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Braga

Nove incêndios deflagram no distrito de Braga entre as 21:00 e as 23:30

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Nove incêndios deflagraram entre as 21:00 e as 23:30 horas desta sexta-feira, de acordo com o portal da internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Destes incêndios, pelas 23:55, apenas dois se encontram ativos, em Ribeira do Neiva, Vila Verde e Estorão, Fafe, mobilizando um total de 36 operacionais e seis viaturas.

Por volta das 21:00, deflagraram dois incêndios, um em zona agrícola, em Guilhofrei, Vieira do Minho, e outro em zona de mato, em Veade, Celorico de Basto.

Pelas 21:30, foi a vez de novo incêndio deflagrar em zona de mato, na freguesia de Fiscal, em Amares, sendo combatido por 18 bombeiros apoiados por quatro viaturas. Pela mesma hora, deflagrou novo incêndio em Celorico de Basto, na freguesia de Canedo de Basto.

Pelas 21:51, um incêndio em Tebosa, em zona de mato mobilizou uma equipa de combate a incêndios, sendo rapidamente extinto.

Já depois das 22:00, novo incêndio, desta feita em Palmeira de Faro, Esposende, sendo extinto em pouco mais de uma hora por 15 bombeiros apoiados por quatro viaturas.

Às 22:15, foi a vez do concelho de Póvoa de Lanhoso, com uma ignição em Vilela, rapidamente extinta pelos bombeiros.

Os dois últimos incêndios do dia, com ignição a partir das 23:00, estão ainda ativos, sendo que, de momento, o de Estorãos, Fafe, é o que mais preocupa, mobilizando 30 bombeiros apoiados por quatro viaturas.

Já em Vila Verde, com alerta dado pelas 23:30, estão seis bombeiros apoiados por duas viaturas.

A nível nacional, estão, pelas 23:55, perto de 2.000 bombeiros no combate às chamas.

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Braga

Mulher morre soterrada em Vieira do Minho

Em Cantelães

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Foto: Eduardo Ferreira / Rio Longo e Notícias

Uma mulher de 71 anos perdeu a vida na sequência de uma derrocada de terra depois da queda de um muro, esta quarta-feira, no quintal onde procedia a arrumos de lenha, em Vieira do Minho.

Foto: Eduardo Ferreira / Rio Longo e Notícias

O acidente ocorreu no lugar de Cabine, freguesia de Cantelães, mobilizando os Bombeiros de Vieira do Minho, VMER de Braga e GNR.

Foi necessária a utilização de uma máquina para remover a terra e as pedras do muro, de grande porte, para retirar o corpo debaixo dos escombros.

O óbito foi declarado ainda no local pela equipa médica da VMER.

A GNR registou a ocorrência.

(notícia atualizada às 15h01 com mais informação)

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Braga

Braga introduz medidas de apoio à economia local

Economia

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Foto: Divulgação

O Município de Braga aprovou, em sede de reunião do Executivo Municipal, um conjunto de medidas que visam minorar o impacto da pandemia de Covid-19 na economia local e, em particular, o comércio de proximidade.

Desta forma, a autarquia prescinde de receitas potenciais no sentido de apoiar directamente os empresários locais e a retoma da atividade económica das micro e pequenas empresas do concelho.

Estas medidas agora aprovadas juntam-se a diversas outras iniciativas que têm sido desenvolvidos neste período, designadamente as isenções promovidas pela Agere aos estabelecimentos de comércio e serviços que encerraram devido à entrada em vigor do Horário Zero e a criação de um Programa de Apoio ao Comércio e Outro Tipo de Empresas (PACOTE) destinado a apoiar a sustentabilidade das empresas e a preservar empregos, através de um serviço de informação sobre segurança social, orientação técnica sobre incentivos fiscais e assistência especial a empresas de turismo.

“Neste momento é fundamental apoiar o comércio local e garantir que os empresários dispõem do máximo de liquidez possível para enfrentar esta situação que se vive. Esta é uma área que, à semelhança de outras, tem sofrido bastante neste período, primeiro com a impossibilidade de laborar e, agora, com uma queda abrupta do seu volume de negócios. Este é um teste de resistência às empresas e empresários e queremos estar ao seu lado para que possam manter os postos de trabalho e minorar os impactos sociais da pandemia”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, garantindo ainda que a autarquia mantém intacto o trabalho de dinamização económica do território.

Procedimentos para operacionalização das medidas de apoio

Assim, foram aprovadas as seguintes medidas de apoio e as respectivas formas de operacionalização:

– Isentar, no ano 2020, das taxas de ocupação de espaço público os operadores que se enquadrem no regime simplificado, previsto no artigo D-2/10º do Código Regulamentar, e previstas no artigo 50.º da Tabela de Taxas. Os operadores económicos que já tenham liquidado as respectivas facturas, deverão enviar para o correio electrónico: [email protected] com os seguintes elementos: Talão comprovativo do IBAN e a(s)respectiva(s) factura(s). O reembolso será efectuado, oportunamente, após recepção dos elementos mencionados. Caso não pretendam enviar os elementos por correio electrónico, poderão fazê-lo por carta para o seguinte endereço: Município de Braga – DCFAR. Praça do Município, 4700-435 Braga.

