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Viana do Castelo

Moita Flores e Carlos Fiolhais em Viana para falar de liberdade (e de vírus)

Cultura

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Foto: DR

Francisco Moita Flores e o professor Carlos Fiolhais são dois dos nomes que vão participar, até ao próxima dia 23 de abril, na iniciativa Contornos da Palavra, promovida pela Câmara de Viana do Castelo.

A 12.ª edição da iniciativa, que iniciou este sábado, tem como tema a “liberdade” e decorre em formato presencial e digital.

O programa iniciou este sábado com o “Encontro de Bibliotecas Escolares”, para a comunidade educativa, e um conjunto de reflexões abertas à comunidade em geral sobre “Leituras para a Liberdade”.

Toda esta programação é em formato digital e incluiu, hoje, o painel sobre “Bibliotecas: Leituras para a Liberdade”, com Alexandre Quintanilha, cientista e professor jubilado; Rosa Monteiro, secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade; e Rui Vieira de Castro, reitor da Universidade do Minho.

Durante a semana, entre as 18:00 e as 20:00, as “Leituras para a Liberdade” vão contar com a participação de conceituados nomes em torno da palavra.

Dia 19 de abril, Francisco Moita Flores, escritor, e João Figueira, jornalista e professor Universidade de Coimbra, refletirão sobre a frase “Todos os seres humanos têm direito à liberdade de opinião e expressão”, prevista na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Dia 20 de abril, Carlos Fiolhais, cientista, astrofísico e professor na Universidade de Coimbra, e Ana Teresa Oliveira, da Escola Superior de Educação do IPVC, a partir das ciências exatas, refletirão sobre a frase “Os vírus são estúpidos; os vírus são cegos; os vírus não existem para contar histórias aos seres humanos.”, de Bernard-Henri Lévy.

A 22 de abril, Pedro Eiras, escritor e professor Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e Pedro Seromenho, escritor e ilustrador, refletirão sobre a frase “Ninguém é livre, até os pássaros estão presos ao céu”, de Bob Dylan.

A 23 de abril, Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, os escritores Richard Zimler e Ana Margarida de Carvalho vão refletir sobre a frase “A literatura é um processo de libertação e, por conseguinte, aspira à liberdade”, de Fernando Namora.

Desde 2010 que o Município promove esta iniciativa cultural que, em cada edição, procura p”roporcionar à comunidade vianense uma oferta educativa a partir de atividades culturais e formativas que contribuam para o enriquecimento pessoal e profissional de alunos, professores e comunidade em geral”.

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