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Viana do Castelo

Mais de 300 mil pessoas visitaram praias de Viana durante o verão

Balanço da época balnear

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Praia de Moledo. Foto: DR/Arquivo

Entre 1 de maio e 15 de setembro, as praias do concelho de Viana do Castelo receberam a visita de mais de 300 mil pessoas. Na época balnear que agora encerrou, as praias vianenses foram vigiadas por 40 nadadores-salvadores, apoiados por uma viatura 4X4 de emergência tripulada por paramédico e socorrista, tendo ainda contado com quatro operadores de moto 4X4, 6 operadores de embarcação de resgate e dois operadores de DAE.

Na sessão de encerramento da época balnear, que aconteceu no Centro de Mar instalado a bordo do navio Gil Eannes, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo agradeceu aos nadadores-salvadores o empenho e o trabalho desenvolvido, tendo também destacado o papel da Coordenada Decimal – Associação de Nadadores Salvadores.

O mês de agosto assumiu-se como o período de maior afluência de banhistas, tendo a Praia do Cabedelo, Praia da Amorosa e as Praia da Arda e Afife sido as que registaram maior número de utentes.

Assim, a Praia do Cabedelo reuniu quase 65 mil banhistas ao longo de quatro meses e meio, tenho o Rodanho assegurado praticamente 50 mil utentes, a Amorosa 35.700 banhistas e as Praias da Arda e Afife conquistado mais de 74 mil pessoas.

Neste período, foram registadas 75 ocorrências e efetuados 4 resgates na água. Em terra, o número de salvamentos com gravidade foi de 34 banhistas, tendo sido evacuadas 15 vítimas para o hospital.

Recorde-se que, nesta época balnear, Viana do Castelo contou com 8 bandeiras azuis. O Município conquistou uma nova bandeira de Praia Acessível para a Praia do Cabedelo. Assim, Viana do Castelo contou com três praias acessíveis: Amorosa, Carreço e Praia do Cabedelo, que disponibilizaram canadianas anfíbias aos utentes, para além da habitual cadeira anfíbia.

As oito bandeiras azuis, galardão atribuído pela Associação Bandeira Azul da Europa, contemplaram as praias da Arda (Mariana), Afife, Paçô, Carreço, Praia Norte, Cabedelo, Amorosa e Castelo de Neiva.

As 11 praias vigiadas do concelho vianense hastearam ainda a bandeira da ColorAdd – Praia Inclusiva, uma bandeira que substitui a cor por códigos, para auxiliar os cidadãos daltónicos.

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Viana do Castelo

Lar em Viana do Castelo confirma infeção em utente de 90 anos

Covid-19

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Foto: Divulgação

A direção do centro social e paroquial de Darque, em Viana do Castelo, disse hoje ter sido confirmada a infeção por covid-19 numa utente de 90 anos do lar da instituição, conduzida ao hospital por “problemas renais e respiratórios”.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da direção, Xavier Moreira, adiantou que o caso foi confirmado na segunda-feira à tarde no hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, onde “a idosa deu entrada devido ao problemas renais e respiratórios de que já padecia”.

“A direção já pôs em marcha o plano de contingência e está a tomar todas as medidas necessárias em articulação com as autoridades de saúde e o Centro Distrital da Segurança Social. Hoje mesmo vamos começar a testar todos os idosos e funcionários da instituição”, acrescentou o pároco da freguesia.

Além do lar, com 42 idosos, o Centro Paroquial de Promoção Social e Cultural de Darque, na margem esquerda do rio Lima, dispõe ainda de uma unidade de cuidados continuados de média e longa duração, com 32 utentes.

“Estamos a fazer todos os esforços, seguindo as orientações da autoridades competentes. Vão testar os utentes das duas respostas e os 90 funcionários. Uma da equipa funcionários vai em quarentena num espaço confinado que a instituição dispõe”, acrescentou o padre.

A unidade de cuidados continuados de média e longa duração foi construída pelo Centro Paroquial de Promoção Social e Cultural de Darque, ligado à Igreja Católica, que custou mais de 1,5 milhões de euros, dos quais cerca de 800 mil euros foram suportados pela instituição através de verbas próprias e com donativos da população.

A unidade de cuidados continuados de Darque abriu em agosto de 2013 com as primeiras 16 camas, no âmbito de um acordo assinado com o Estado, mais de um ano depois de estar concluída. Em 2014, no âmbito de um acordo assinado com o Estado, aumentou a capacidade para o dobro de camas.

Esta unidade de cuidados continuados integra um projeto mais alargado daquele centro e no qual foram investidos 3,8 milhões de euros – 2,3 milhões provenientes de fundos comunitários -, para instalar outras valências de apoio social como um lar de idosos, apoio domiciliário, centro de dia, creche e ATL (atividades de tempos livres).

