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Viana do Castelo

Marcelo desce avenida principal e é “engolido” nas festas de Viana

Romaria d’Agonia

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Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

Marcelo Rebelo de Sousa esteve hoje pela primeira vez como Presidente da República na Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo, onde uma multidão rendida o saudou efusivamente.

O Chefe de Estado começou a descer a avenida principal já passavam das 21:00 onde, pelo caminho, tem sido “engolido” e ovacionado pela população ao som da canção de Amália Rodrigues “Havemos de ir a Viana”.

Por entre as esplanadas do café ou pela própria avenida, Marcelo acede aos pedidos de ‘selfie’, prática que bem o caraterizou nos tempos pré-pandemia, e que agora tem retomado.

Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

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Além do Presidente da República, também o líder do PSD, Luís Montenegro, marca esta noite presença nas festas de Viana do Castelo, presença que Marcelo Rebelo de Sousa assumiu não evitar.

“Porque é que havia de evitar a sua presença, sou Presidente de todos os portugueses. Ainda por cima, o PSD é o meu partido de origem”, comentou o chefe de Estado quando questionado sobre a presença do social-democrata.

Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

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Por entre brincadeiras típicas, ao lado do presidente da Câmara, Luís Nobre, e do anterior ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, um dos embaixadores desta romaria, aos jornalistas, Marcelo também falou do Estado atual do país, e considerou adequada a decisão do Governo em decretar a situação de alerta entre domingo e terça-feira devido ao risco de incêndios.

“Não por uma razão. Quando foi decidido isso [situação de alerta] ainda não havia Ourém [incêndio], em segundo lugar há aqui uma realidade que foi referida hoje que é a renovação dos recursos humanos e dos meios materiais”, afirmou quando questionado sobre se a decisão do Governo era tardia, à margem da Romaria.

Foto: Joca Fotógrafos / O MINHO

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Segundo Marcelo, é fácil para quem vê de longe dizer pega-se neste veículo e coloca-se ali, mas isso não é instantâneo e demora tempo.

“E daí que tivesse havido esse compasso de espera para permitir o reajustamento do dispositivo, quer humano, quer material”, referiu.

Disse também que o balanço dos incêndios deve ser feito no final e não numa altura em que ainda estão a acontecer.

“Acho que o balanço de uma campanha que dura até setembro e que pode ir ou não até outubro deve ser feito no fim porque, pelo meio, estar a concentrar a atenção em balanços provisórios quando temos de estar mobilizados para o combate não me parece muito prudente”,

O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, anunciou hoje que o território continental vai estar em situação de alerta entre os dias 21 e 23 de agosto devido ao risco de incêndios.

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