Redes Sociais

Cabeceiras de Basto

Município lança parasitas para combater vespa do castanheiro

 a

O município de Cabeceiras de Basto está a recorrer a insetos parasitoides para combater a praga da “vespa do castanheiro”.

Em comunicado, o município refere que, na semana passada, foram feitas três largadas de insetos, que se vão alimentar das larvas da vespa do castanheiro, contendo, assim, o alastramento da praga a outras árvores vizinhas.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A vespa do castanheiro é uma praga que, desde 2014, tem atacado aquelas árvores nas regiões do Minho, Douro, Trás-os-Montes e da Madeira, provocando perdas de produção de castanha.

Em Cabeceiras de Basto, a praga foi detetada na primavera de 2017.

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Cabeceiras de Basto

Fogo florestal em Cabeceiras de Basto em fase de rescaldo

Na Senhora da Orada (Alvite e Passos).

Publicado

 a

Foto: DR

Um incêndio florestal que deflagrou esta quinta-feira pelas 14:48 em Senhora da Orada, concelho de Cabeceiras de Basto, entrou em fase de rescaldo pelas 19:00, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Braga.

Vídeo: Facebook de “Notícias de Portugal” (17:30)

De acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil, às 21:41 estavam ainda no local, na União de Freguesias de Alvite e Passos, 87 operacionais apoiados por 23 viaturas.

Continuar a ler

Cabeceiras de Basto

Apreendidos artigos contrafeitos no valor de 74 mil euros em Cabeceiras de Basto

Em São Miguel de Refojos.

Publicado

 a

Foto: O MINHO / Arquivo

A GNR anunciou hoje ter apreendido na feira anual de São Miguel de Refojos, Cabeceiras de Basto, cerca de cinco mil artigos contrafeitos, a maioria peças de vestuário e calçado, no valor de 74 mil euros.

Segundo um comunicado da autoridade policial, a apreensão ocorreu no âmbito de “uma operação de combate à contrafação de vestuário”.

Os militares identificaram nove suspeitos, com idades entre os 25 e os 45 anos, por venda de artigos “que ostentavam diversas marcas conhecidas”.

Foram apreendidas 2.935 peças de roupa, 1.452 acessórios de moda e 505 pares de calçado.

Os suspeitos foram constituídos arguidos e sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência.

A operação contou com o empenhamento do Destacamento de Intervenção de Braga.

Aqui chegado…

...temos uma pequena mensagem para partilhar consigo. Cada vez mais pessoas lêem O MINHO, jornal estritamente digital, líder de audiências. Ao contrário de outros órgãos de informação, optámos por não obrigar os leitores a pagarem para lerem as nossas notícias, mantendo o acesso à informação tão livre quanto possível. Por isso, como pode ver, precisamos do seu apoio.

Para podermos apresentar-lhe mais e melhor informação, que inclua mais reportagens e entrevistas e que utilize uma plataforma cada vez mais desenvolvida e outros meios, como o vídeo, precisamos da sua ajuda.

O MINHO é um órgão de comunicação social independente (e sempre será). Isto é importante para podermos confrontar livremente todo e qualquer tipo de poder (político, económico ou religioso) sempre que necessário.

Inspirados na filosofia seguida pelo jornal inglês "The Guardian", um dos mais importantes órgãos de comunicação do Mundo, também nós achámos que, se cada pessoa que lê e gosta de ler O MINHO, apoiar o futuro do nosso projeto, este será cada vez mais importante para o desenvolvimento da sociedade que partilhamos, a nível regional. Pela divulgação, partilha e fiscalização.

Assim, por tão pouco como 1€, você pode apoiar O Minho - e só demora um minuto. Obrigado.

Continuar a ler

Cabeceiras de Basto

Cabeceiras de Basto: Funcionária confessa que incendiava escola por “fascínio” pela confusão

Centro Escolar Padre Dr. Joaquim Santos.

Publicado

 a

Foto: DR/Arquivo

Uma mulher acusada de atear cinco incêndios numa escola de Cabeceiras de Basto confessou hoje os crimes, alegando que atuou num quadro depressivo e que sentia “fascínio pela confusão” que gerava.

No início do julgamento, no Tribunal de Guimarães, a mulher, de 37 anos, que na altura dos factos trabalhava na escola como assistente operacional, acrescentou que, logo após atear os fogos, era ela própria quem se encarregava de os tentar apagar ou de pedir ajuda.

Disse que, na altura, estava descompensada, porque tinha deixado de tomar a medicação para a depressão, por ser “muito cara” e atravessar problemas financeiros.

Sublinhou que nunca quis provocar danos materiais ou humanos e que nunca quis prejudicar a Câmara, lembrando que, na altura, ela própria tinha um filho a estudar na escola em questão.

“Era um impulso forte que não conseguia controlar, uma coisa estranha. Não queria que o fogo se alastrasse, não queria magoar ninguém, era só mesmo pelo fascínio por aquela confusão toda”, acrescentou.

A mulher está acusada de cinco crimes de incêndio, um dos quais de forma tentada.

Foto: DR

Os factos reportam-se a 2017, tendo três incêndios sido registados em março, no Centro Escolar Padre Dr. Joaquim Santos, em Cabeceiras de Basto.

A arguida deixou de trabalhar na escola, mas regressou em setembro, mês em que se registaram novos focos de incêndio.

Duas salas ficaram completamente destruídas, havendo ainda registo de vário equipamento consumido pelas chamas.

“Foram dias de muita angústia, vivíamos com o coração nas mãos, a pensar se os nossos filhos estariam seguros ou em perigo”, testemunhou Pedro Jorge Sousa, atual vereador na Câmara e que na altura dos factos tinha os filhos naquele centro escolar.

Face a esta situação, e suspeitando de problemas relacionados com a questão elétrica, a Câmara decidiu pedir estudos a várias entidades externas, tendo entretanto mantido a escola encerrada.

Durante mais de um mês, os mais de 350 alunos que frequentavam aquele centro escolar foram deslocados para outras escolas.

A arguida fora, entretanto, colocada a trabalhar na Piscina do Arco de Baúlhe, onde se voltaram a registar incidentes do mesmo género, nomeadamente envolvendo o carro de serviço de um vereador.

Em novembro, a arguida foi detida pela Polícia Judiciária de Braga.

Levada a tribunal, o juiz de instrução criminal determinou, como medidas de coação, apresentações bissemanais no posto policial da sua área de residência e submissão a tratamento psiquiátrico.

A mulher ficou ainda proibida de se aproximar de estabelecimentos de ensino.

Com os incêndios, o município de Cabeceiras de Basto sofreu prejuízos que ascenderão a 50 mil euros, tendo uma parte já sido paga pela companhia de seguros.

O município constituiu-se assistente no processo para ser ressarcido da parte restante dos prejuízos.

Continuar a ler

Populares