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 791 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 38 mil.

Depois de surgir na China, em dezembro de 2019, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 160 mortes, mais 20 do que na véspera (+14,3%), e 7.443 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 1.035 em relação a segunda-feira (+16,1%)

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Viana do Castelo

Mephisto coloca 500 trabalhadores em ‘lay-off’ em fábrica de Viana do Castelo

Covid-19

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Foto: DR

A Mephisto, empresa francesa de calçado instalada há 34 anos em Viana do Castelo, vai colocar os cerca de 500 trabalhadores em regime de ‘lay-off’, por falta de matéria-prima devido à pandemia da covid-19, disse hoje fonte autárquica.

A mesma fonte da autarquia de Viana do Castelo adiantou que “os trabalhadores vão para ‘lay-off’ a partir de quarta-feira e durante um mês, estimando-se o retomar da laboração em maio”.

A fonte disse que a “empresa está a sentir dificuldade no fornecimento da matéria-prima, oriunda de França, Itália e Índia, países também muito afetados pelo surto do novo coronavírus”.

A agência Lusa contactou a administração da empresa, instalada desde 1986 na segunda fase da zona industrial de Neiva, em Viana do Castelo, mas sem sucesso.

O ‘lay-off’ simplificado (que permite a redução temporária do período normal de trabalho ou a suspensão de contrato de trabalho) entrou em vigor na sexta-feira e é uma das medidas excecionais aprovadas pelo Governo para manutenção dos postos de trabalho no âmbito da crise causada pela pandemia de covid-19.

As empresas que aderirem podem suspender o contrato de trabalho ou reduzir o horário dos trabalhadores que, por sua vez, têm direito a receber dois terços da remuneração normal ilíquida, sendo 70% suportada pela Segurança Social e 30% pela empresa.

Em 2016, em nota então enviada à imprensa, a Câmara de Viana do Castelo informou ter celebrado um contrato de investimento com a Mephisto Portugal na fábrica instalada no concelho.

O investimento então anunciado, no montante de seis milhões de euros, previa a criação de uma nova unidade de produção industrial com mais de 3.000 metros quadrados de área de implantação e cerca de 50 novos postos de trabalho.

Na altura, a nota referia que a empresa francesa já empregava 450 trabalhadores.

Criada em 1965, “a empresa tem como principais mercados a Áustria, a Suíça, a Alemanha e o Benelux, para onde exporta roupa em pele, calçado de mulher e de homem e artigos de marroquinaria diversos”.

Possui “mais de trezentas lojas espalhadas por mais de cinquenta países e está classificado entre o “top ten” nacional do setor da indústria do calçado”.

Em maio de 2017, Martin Michaeli, o empresário alemão proprietário da Mephisto, recebeu da Câmara de Viana do Castelo a distinção de Cidadão de Honra, título com que tinha sido agraciado no dia da cidade que se assinala a 20 de janeiro.

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Viana do Castelo

Viana cria linha de apoio à solidão

Covid-19

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Foto: Ilustrativa / DR

A Câmara de Viana do Castelo tem disponível a partir de hoje uma Linha de Apoio à Solidão. Esta linha telefónica 258 809 317 estará disponível entre as 09:00 e as 13:00 e as 14h:0 e as 17:00, de segunda a sexta-feira, sendo o atendimento assegurado por psicólogos.

Depois de atendida a chamada, será dada toda a informação pretendida pelo munícipe, podendo ser fornecido acompanhamento psicológico, se necessário, ou promovido o devido encaminhamento para outro serviço.

“Neste contexto de pandemia, o papel do acompanhamento psicológico é crucial para promover a literacia sobre o COVID-19, prevenção de comportamentos de risco, e promoção de comportamentos pró-sociais e pró-saúde. Este acompanhamento irá também promover literacia em saúde psicológica e a prestação de suporte emocional e de estratégias para lidar com o isolamento, adaptação à mudança e com situações de crise (perturbação psicológica, situações de negligência, abuso, violência, consumos ou outras)”, escreve a autarquia em comunicado.

A linha visa ainda a “diminuição da perceção de isolamento, promovendo a tomada de consciência de que a pessoa não está sozinha; promoção de comportamentos proativos, para que a pessoa se mostre próxima e socialmente conetável e mantenha contatos com a família e amigos, através de meios de comunicação à distância (telefone, vídeo-chamadas e redes sociais).

Esta iniciativa municipal quer ainda desenvolver a promoção de estratégias psico-educativas, de incentivo à realização de atividades integradas em rotinas e hábitos de vida saudáveis e a promoção de estratégias alternativas e de formas adaptativas para lidar com os efeitos do stresse e da ansiedade decorrentes da situação pandémica e das suas consequências ao nível do bem-estar.

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