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Alto Minho

Melgaço “lamenta intensamente” morte de menina de 15 anos em acidente

“O falecimento de Ana Júlia marca um dos momentos trágicos deste Verão para a comunidade melgacense”

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A morte de uma adolescente de 15 anos num despiste de automóvel, ao final da tarde desta terça-feira, deixou em estado de consternação amigos e conhecidos, no concelho de Melgaço.

Ana Júlia Freitas era aluna do 10.º ano do curso técnico de Receção da ETAP – Escola Tecnológica, Artística e Profissional que, hoje, publicou uma nota de pesar onde, em nome da direção, professores, funcionários e colegas “presta solidariedade à família e lamenta intensamente” o trágico acontecimento.

“Ana Júlia, onde quer que tu estejas farás sempre parte da família ETAP”.

Num concelho com pouco mais de 9 mil habitantes, também o jornal local Voz de Melgaço se “associou” às mensagens de pesar “que a comunidade melgacense, de forma massiva, tem manifestado”.

“O falecimento de Ana Júlia Freitas, ontem (13 de Agosto), na sequência de despiste do automóvel em que seguia, marca um dos momentos trágicos deste Verão para a comunidade melgacense”, lamenta o jornal.

Ana Júlia Freitas perdeu a vida depois da viatura em que seguia, se ter despistado e caído numa ribanceira, na vila de Melgaço, cerca das 19:40 desta terça-feira.

Foto: DR

Do acidente resultaram ainda dois feridos graves, que, segundo acrescenta o Jornal de Notícias, são o irmão e uma amiga de 16 anos da vítima mortal.

As circunstâncias estão a ser investigadas pelo Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação da GNR.

Além da GNR, ao local acorreram elementos das corporações de Melgaço e Monção, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do hospital de Viana do Castelo e a ambulância de suporte imediato de vida de Valença, informou o CDOS.

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Alto Minho

No Alto Minho concertinas e cantares ao desafio afinam na luta contra o lítio

Reportagem

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Foto: Pedro Pinheiro Augusto

O encontro nacional de “cidadania” que reúne, este sábado, em Vila Nova de Cerveira movimentos e associações do país que lutam contra minas a céu aberto começou com um número musical de contestação ao lítio à moda do Alto Minho.

O som afinado das concertinas e dos cantadores ao desafio deu, hoje de manhã, o mote à reflexão de “ativistas cívicos” com quadras adaptadas do Vira Velho: “Eu mandei dizer ao sol que não tornasse a nascer. Com minas na serra d’ Arga, que vem cá o sol fazer?”, entoaram os seis elementos do grupo, também informal, nascido no seio do movimento SOS Serra d’Arga, organizador do encontro nacional e um dos movimentos cívicos que, no distrito de Viana do Castelo, se formaram para lutar contra a exploração.

O primeiro encontro nacional continua hoje à tarde com a participação dos sete partidos com assento parlamentar, representantes de câmaras do distrito de Viana do Castelo e associações ambientalistas.

Durante a manhã, no cineteatro de Vila Nova de Cerveira, ouviram-se os testemunhos dos cidadãos que dão o rosto aos movimentos e associações do Minho, a Trás-os-Montes, das Beiras ao Alentejo: o Movimento Contra a Mineração Beira Serra, o GPSA – Grupo de Preservação Serra da Argemela, o Movimento de Defesa do Ambiente e Património do Alto Minho, SOS Serra d’Arga, a Associação Covas do Barroso, a Associação Montalegre com Vida, os Guardiões da Serra da Estrela, o movimento Em Defesa da Serra da Peneda e do Soajo e outro de Penalva do Castelo.

As primeiras informações sobre a “febre do lítio” surgiram pela comunicação social. Apanharam as populações de “surpresa” que informalmente, na maioria casos através redes sociais, fizeram acordar o “dever de cidadania” em defesa de “aldeias, do mundo rural, de património ambiental, e da qualidade de vida de quem habita os territórios”.

Com cerca de uma centena de pessoas na assistência ouviu-se falar numa luta “desigual” entre cidadãos e “gigantes que prometem milhões pelo petróleo branco fornecido pela Arábia Saudita da Europa” levaram à constituição de movimentos e associações.

Caso a caso, cada movimento contou as suas experiências e a “uma só voz” apontaram a “união” como único caminho a percorrer no combate à “catástrofe, tragédia ou ataque brutal” da exploração mineral e recusaram para as suas regiões ganhem a designação de “El Dourado” do lítio.

Ouviram-se apelos para a participação na manifestação nacional marcada para dia 21, em Lisboa, intitulada “Não às minas” – “Contra a febre da mineração em Portugal” e ficou o repto para a constituição e formalização do Movimento de Intervenção Nacional pelo Ambiente (MINA).

