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Viana do Castelo

Nove cursos do IPVC preencheram a totalidade das vagas

Ensino Superior

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Carlos Rodrigues, presidente do IPVC. Foto: Divulgação / IPVC

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) preencheu mais de 67 por cento das vagas que disponibilizou para os seus cursos de licenciatura na 1ª fase do Concurso de Acesso ao Ensino Superior. Das mais de mil vagas disponibilizadas restam pouco mais de 300 para a segunda fase.

As áreas da Saúde, Tecnologias, Ciências Empresariais, Artes, e Desporto e Lazer foram as mais procuradas não restando vagas para a segunda fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior.

Destaque ainda para o aumento dos estudantes que entraram no curso de primeira opção no IPVC. O Politécnico de Viana do Castelo congratula-se ainda pelo aumento, significativo, de estudantes Internacionais, mais de duas centenas, a grande maioria oriunda do Brasil, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O IPVC vai ainda dar as boas vindas a alunos provenientes de Timor Leste, Egipto e Síria.

Neste apontamento de crescimento, o IPVC regista igualmente um aumento considerável do número de candidatos aos cursos técnicos superiores profissionais (CTeSP) e aos cursos de Mestrado cujos resultados das colocações serão divulgados já na próxima semana.

De realçar ainda que para além dos novos alunos que ingressaram pelo concurso nacional de acesso falta acrescentar, aos números avançados pela DGES, os alunos que ingressam no ensino superior através de outros concursos, tais como, concursos especiais (maiores de 23 anos, titulares de CET, CTeSP e titulares de um diploma de ensino superior) e os concursos de mudança de par instituição/curso.

Calos Rodrigues, presidente do IPVC, congratulou-se com os resultados desejando sucesso a todos os alunos. “No início de mais um ano letivo, quero deixar, em particular aos novos alunos, uma mensagem de agradecimento pela vossa opção em estudar no IPVC, dar-vos as boas-vindas e deixar os votos de um bom trabalho. O sucesso do teu futuro exige trabalho, dedicação e compromisso, mas, em conjunto com toda a comunidade académica do IPVC, vais conseguir obter uma formação de elevada qualidade que te facilitará a integração no mercado de trabalho”.

Matrículas já esta segunda-feira

O IPVC começa a dar as boas vindas aos novos alunos e às suas famílias já esta segunda-feira, dia em que começa o período de matrículas. Os alunos que ingressaram nos cursos das Escolas Superiores de Educação, Saúde e Tecnologia e Gestão vão efetuar as matrículas no edifício da Biblioteca Barbosa Romero, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, em Viana do Castelo.

Os alunos que ingressaram nos curos da Escola Superior Agrária (Ponte de Lima), na Escola Superior de Ciências Empresariais, (Valença) e na Escola Superior de Desporto e Lazer (Melgaço), efetuam a matrícula nas respetivas escolas. Em todas as escolas funciona um ponto de informação e receção dos alunos, em horário contínuo. Neste local o aluno colocado poderá obter toda a informação necessária ao processo de matrícula.

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Viana do Castelo

Foca resgatada com vida em Viana

Em Areosa

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Foto: Divulgação / Autoridade Marítima Nacional

Uma foca foi assistida e resgatada pelas autoridades na costa da freguesia de Areosa, em Viana do Castelo, onde o animal estava arrojado, foi hoje anunciado.

A foca deu à costa na orla marítima da praia do Porto de Vinha, junto ao campo de futebol do Areosense.

Terá sido encontrada por populares que deram o alerta para a autoridade marítima local, no caso, o comando da Polícia Marítima de Viana do Castelo, que assinalou a ocorrência.

A Polícia Marítima delimitou o espaço onde a foca se encontrava, desconhecendo-se as causas que levaram ao arrojo da mesma.

De forma a prestar a assistência ao mamífero aquático, deslocaram-se para o local elementos vindos do Centro de Reabilitação de Animais Marinhos (CRAM), situado em Quiaios, distrito de Aveiro, e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

Depois de estabilizado e assistido, o animal foi transportado para Quiaios por elementos do CRAM, para posteriormente ser devolvido ao seu habitat.

O arrojo da foca ocorreu a 13 de fevereiro, mas só hoje foi divulgado pela Autoridade Marítima Nacional.

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Viana do Castelo

Incêndio destrói casa na cidade de Viana e desaloja inquilina

Rua João Paulo II

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Uma mulher foi transportada para o hospital na sequência de um incêndio urbano que deflagrou numa habitação na cidade de Viana do Castelo, durante esta madrugada, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

O incêndio terá tido início pelas 04:15 horas deste sábado, numa habitação da Rua João Paulo II, desconhecendo-se ainda a origem das chamas.

