segundo lugar da Liga, com os mesmos pontos de Benfica (15).

O Benfica até entrou melhor no encontro e logo aos 10 minutos poderia ter inaugurado o marcador quando Vertonghen, com um remate de costas para a baliza, obrigou o guarda-redes Matheus a aplicar-se.

Mas à passagem da meia hora os bracarenses tomaram conta das operações e com a linha de meio-campo muito próxima da defensiva não deram espaço ao Benfica para procurar situações de golo.

Golo esse que viria a surgir aos 38 minutos, depois de uma má reposição de Otamendi, que ‘ofereceu’ a bola a Castro, que de cabeça, entregou-a a Iuri Medeiros. Este tirou Samaris e Nuno Tavares da frente para, de pé esquerdo, rematar junto ao poste direito da baliza de Vlachodimos.

Ao intervalo, Jorge Jesus deixou no balneário Samaris e Everton, e colocou em campo Gabriel e Seferovic, fazendo descair Waldschmidt para o flanco direito, mas ainda mal os jogadores se tinham posicionado e já o jovem Francisco Moura, de 21 anos, fazia o 2-0, aos 50 minutos, depois de receber a bola de Al Musrati, num passe de rotura, ficando de cara a cara com Vlachodimos.

O Benfica arregaçou as mangas e partiu para cima do Braga, mas encontrou pela frente muita disciplina defensiva. As entradas de Grimaldo, que rendeu Nuno Tavares, e Taarabt, para o lugar de Pizzi, deram maior clarividência e velocidade aos ‘encarnados’, mas, aos 63 minutos, Vlachodimos borrou a pintura.

O guarda-redes ficou colado ao chão, fora da área do Benfica, e foi incapaz de cortar a bola de cabeça a Francisco Moura. Perante esta passividade, na qual Otamendi também não reagiu, o jovem bracarense não se fez rogado e bisou no encontro.

Depois disso, o Benfica empurrou o Braga para trás da sua linha de meio campo e, aos 68 minutos, Seferovic, de pé direito, a passe de Rafa, reduziu o marcado. O suíço, aos 70, esteve perto de fazer o 2-3, de cabeça, mas Matheus estava no sítio certo e defendeu.

Este golo galvanizou os ‘encarnados’ e, aos 74 minutos, Waldschmidt na cara de Matheus não teve a frieza necessária para fazer o segundo do Benfica. Na resposta, Galeno, aos 76, esteve perto do quarto golo para os bracarenses.

A cinco minutos do final Sefevorvic bisou no encontro, após assistência de Grimaldo e reacendeu a esperança de repetir o empate frente ao Rangers na Liga Europa (3-3), mas o resultado não viria a sofrer alterações, apesar de, aos 90+5, o suíço ter introduzido a bola na baliza do Braga, mas estava em posição irregular, motivo pelo qual o árbitro portuense Artur Soares Dias anulou o golo.

Ficha de Jogo

Jogo realizado no Estádio da Luz, em Lisboa.

Benfica – SC Braga, 2-3.

Ao intervalo: 0-1.

Marcadores:

0-1, Iuri Medeiros, 38 minutos.

0-2, Francisco Moura, 50.

0-3, Francisco Moura, 63.

1-3, Seferovic, 68.

2-3, Seferovic, 86.

Equipas:

– Benfica: Vlachodimos, Gilberto (Diogo Gonçalves, 69), Otamendi, Vertonghen, Nuno Tavares (Grimaldo, 60), Pizzi (Taarabt, 59), Samaris (Gabriel, 46), Rafa, Everton (Seferovic, 46), Waldschmidt e Darwin.

(Suplentes: Helton Leite, Grimaldo, Gabriel, Cervi, Seferovic, Diogo Gonçalves, Weigl, Jardel e Taarabt).

Treinador: Jorge Jesus.

– SC Braga: Matheus, Ricardo Esgaio, Bruno Viana, Tormena, Sequeira, Francisco Moura (João Novais, 73), Castro, Al Musrati, Galeno (Rodrigo Gomes, 90+1), Iuri Medeiros (Raul Silva, 90+2) e Paulinho (Schettine, 87).

(Suplentes: Tiago Sá, Zé Carlos, Rolando, João Novais, Abel Ruiz, André Horta, Raul Silva, Rodrigo Gomes e Schettine).

Treinador: Carlos Carvalhal.

Árbitro: Artur Soares Dias (AF Porto).

Ação disciplinar: Iuri Medeiros (11), Ricardo Esgaio (26), Sequeira (56) e Diogo Gonçalves (79).

