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Região

Minho. ‘Aviso Amarelo’ devido à previsão de vento forte com rajadas

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Os distritos de Viana do Castelo e Braga estão hoje sob ‘Aviso Amarelo’ devido à previsão de rajadas de vento, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O ‘Aviso Amarelo’ é o menos grave de uma escala de três e representa risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê para hoje, na região norte, céu geralmente muito nublado, com períodos de chuva fraca a partir da tarde, intensificando para o fim do dia.

O vento soprará fraco a moderado (10 a 30 km/h) do quadrante leste, soprando temporariamente moderado a forte (30 a 50 km/h) e por vezes com rajadas até 90 km/h nas terras altas.

 

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Barcelos

Autarca de Barcelos regressou à Câmara mas não pode falar com funcionários

Operação Teia

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes (PS), regressou hoje aos Paços do Concelho para governar o município presencialmente, embora esteja impedido pelo tribunal de contactar com os funcionários.

A situação já foi criticada pelo PSD local que, em comunicado, questiona se serão necessários “batedores” sempre que Costa Gomes entrar nos Paços do Concelho ou noutros edifícios municipais.

No âmbito da Operação Teia, Miguel Costa Gomes estava em prisão domiciliária desde 03 de junho, indiciado dos crimes de corrupção passiva e de prevaricação.

O juiz de instrução criminal proibiu-o ainda de quaisquer contactos com funcionários municipais.

Na quarta-feira, a Relação deu provimento ao recurso e determinou a restituição de Costa Gomes à liberdade, impondo-lhe a prestação de uma caução de 20 mil euros.

No entanto, manteve a proibição de contactos.

Contactada pela Lusa, fonte do município escusou-se a tecer qualquer comentário, nomeadamente a explicar de que forma será ultrapassado aquele constrangimento, tanto no dia-a-dia como nas próprias reuniões do executivo.

Em comunicado, o PSD de Barcelos questiona se será necessário recorrer a “batedores”, entre vereadores ou assessores, para “irem à frente” de Costa Gomes a “avisar os funcionários” da sua aproximação.

“Nas reuniões da Câmara e da Assembleia Municipal, a assessoria técnica e logística vai ser efetuada por quem? Por vereadores? Por assessores?”, acrescenta o comunicado.

Sempre no mesmo tom, o PSD pergunta ainda se os espaços onde estiver o presidente da Câmara “terão que ser evacuados de funcionários” ou se Costa Gomes “vai ter que avisar quando quiser sair, para abrirem alas para poder passar sem contactar com os funcionários”.

“Vai governar por turnos? Ou durante a noite?”, lê-se ainda no comunicado, em que o PSD reitera que Costa Gomes “não tem mais condições” para assegurar a gestão do município.

Na operação Teia, e além de Costa Gomes, são ainda arguidos o entretanto demissionário presidente da Câmara de Santo Tirso, Joaquim Couto, e a mulher, a empresária Manuela Couto.

O outro arguido é o ex-presidente do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto Laranja Pontes, que entretanto se reformou.

Manuela Couto também esteve em prisão domiciliária, mas a pulseira eletrónica foi-lhe igualmente retirada na quarta-feira.

O processo está relacionado com alegados favorecimentos às empresas de Manuela Couto por parte do município de Barcelos e do IPO/Porto, a troco de favores políticos conseguidos por Joaquim Couto.

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Alto Minho

Adega Quintas de Melgaço faz 25 anos e projeta investimento de dois milhões de euros

A única no país em que o acionista maioritário é uma Câmara

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Foto: Divulgação

A adega Quintas de Melgaço, a “única” no país em que o acionista maioritário é a Câmara daquele concelho do Alto Minho, está a celebrar 25 anos e prevê investir dois milhões de euros na modernização das instalações.

“Estamos a prever iniciar em 2022 um projeto de modernização da adega de cerca de dois milhões de euros que deverá estar concluído em 2024. A intervenção será suportada por capitais próprios para tornar o espaço mais moderno, funcional de forma a apostarmos no enoturismo”, afirmou hoje à Lusa o administrador delegado da adega Quintas de Melgaço, Pedro Soares.

O responsável justificou a intervenção com o “crescimento” da adega e das instalações atuais “estarem a começar a ficar lotadas”, adiantando que o investimento, “será realizado por fases”.

“Neste momento não há programas comunitários abertos com essa finalidade. Esperamos que, brevemente, possa abrir alguma linha de financiamento que nos permita esse enquadramento”, explicou.

Pedro Soares revelou que, “nos últimos cinco anos, a empresa investiu cerca de um milhão de euros na modernização da linha de engarrafamento, de armazenamento, sistemas de refrigeração”, entre outras áreas.

Os 25 anos de produção e de comercialização de vinho Alvarinho vão ser celebrados, no dia 26, a partir das 15:00, com um ?welcome drink’, intervenções do presidente da Quintas de Melgaço e da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista, um concerto, entre outras atividades.

