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Braga

Maestro de Braga novamente reconhecido internacionalmente

Filipe Cunha dirige a Orquestra Filarmónica de Braga

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Foto: Orquestra Filarmónica de Braga

O diretor da Orquestra Filarmónica de Braga, Filipe Cunha, foi convidado para integrar o projeto “Sociedad Musical Giuseppe Verdi”, em Guadalajara, no México, na categoria de direção de Orquestra, como maestro internacional.

A referida sociedade foi criada recentemente por pessoas ligadas à música clássica com o objetivo de criar intercâmbios culturais com o México.

“Fui o primeiro a ser escolhido como maestro internacional para colaborar com eles”, adianta a O MINHO Filipe Cunha, acrescentando que, mal a pandemia o permita, irá ao México para efetivar a colaboração, o que espera poder acontecer no segundo semestre deste ano.

“Depois existirá intercâmbio, troca de experiências, partituras, composições, obras novas, intercâmbio de solistas, maestros, será estabelecida aqui uma rede de partilha cultural com o México”, explica o músico a O MINHO, esperançado em “trazer coisas boas para Braga”.

No ano passado Filipe Cunha esteve na fase final do concurso “World Music Competition” em Viena (Áustria) na categoria de direção de Orquestra; fez parte do júri do concurso mundial “International Orchestra Auditions Awards” da Samnium University of Music em Itália e foi convidado para maestro honorário da Korean Orchestra – K.Classics (Coreia do Sul) numa seleção de 15 maestros a nível mundial.

O maestro recebeu a notícia com felicidade e orgulho por mais uma distinção internacional. “ACima de tudo é mais um reconhecimento do meu trabalho que vem do exterior e uma enorme responsabilidade porque levo comigo o nome de Braga e de Portugal além-fronteiras”, salienta.

Frisou ainda que “é uma excelente notícia, sobretudo nos tempos difíceis que vivemos com os concertos cancelados e que abre portas a futuros intercâmbios culturais”.

“Estarei empenhado nessa partilha de conhecimentos e de experiências e espero trazer muitas coisas boas para Braga, contribuindo assim para enriquecer o nosso património e a oferta cultural”, conclui.

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