Como resultado do incêndio, verificou-se a destruição completa da sala e da cozinha da casa, ficando a mesma inabitável.

A vítima, inquilina, foi assistida no local e transportada para o Hospital de Viana, por suspeitas de intoxicação devido à inalação de fumo.

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Viana do Castelo, com três viaturas e nove operacionais, assim como os Voluntários de Viana, com sete operacionais e duas viaturas e uma ambulância de emergência médica do INEM.

A VMER de Viana fez acompanhamento da vítima.

A PSP registou a ocorrência.

(notícia atualizada às 12h44)

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Viana do Castelo

Em contraciclo com o país, porto de Viana cresce 16,5% na movimentação de carga

Autoridade da Mobilidade e dos Transportes

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Foto: Cedida a O MINHO / Arquivo

Os portos do continente movimentaram, no ano passado, 86,9 milhões de toneladas em carga, uma queda de 6,2% face ao ano anterior, de acordo com informação divulgada pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT). Ao contrário de vários portos do país, o de Viana do Castelo encontra-se em crescimento, sendo o que mais aumentou a movimentação em todo o país.

O recuo nacional, que reflete, em volume, menos 5,7 milhões de toneladas, deve-se “maioritariamente ao comportamento do porto de Sines que perde quase 6,1 milhões de toneladas, por efeito da diminuição das importações de carvão e de petróleo bruto e da diminuição do volume de carga contentorizada, que atingiu um total de menos 4,9 milhões de toneladas, decorrente da quebra registada nas operações de ‘transhipment’”, revelou o regulador.

A queda no ‘transhipment’ é uma consequência das “perturbações laborais no Terminal XXI [Sines] no período de maio a agosto e de ter ocorrido, no mês de abril, um derrame de hidrocarbonetos no reabastecimento de um navio na zona do mesmo terminal”, explicou a AMT.

Segundo os mesmos dados, os portos de Aveiro, Figueira da Foz, Faro e Portimão “foram responsáveis, no seu conjunto, por uma quebra de 240 mil toneladas”, salientou o regulador.

Em sentido contrário, Leixões, Setúbal, Viana do Castelo e Lisboa “registaram variações positivas face ao ano de 2018, apresentando, respetivamente, +1,8%, +3,1%, +16,5% e +0,04%, a que corresponde um total de 595,5 mil toneladas”, lê-se no mesmo documento.

Os segmentos com “impacto mais negativo e que condicionam fortemente o desempenho do sistema portuário são a carga contentorizada, o carvão e o petróleo bruto, representando, no seu conjunto, 85,7% do total de 9,6 milhões de toneladas de carga perdida, considerando o movimento total”, destacou a AMT.

Com impacto positivo destacaram-se os mercados dos produtos petrolíferos em Sines, “com um acréscimo de quase 2 milhões de toneladas, representando 51% do total de 3,8 milhões de toneladas que totalizam os ganhos de carga nos vários mercados”, salientou a entidade.

Por outro lado, a carga contentorizada em Lisboa e os outros granéis líquidos em Sines e Aveiro “registaram ganhos de, respetivamente, 235 mil toneladas, 226 mil toneladas e 203,6 mil toneladas”, referiu o regulador.

Apesar do recuo verificado no ano passado, Sines continua a liderar no volume global de carga movimentada, com “uma quota de 48,1%, inferior em 3,6 pontos percentuais ao que detinha no final do ano de 2018″, seguindo-se Leixões (com 22,5%), Lisboa (13%), Setúbal (7,3%) e Aveiro (6,3%), segundo a informação divulgada.

No que diz respeito aos contentores, os portos do continente registaram no ano passado um volume de 2,7 milhões de TEU (medida aplicada aos contentores), “inferior em 8,9% ao valor de 2018”, o que corresponde a uma quebra de 266,4 mil TEU, da responsabilidade do porto de Sines.

A AMT divulgou ainda que nos portos comerciais registou-se, em 2019, “um total de 10.646 escalas de navios de diversas tipologias”, um aumento de 1,2% em número de escalas.

“Lisboa foi o porto que mais contribuiu para o crescimento global do número de escalas, registando +192 escalas do que em 2018 (+8%), seguido de Douro e Leixões (+1,2%), Setúbal (+1,3%) e Viana do Castelo (+8,7%). Aveiro, Figueira da Foz, Faro e Portimão registaram, no seu conjunto, -143 escalas”, informou o regulador.

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