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Região

Minho em alerta vermelho devido à agitação marítima. Ondas podem chegar aos 15 metros

Distritos de Viana e Braga

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

Viana do Castelo e Braga, no Minho, e outros quatro distritos do país vão estar sob aviso vermelho a partir das 12:00 de quinta-feira e até à madrugada de sexta-feira devido à previsão de agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

De acordo com o IPMA, para além dos dois distritos da região do Minho, Porto, Leiria, Aveiro e Coimbra vão estar sob aviso vermelho, prevendo-se ondas de noroeste com sete a oito metros, podendo atingir 15 metros de altura máxima.

A partir das 06:00 de quinta-feira estes seis distritos já estarão sob aviso laranja, devido à previsão de ondas de noroeste com cinco a sete metros, podendo atingir 14 metros de altura máxima.

O distrito de Lisboa estará sob aviso laranja a partir das 06:00 de quinta-feira, até às 12:00 de quinta-feira, também devido à agitação marítima, com ondas de noroeste com cinco a sete metros, podendo atingir 14 metros de altura máxima.

Os distritos de Faro, Setúbal e Beja estarão igualmente sob aviso laranja, prevendo-se ondas entre os cinco e os seis metros, podendo atingir 12 metros de altura máxima.

Na quarta-feira de manhã, o IPMA já tinha alertado para uma descida acentuada das temperaturas máximas a partir de quinta-feira, devido a uma massa de ar muito frio, ar polar, proveniente da Irlanda.

Em declarações à Lusa, a meteorologista do IPMA Ângela Lourenço adiantou que se prevê uma descida de oito graus Celsius das temperaturas máximas.

“Estes valores baixos vão manter-se sexta-feira e sábado, e no domingo espera-se uma subida da temperatura”, disse, acrescentando que, na quinta-feira, “a descida da temperatura não será só acentuada, mas também acompanhada de vento forte”.

Segundo a especialista, está prevista uma descida da ordem dos oito graus nas temperaturas máximas e dois a quatro graus nas mínimas.

“Estamos a falar de máximas da ordem dos 13 a 16 graus no litoral e cinco a sete graus no interior. O valor mais baixo será na Serra da Estrela e em Bragança”, referiu.

O IPMA emitiu também avisos amarelos por causa do vento que irá “atingir principalmente as terras altas do litoral norte e centro com rajadas de 80 a 110 quilómetros por hora na região da Serra da Estrela” e “aviso amarelo de queda de neve nas terras do interior norte e centro, em cotas acima dos mil metros”, acrescentou.

A neve, segundo o IPMA, deverá cair nas serras do Gerês, Montemuro, Montesinho, Marão e Estrela.

Barras fechadas e condicionadas

Sete barras marítimas estão hoje fechadas à navegação por causa do estado do mar e outras tantas estão condicionadas, segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Em causa estão as barras de Aveiro, Caminha, Esposende, Vila Praia de âncora, Póvoa do Varzim, Vila do Conde e da Ericeira.

De acordo com a AMN, cinco barras do continente (Viana do Castelo, Douro, Figueira da Foz, S. Martinho do Porto e Lagos) e duas na ilha das Flores, grupo ocidental dos Açores, (barra de Santa Cruz das Flores e Lage das Flores) estão hoje condicionadas.

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Região

UMinho entre as universidades mais sustentáveis do mundo

Universidades

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Campus de Gualtar da Universidade do Minho (UMinho), em Braga. Foto: UMinho/Facebook

A Universidade do Minho é a melhor instituição portuguesa e a 55.ª no mundo no “UI GreenMetric World University Rankings 2019“, que avalia a sustentabilidade ambiental de 780 universidades de 85 países e que acaba de ser lançado. A UMinho é líder nacional desde 2017, quando se estreou na lista, e sobressai este ano nos indicadores de energia e alterações climáticas, resíduos, educação e investigação. O pódio inclui as universidades de Wageningen (Holanda), Oxford (Reino Unido) e Califórnia Davis (EUA). Há quatro academias britânicas no top 10.