– Isentar, por um período de três meses (abril, maio e junho de 2020) das taxas devidas pela ocupação os exploradores dos quiosques instalados em espaço público do Município de Braga (tipificadas no artigo D-2/25.º e D-2/36.º do Código Regulamentar). O pagamento será retomado na mensalidade referente ao mês de Agosto de 2020, a pagar até ao dia 20 de Julho (artigo D-2/36º do Código Regulamentar do Município de Braga).

– Isentar, por um período de 3 meses (abril, maio e junho) as rendas relativas aos quiosques de flores situadas no Largo Monte D’Arcos junto ao Cemitério Municipal, em virtude do encerramento do mesmo. O pagamento das rendas será retomado na mensalidade do mês Julho de 2020, a pagar até ao dia 8 do mês a que respeita.

– Alargar o prazo de pagamento voluntário das taxas de publicidade e ocupação da via pública, não enquadráveis no regime simplificado de ocupação de espaço público, referentes às renovações para o ano 2020. Os agentes económicos deverão proceder ao pagamento das respectivas taxas até 30 de Setembro de 2020. O pagamento deverá ser efectuado por transferência bancária (IBAN PT50 0007 0602 0051 7060 0056 1), ou por envio de cheque emitido à ordem do Município de Braga (endereçado para a morada Município de Braga – DCFAR. Praça do Município, 4700-435 Braga), referenciando sempre o número da factura e/ou número do processo. Os agentes económicos que possuam facturas que incluem mais do que um regime de licenciamento devem solicitar, através do correio electrónico [email protected], o valor correto para a transferência a efectuar, dado que o acerto será realizado na factura já emitida. Em caso de incumprimento do prazo de pagamento até 30 de Setembro, o processo será encaminhado para cobrança coerciva, sendo devidos juros de mora à taxa legal em vigor, conforme Código Regulamentar do Município de Braga.

Para qualquer dúvida ou necessitando de mais informações, estamos à disposição através do seguinte endereço electrónico: [email protected]

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Braga

BE critica adiamento de 11 meses de consulta de psiquiatria no Hospital de Braga

Hospital de Braga

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Foto: DR / Arquivo

O Bloco de Esquerda criticou hoje o adiamento por quase 11 meses de uma consulta de psiquiatria no Hospital de Braga, considerando tratar-se de uma “situação inaceitável, que deve ser alvo de intervenção e reparação urgentes”.

Contactado pela Lusa, o hospital refere que não está em causa uma primeira consulta, que o doente em questão não apresenta uma situação clínica grave e que a médica que o acompanha está ausente por tempo prolongado, tendo havido uma remarcação automática das suas consultas.

“Na especialidade de psiquiatria, todos os casos considerados clinicamente graves estão a ser vistos em consulta”, acrescenta.

Em comunicado, o Bloco de Esquerda (BE) refere que o doente tinha consulta agendada para o dia 01 de abril, mas no final de março recebeu uma carta do hospital informando-o que a consulta foi remarcada para 17 de fevereiro de 2021.

“O BE pretende aferir o que se passa para que tal situação esteja a suceder: se se trata de um lapso, deverá o Hospital de Braga proceder à sua reparação. Se se trata efetivamente da data para a qual estão a ser remarcadas consultas, estamos perante uma situação inaceitável que deve ser alvo de intervenção e reparação urgentes”, lê-se no comunicado.

Reconhecendo que, com a pandemia de covid-19, muita atividade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) teve de ser suspensa, o Bloco defende que agora deve haver um “investimento significativo para que essa atividade seja recuperada rapidamente, sem adicionar meses de espera por uma consulta”.

Por isso, o BE apresentou, na Assembleia da República, uma pergunta dirigida à ministra da Saúde, para saber se Marta Temido tem conhecimento daquela situação e que medidas estão a ser tomadas para reforçar as instituições do SNS, capacitando-as para a recuperação imediata da atividade desprogramada.

Na resposta à Lusa, o Hospital de Braga explica que os tempos máximos de resposta garantidos apenas se aplicam às primeiras consultas, o que, acrescenta, não é o caso do doente em questão, que já ali vem sendo acompanhado na especialidade de psiquiatria.

Diz ainda que o doente em questão “não apresenta uma situação clínica grave”, estando também a ser acompanhado em psicologia, com consultas agendadas para os próximos meses.

Sublinha que a médica que acompanha o doente está ausente por tempo prolongado, tendo havido uma remarcação automática das suas consultas.

“No entanto, a situação já está a ser analisada caso a caso”, vinca.

Ainda segundo o hospital, atualmente, o tempo médio de espera para primeiras consultas de psiquiatria é de 200 dias, “ficando o mesmo a dever-se, também, pelo efeito incontornável da pandemia que estamos a viver”.

“Realça-se, no entanto, que o combate às listas de espera são uma preocupação presente, sendo a retoma das mesmas, em tempo de covid-19, uma prioridade”, remata.

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