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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Futebol

FC Porto regressa às vitórias

I Liga

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Foto: Twitter / FC Porto

O FC Porto regressou às vitórias na I Liga portuguesa de futebol, ao vencer hoje o Portimonense, por 3-1, em partida da sétima jornada, em que os ‘dragões’ tiveram de operar uma reviravolta no marcador, já na segunda parte.

Isto porque os algarvios inauguraram o marcador logo aos 14 minutos, por intermédio de Beto, num tento a que os ‘azuis e brancos’ responderam com os golos de Mbemba (45+3), Taremi (46) e Sérgio Oliveira (89).

Com este triunfo, o FC Porto sobe à condição para o terceiro lugar, 13 pontos, a seis do líder Sporting, e com mais um que Sporting de Braga, quarto, que ainda esta noite joga com o Benfica.

Já o Portimonense, que somou a terceira derrota consecutiva no campeonato, mantém os quatro pontos, mas caí para o último lugar da prova, depois de os ‘vizinhos’ do Farense terem hoje vencido o Boavista.

Os ‘dragões’ entraram para este desafio beliscados pelo desaire da última jornada campeonato, em Paços de Ferreira, e até surgiram empenhados em encaminhar, cedo, o jogo a seu favor, com Otávio, logo aos 10 minutos, e tentar a sorte, com um remate de longe.

O Portimonense, que se apresentou com uma linha de três centrais, apoiados pelos dois laterais, não se intimidou com inicial voluntarismo do adversário e, na primeira vez que conseguiu armar os seu contra-ataque, foi letal.

Anderson recuperou uma bola perdida por Uribe, ganhou terreno com parca oposição, e entregou para que Moufi assistisse um desvio de cabeça de Beto, para o inaugurar do marcador logo aos 14 minutos.

O tento madrugador dos algarvios destabilizou o FC Porto, que foi em busca do prejuízo, mas nem sempre bem articulando nas movimentações ofensivas, tendo Uribe ainda tentado redimir-se em duas situações, mas sem a melhor pontaria.

Em vantagem, o Portimonense retraiu-se um pouco e deu iniciativa ao adversário, mas à passagem da meia hora, na sequência de um canto, ainda ameaçou o segundo golo, num cabeceamento de Wyllian, que saiu um pouco lado.

A ver o jogo da bancada devido a castigo, o técnico portista Sérgio Conceição, que repetiu o ‘onze’ do desafio do meio da semana frente ao Marselha, para a Liga dos Campeões, ordenou a primeira alteração na equipa logo aos 32 minutos, com a entrada de Taremi para o lugar de Uribe.

A mexida trouxe mais tração ofensiva aos locais, criando espaços para que Luiz Díaz e Sérgio Oliveira, em iniciativas individuais, ainda tentassem resgatar o empate, que acabou mesmo por surgir já no último ‘suspiro’ da etapa inicial, quando Mbemba desviou de cabeça um canto para o 1-1, aos 45+3.

Este golo da igualdade terá galvanizado a formação nortenha durante o intervalo, pois no regresso do descanso a aposta em Taremi rendeu ‘dividendos’, com o avançado iraniano a estrear-se a marcar com camisola portista, num excelente golpe de cabeça, a cruzamento de Sérgio Oliveira, que ditou a reviravolta no marcador, logo aos 46.

Pela primeira vez em vantagem no encontro, o FC Porto tentou recompor o seu futebol, e mesmo não sendo tão vertiginoso nas saídas para o ataque, ainda viu Luís Diáz e Taremi ameaçaram o terceiro golo.

Ainda assim, do outro lado, o Portimonense não se dava por rendido, e após desfazer o esquema de três centrais, foi tentando criar desequilíbrios através de rápidos contra-ataques, que apenas pecavam na definição final.

Pressentindo o perigo, o FC Porto recalibrou-se com entrada de Grujic no meio campo, e já 78 teve uma soberana oportunidade para ‘matar’ o jogo, numa combinação entre Taremi e Marega, mas que Sérgio Oliveira em posição privilegiada desperdiçou, após intervenção atenta do guardião dos algarvios Samuel.

O desperdício dos nortenhos quase era castigado já aos 81 minutos, quando o Dener, num cabeceamento após canto, ficou a centímetros de recuperar o empate para o Portimonense, mas já aos 89 Sérgio Oliveira redimiu-se do falhanço anterior e, assistido por Corona, fixou o 3-1 final.

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