Este mês, o ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes disse que, dos 12 territórios identificados em Portugal, foram excluídos três, por se encontrarem em “zonas sensíveis ou em parques naturais ou áreas protegidas”, pelo que ao concurso para a prospeção de lítio vão apenas nove lotes.

Daqui, referiu, “resultará uma atividade de prospeção com regras ambientais extraordinariamente apertadas e qualquer passagem para a exploração é uma passagem que será sempre precedida de uma avaliação de impacto ambiental”, reiterou.

Hoje, nas intervenções de cerca de dez minutos que couberam a cada movimento ou associação de contestação ao lítio, o poder autárquico e o Governo não ficaram isentos de culpas num processo que consideram de “contornos pouco claros, numa cabala que está a ser constituída em torno do lítio”.

A “falta de transparência, de acesso a informação independente, a desinformação, a ausência de diálogo e de envolvimento com as populações, os interesses financeiros incomensuráveis” foram as principais críticas tecidas aos processos de mineração previstos para as várias zonas do país.

Com um “objetivo comum”, os movimentos e associações deixaram, hoje, a garantia de que irão “resistir até às últimas consequências, recorrendo a todas as formas possíveis”, desde os tribunais à luta, “dando o corpo às balas” para travar a “corrida ao lítio”.

O lítio é um tema polémico em Portugal. De um lado estão os que temem os prejuízos ambientais resultantes da exploração e do outro os que defendem o lítio como energia de futuro, o investimento e os postos de trabalho.

A procura mundial pelo lítio, usado por exemplo na produção de baterias para automóveis ou telemóveis, está a aumentar e Portugal é reconhecido como um dos países com reservas suficientes para uma exploração comercial economicamente viável.

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Viana do Castelo

Veja como foi a primeira noite do Viana Bate Forte

Fotorreportagem de Vasco Morais

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Fotos: Vasco Morais

O festival de música Viana Bate Forte já arrancou no centro da cidade de Viana do Castelo, na noite desta sexta-feira, com nomes de vulto da música nacional. GNR, Agir, Mão Morta e Valete foram os cabeças de cartaz, espalhados em dois diferentes palcos. O encerramento ficou a cargo de Deejay Kamala, já depois das 02h00. No Palco da Erva atuaram os The Oafs, a brasileira Tainá e os portuenses Zen.

Foto: Vasco Morais / O MINHO

Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

Foto: Vasco Morais / O MINHO

Foto: Vasco Morais / O MINHO

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Foto: Vasco Morais / O MINHO

Foto: Vasco Morais / O MINHO

Foto: Vasco Morais / O MINHO

Foto: Vasco Morais / O MINHO

O festival prossegue este sábado com Ana Moura, às 22:15 no Palco da Liberdade, seguida dos Wet Bed Gang, pelas 00:45. No Palco da República vão atuar os Kappa Jotta, às 21:00, Dino D’Santiago é o artista que se apresenta às 23:30, terminando DJ Patife às 02:00. O Palco da Erva conta com os vianenses Pedaço Mau, às 20:30, Phoenix RDC às 23:00, e Vítor Hugo, pela 01:30 da madrugada.

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Alto Minho

Crocodilo gigante de areia entretém veraneantes em Vila Praia de Âncora

Caminha

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Foto: Jorge Simão Meira

Uma escultura em areia no areal em Vila Praia de Âncora captou a atenção de centenas de veraneantes ao longo do início do mês de setembro, com alguns sustos pelo meio.

A obra de arte é de um autor anónimo que se dedicou a fazer (e desfazer) a escultura ao longo de vários dias de forma a angariar algum dinheiro para subsistência.

Foto: Jorge Simão Meira

O misterioso autor recordou assim uma tradição que já foi cunho daquela vila balnear quando existiu, no início da década de 2000, um concurso promovido pelo Diário de Notícias que consistia na exposição in loco de esculturas feitas em areia.

Foto: Jorge Simão Meira

O MINHO falou com uma das responsáveis da Comissão de Festas em Honra de Nossa Senhora da Bonança, festividades que decorreram no último fim de semana, mesma altura em que surgiu esta escultura nos areais ancorenses.

Foto: Jorge Simão Meira

Aquela comissão explica que a escultura “não teve nada que ver” com as festividades religiosas mas que foram várias as pessoas que questionaram elementos da comissão sobre a proveniência da obra de arte.

Fonte do Turismo de Caminha confirmou a O MINHO que a escultura também não esteve inserida em quaisquer programação municipal.

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