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Novos contentores de lixo geram discórdia em Braga

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Os novos contentores de lixo estão a desagradar alguns moradores de Braga. O partido político Nós Cidadãos e o movimento Braga para Todos afirmam que estão a receber várias queixas.

O movimento político afirma que Braga tem chocado os moradores com a forma de implementação do novo sistema inteligente de recolha de lixo.

“Vários moradores já se manifestarem nas juntas de freguesia e ouviram respostas que é preciso este executivo pensar, por exemplo, na União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães a escolha do local foi feita através do Google Maps ao invés de uma visita in loco tendo como consequência a colocação de contentores à frente da porta de prédios, que além de privar vagas de estacionamento, ainda restringiram o acesso às ambulâncias e carros de bombeiros em casos de emergências”, diz o movimento, em comunicado.

Além dos problemas em zonas de habitação, que origina várias críticas entre os cidadãos, a parte central da cidade também é problemática, segundo os movimentos.

“O centro de Braga tem contentores (provisórios) para lixo não reciclável, mas existe o método comum, ou seja, o mesmo problema das zonas residências: passam dois carros, um para retirar dos contentores e outro para recolher nas ruas, com a atenção que a maioria do lixo da Praça da República oriundo das lojas e é plástico e papel, ou seja devia ser colocado nos ecopontos, estão sempre cheios, sujos com um odor intenso e incomodativo em pleno centro”.

O Braga para Todos, salienta ainda que os novos contentores deixam “odores intensos nas portas dos prédios”, e que para o sistema funcionar, a Câmara deveria educar e consciencializar os cidadãos a colocarem o lixo no devido lugar.

O novo sistema, que representou um investimento de cerca de 6,2 milhões de euros, foi apresentado em maio e, segundo a AGERE, permite realizar de uma forma mais rápida, eficaz e sustentável a recolha de resíduos urbanos.

Com o novo sistema, o lixo passa a ser depositado em contentores – 4.400 de superfície e subterrâneos – substituindo o modelo de colocação de sacos na rua e eliminando o impacto negativo ambiental.

Passa a ser também possível a colocação do lixo a qualquer hora do dia, sem constrangimentos de horário, e os contentores vão estar a uma distância máxima de 100 metros de cada casa. Recorrendo a viaturas específicas, os mesmos serão lavados e higienizados, regularmente, no próprio local. Até setembro estará implementado em todo o território concelhio.

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Região

Clima: Minho junta-se a nova greve estudantil com cada vez mais cidades

Em defesa do planeta

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Foto: Fábio Machado / O MINHO

A greve climática estudantil marcada para sexta-feira vai realizar-se em pelo menos 111 países, entre os quais Portugal, onde o número de localidades tem vindo a aumentar, ultrapassando já as três dezenas, dentre as quais Barcelos, Braga, Ponte da Barca e Viana do Castelo.

Depois do protesto estudantil em defesa do planeta que, em meados de março, juntou 1,6 milhões de estudantes de mais de uma centena de países, os jovens preparam-se agora para um novo evento.

Em Portugal, a iniciativa tem vindo a ganhar seguidores: em março aderiram 26 localidades e para o protesto de sexta-feira já estão agendadas ações para 32, segundo dados da organização da “Greve Climática Estudantil Portugal”.

Estes alunos juntam-se a estudantes de outros 110 países que também já anunciaram a sua participação no protesto inspirado na jovem ativista sueca Greta Thunberg.

No verão do ano passado, a estudante começou sozinha uma greve às aulas manifestando-se em frente ao parlamento sueco de onde esperava ver tomadas medidas no sentido de revolver a crise climática.

A 15 de março, 1,6 milhões de estudantes inspirados na sueca de 16 anos também saíram à rua para exigir dos políticos ações concretas contra as alterações climáticas.

Segundo a página eletrónica www.fridaysforfuture.org, que reúne as informações dos protestos a nível mundial, já aderiram à iniciativa de sexta-feira 111 países e há protestos agendados para 1.387 cidades, mas os números têm vindo a ser atualizados.