Os resultados demonstram que a sustentabilidade ambiental é uma marca identitária da UMinho, faz parte de um compomisso estratégio de liderança nesta área e pretende-se construir uma comunidade mais saudável, vibrante e participativa, com vista a um futuro melhor. Revelam também o esforço da instituição em prol do desenvolvimento sustentável através do ensino, investigação e transferência de conhecimento, bem como nas suas práticas internas, políticas e procedimentos. O reitor Rui Vieira de Castro refere que as instituições de ensino superior têm “uma responsabilidade adicional” na sustentabilidade, considerada a única solução para os desafios globais segundo entidades como as Nações Unidas, o Fórum Económico Mundial e o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável.

A UMinho também surge este ano como a melhor instituição de Portugal, a terceira ibérica e a 83ª no mundo a cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, segundo a primeira edição do “THE Impact Rankings“. A publicação da Times Higher Education destacou esta academia nos indicadores de parcerias, educação de qualidade, cidades e comunidades sustentáveis, saúde de qualidade e indústria, inovação e infraestruturas.

A UMinho foi a primeira universidade europeia a alinhar nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a primeira do país a iniciar o relato público dos indicadores de sustentabilidade (em 2010), bem como a ser incluída na rede International Sustainable Campus Network, tendo ainda aderido à iniciativa United Nations Global Compact. Esta academia é um elemento catalisador da sua região, gerando impacto económico positivo anual acima de 200 milhões de euros, a que estão associados mais de 5000 postos de trabalho.

A estratégia é reforçada pelo plano de desenvolvimento integrado dos campi, pelo financiamento para projetos de I&D sobre sustentabilidade, pelo volume de publicações científicas, eventos e unidades curriculares sobre o tema, bem como pela valorização dos resíduos produzidos, pelo uso de mobiliário exterior inovador, pela redução de gastos de energia e, entre outros aspetos, pela parceria na candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia, envolvendo-se no território, aplicando investigação e integrando os vários saberes.

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Braga

Bananeiro em Braga à espera de milhares na véspera de Natal

Bananas e Moscatel

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Foto: Divulgação

Aproxima-se o Natal e, com ele, uma das tradições mais afamadas da cidade de Braga, comer uma banana e beber moscatel na Casa das Bananas, mais conhecida como Bananeiro.

Nos dias que antecedem o Natal, com especial incidência para a tarde/início de noite da consoada (dia 24), os bracarenes (e não só) acorrem à rua do Souto para fazer cumprir a tradição.

A adesão costuma ser tanta que cria-se uma verdadeira multidão, com largos milhares de pessoas, de copo (de plástico) numa mão e uma banana amadurecida na outra.

A verdadeira história do Bananeiro de Braga. E de Viana

Manuel Jorge, o atual proprietário, não deixou morrer o hábito que já vinha do pai, Manuel Rio, fundador do atual bananeiro, criando, nos últimos anos, uma verdadeira tradição.

 

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Aqui Perto

Guarda da GNR de Mondim de Basto condenada por ameaçar superior com pistola

Pena suspensa

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Foto: Ilustrativa / DR

O Tribunal de S. João Novo, do Porto, condenou hoje a dois anos de prisão, suspensos por igual período, uma militar da GNR de Mondim de Basto que respondeu pelo crime de insubordinação por ameaças ou outras ofensas, por ter apontado uma pistola, carregada e municiada, a um superior hierárquico.

A guarda fica, ainda, obrigada a pagar-lhe mil euros de indemnização, bem como 30 euros, a despesa de uma consulta de psicologia que teve de fazer, após o ato.

A acusação, dada como provada, refere que Carla Fernandes apontou a pistola ao guarda principal Luís Borges, seu chefe de patrulha, em pleno posto da GNR em Mondim de Basto. Tê-lo-á feito, em maio de 2018, após uma discussão em que caiu ao chão.

Empurrão

A arguida diz que levou um encontrão no ombro que a fez tombar, mas a versão do colega é a contrária, a de que foi ela que caiu após lhe ter dado um empurrão.

Outros dois militares do posto corroboram a versão do guarda principal. Na primeira audiência, a militar disse que o guarda Borges a importunava, com atitudes de cariz sexual, como a de a “tentar beijar” ou de “tentar meter-lhe a mão entre as pernas quando iam numa viatura da Guarda. O que este nega, dizendo que ela, exaltada, o insultou, chamando-lhe “burro”, e o ameaçou, sem razão aparente.

Os factos ocorreram na noite de 19 para 20 de maio de 2018, no posto, quando ambos iam para uma patrulha, depois de terem estado 15 horas em serviço, pago, no rali de Portugal. Patrulha que ficou sem efeito.

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