A adega Quintas de Melgaço, foi fundada em 1994, por “um filho da terra, Amadeu Abílio Lopes, depois de uma vida inteira emigrado no Brasil”.

Em 1996, o fundador “doou 68% do capital da adega à Câmara de Melgaço, que, com a entrada de novos acionistas, passou a deter 62%”.

Atualmente, a adega Quintas de Melgaço, é “constituída por 530 famílias pequenos produtores, famílias que há anos se dedicam à produção de Alvarinho.

“Num concelho com cerca de dez mil habitantes, a adega é fundamental para a economia de muitas famílias, um elemento preponderante na dinamização da economia local, para além de ser uma imagem da qualidade da marca Alvarinho, verdadeiro ex-libris dos vinhos brancos da Região dos Vinhos Verdes em Portugal e no mundo”, destacou.

Por ano, a adega produz dois milhões de garrafas de Vinho Alvarinho, por ano. No total, comercializa 12 rótulos, sendo nove vinhos e três espumantes.

“Em breve iremos lançar um Alvarinho Chardonnay, com duas das castas mais reconhecidas internacionalmente, vinhos produzidos dentro da sub-região de Monção e Melgaço”, revelou Pedro Soares.

Cerca de 12% da produção da Quintas de Melgaço é para exportação para a Alemanha, EUA, Suíça, Japão, França, Bélgica, Holanda, Canadá, Inglaterra, entre outros mercados. A faturação anual da empresa ronda os quatro milhões de euros.

No dia 26, a festa de “bodas de prata” decorrerá no edifício das Termas do Peso, em Melgaço, com a presença de viticultores, produtores e apreciadores do vinho da casta Alvarinho.

De acordo com números de 2018 da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), a sub-região de Monção e Melgaço tem uma área total de 45 mil hectares, 1.730 dos quais cultivados com vinha, sendo que a casta Alvarinho ocupa cerca de 1.340 hectares.

A sub-região tem no mercado 253 marcas de verde, produzidas por 2.085 viticultores e 67 engarrafadores.

Por ano, os dois concelhos produzem 10,2 milhões de litros de vinho verde (74% branco, 10% tinto e 3% rosé).

Desde 2015, a produção de Alvarinho foi alargada a outras zonas do país, fora dos dois concelhos do Alto Minho, em resultado de acordo alcançado pelo Grupo de Trabalho do Alvarinho (GTA), constituído pelo anterior Governo PSD/CDS e liderado pela CVRVV, defensora do alargamento da produção daquele vinho aos 47 municípios que a integram.

O acordo foi aceite pelo município de Monção. Já os produtores de Melgaço, acionistas da empresa “Quintas de Melgaço”, cuja maioria do capital é detido pela autarquia, contestam o acordo, considerando que “prejudica” a sub-região.

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Barcelos

Parque junto ao rio Cávado em Barcelos vandalizado após investimento de 5 mil euros

Local foi requalificado há pouco mais de um ano

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Foto: Direitos Reservados / cedidas a O MINHO

O parque de lazer de Fonte de Baixo foi alvo de atos de vandalismo durante o fim de semana, com uma das mesas de merendas, em madeira, a ficar bastante danificada por atos pirómanos, divulgou a autarquia local.

O espaço está situado na margem a norte do rio Cávado, na cidade de Barcelos, a poucos quilómetros da ponte que liga o centro histórico da cidade a Barcelinhos.

José Paulo Teixeira, presidente da União de Freguesias de Barcelos (Barcelos, Vila Boa e Vila Frescainha) , disse a O MINHO que este “ataque” em Fonte de Baixo não é “ato único”.

“Às vezes os caixotes do lixo  também são queimados e todas as segundas-feiras os colaboradores desta união passam pelo local para efetuar limpeza, dada a quantidade de  lixo que é deixado pelo chão”, adiantou o autarca.

José Paulo Teixeira, presidente da UF de Barcelos. Foto: DR

O espaço, que esteve durante vários anos abandonado e invadido por resíduos, foi recuperado em 2018 num investimento de cinco mil euros pela junta de freguesia sob o mote de valorizar as fontes antigas ali existentes, que dão o nome ao local.

O autarca revela que o investimento foi de aproximadamente 5 mil euros para limpeza do espaço, conservação das fontes, colocação das mesas e material de apoio, tal como baldes do  lixo.

Foto cedida a O MINHO

Foto cedida a O MINHO

Foto cedida a O MINHO

O espaço é utilizado para convívios, visitas de estudo e veraneio.

José Carlos Teixeira aponta a “falta de respeito de alguns” como principal motivo para que um novo investimento público seja feito no local “para que tudo fique como estava anteriormente”.

Sem adiantar datas, o autarca espera que a requalificação do espaço se inicie a curto prazo.

Local depois da intervenção. Foto cedida a O MINHO

Local antes da intervenção. Foto cedida a O MINHO

O parque de lazer requalificado foi anunciado a 22 de março de 2018 pela autarquia local, indicando a limpeza da fonte milenar como “um marco importante” na história barcelense.

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