Para Portugal, por exemplo, só estão registadas cinco cidades no “www.fridaysforfuture.org” – em Lisboa, Lamego, Funchal, Celorico da Beira e Viana do Castelo – quando na realidade já estão anunciadas ações em 32 localidades.

Contra o aquecimento global, os jovens dizem que não querem como herança um planeta quase a morrer, que é o resultado de políticas erradas ou da simples inércia dos governantes, alertando que o tempo está a esgotar-se para lhes reservar um futuro.

“A nossa principal exigência ao Governo português é que faça da resolução da crise climática a sua prioridade, cumprindo com todo o zelo e respeito o Acordo de Paris e as metas estabelecidas pela União Europeia”, defendem os representantes portugueses da greve climática estudantil”.

A proibição da exploração dos combustíveis fósseis em Portugal, a meta para a neutralidade carbónica ser reduzida para 2030, e não 2050, como previsto pelo Governo são duas das medidas que os jovens querem ver em prática.

A luta dos alunos é também pela expansão significativa das energias renováveis, em especial a solar, por passar uma produção elétrica 100% assegurada por energias renováveis até 2030 e pelo encerramento das duas centrais elétricas ainda movidas a carvão – central de Sines e central do Pego.

O melhoramento eficiente e drástico do sistema de transportes públicos, de maneira a que possam substituir o uso do transporte particular é outra das lutas dos jovens que pedem aos governantes para agirem.

As localidades portuguesas que, até ao momento, aderiram ao protesto são: Alcácer do Sal, Armamar, Arcos de Valdevez, Aveiro, Barcelos, Braga, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Chaves, Coimbra, Covilhã, Évora, Faro, Figueira da Foz, Fundão, Guarda, Guimarães, Leiria, Lisboa, Mértola, Ourém, Pombal, Ponte da Barca, Portalegre, Porto, Sabugal, Santa Maria, Santarém, Setúbal, Sines, Viana do Castelo, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real.

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Guimarães

Portugueses, espanhóis e brasileiros discutem áreas protegidas em Guimarães

Laboratório da Paisagem vai acolher ação de formação com duração de 11 horas

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Foto: DR

“Criar um diálogo crítico, atual, ilustrativo (com casos práticos e modus operandi de Portugal, Brasil e Espanha) e participativo em torno da temática proporcionando a discussão sobre a gestão, valorização e promoção das áreas protegidas” é o ponto de partida para o workshop Ibero Brasileiro sobre Áreas Protegidas que se realiza, hoje e amanhã, em Guimarães.

O Laboratório da Paisagem acolhe a ação formativa com uma duração aproximada 11 horas, dividida em dois dias que irá explorar diferentes soluções em contexto europeu e nacional e partilhar exemplos de boas práticas aplicadas a nível local.

A organização está a cargo do Laboratório da Paisagem e da Câmara Municipal de Guimarães com a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade do Minho e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Este workshop destina-se a estudantes, investigadores, técnicos autárquicos, e empresas interessadas/dedicadas na gestão de áreas protegidas e planeamento do território.

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Braga

Livros estão de regresso à Praça do Município de Vieira do Minho

Certame prolonga-se até 29 de maio

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Foto: CM Vieira do Minho

A Praça do Município em Vieira do Minho foi o local escolhido para acolher a edição de 2019 da Feira do Livro que arranca hoje e se prolonga até de 29 de maio.

Para além das ‘tradicionais’ novidades bibliográficas, a organização elaborou um programa de atividades e animação com destaque para as oficinas literárias, encontros com contadores de histórias e escritores, ateliers livres, apresentação de livros, entrega de prémios aos melhores leitores de 2019 e a atuação da Tuna Masculina da CESPO – Famalicão.

Destaque ainda para conversas com autores, apresentações, lançamentos de livros e sessões de autógrafos, tudo com o objetivo de “contribuir para estimular e intensificar a curiosidade e o gosto pela leitura, quer no público infanto-juvenil, quer no público adulto”, refere nota municipal.

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