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Ponte de Lima

Mãe e filho transportados ao hospital após alegadas agressões de vizinhos em Ponte de Lima

Na vila de Arcozelo

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Foto: DR / Arquivo

Uma mulher, de 47 anos, e um jovem, de 16, mãe e filho, foram transportados ao hospital, esta terça-feira à tarde, depois de terem sofrido ferimentos ligeiros, na rua da Pólvora, na freguesia de Arcozelo, em Ponte de Lima.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima disse a O MINHO que foram accionados para uma situação de agressão, cerca das 14:01, tendo efetuado o transporte das duas pessoas para o Hospital de Viana do Castelo. Carlos Lima acrescenta que as vítimas alegam ter sido agredidas por vizinhos.

Prestaram socorro seis operacionais e três viaturas.

A GNR de Ponte de Lima encontra-se no local.

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Alto Minho

Jovem detido por suspeita de atear incêndios em Ponte de Lima estava inocente

Justiça

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Foto: Ilustrativa / DR

O jovem de 24 anos que foi detido pela Polícia Judiciária de Braga acusado da prática de dois crimes de incêndio florestal no concelho de Ponte de Lima está inocente, referem os três juízes responsáveis pelo julgamento.

No acórdão da audiência, a que O MINHO teve acesso, é determinado pela juiz-presidente que todas as acusações imputadas ao jovem sejam retiradas, considerando-o absolvido da prática dos crimes.

Os incêndios ocorreram no passado dia 18 de setembro de 2019, em Vilar das Almas e em Gaifar, consumindo uma quantidade significativa de mato, eucaliptos e pinheiros.

Na altura, o jovem agora absolvido deu o alerta para o incêndio de Gaifar, algo que funcionou contra ele uma vez que a acusação do Ministério Público indicou esse alerta como uma das provas para o suposto ato criminoso.

A outra prova da acusação era a posse de um isqueiro por parte do jovem, mas este sempre refutou que fosse uma ‘arma de crime’ por ser fumador e precisar do isqueiro para poder acender os cigarros.

No acórdão, o coletivo sublinha que a acusação ou a PJ nunca conseguiram provar que o jovem “tenha usado um isqueiro e pegado fogo a ervas de mato seco que deram origem aos dois incêndios”.

As três testemunhas da acusação, que sustentavam as provas de que teria sido o jovem a cometer o crime, também não conseguiram provar que foi o jovem, uma vez que não houve prova ocular, ou seja, não viram nada, apenas tinham suspeitas. Entre eles estava um militar da GNR.

Patrícia Amorim, advogada com escritório próprio na Avenida António Feijó, em Ponte de Lima, defendeu o jovem, indicando que “é perfeitamente normal a posse de um isqueiro num fumador” e que isso “não pode servir de prova”.

“Ele alertou a GNR de que havia um incêndio perto de onde residia, como é o dever de qualquer cidadão. Um elemento da GNR referiu que o meu cliente poderia ter apagado o incêndio por estar perto dele, mas a juiz diz que o normal não é um popular apagar o incêndio, mas sim chamar as autoridades competentes”, indicou a advogada a O MINHO.

“O meu cliente sempre negou a prática dos factos e narrou o seu trajecto de forma credível naquele fim de tarde e início de noite, sempre teve uma postura coerente ao longo de todo o processe e isso contribuiu para a absolvição”, acrescentou.

O jovem esteve, desde final de setembro, obrigado a apresentações diárias no posto da GNR de Freixo e à obrigação de não transportar isqueiro, algo que, embora sendo fumador, cumpriu. Essas medidas obrigatórias foram agora extintas.

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Alto Minho

Ecovia de Ponte de Lima em mau estado. Câmara promete intervir

Mobilidade

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Foto: DR

A ecovia na margem direita do rio Lima, designadamente na passagem por debaixo do arco da ponte medieval, está em mau estado, dificultando a circulação de pessoas com mobilidade reduzida. A Câmara promete fazer melhoramentos.

Via muito esburacada.

A situação foi exposta a O MINHO por João Araújo, que tem de movimentar-se num carrinho elétrico e experimentou muitas dificuldades a passar naquela zona.

“Fiquei desiludido com o estado da via. Tenho que me revoltar contra estas situações”, referiu munícipe em e-mail enviado à nossa redação.

João Araújo expôs a O MINHO a dificuldade de passar nesta zona da ecovia.

Contactada por O MINHO, a Câmara de Ponte de Lima reconhece o mau estado da via, mas assinala que não recebeu formalmente queixas de munícipes.

O município adiantou, ainda, que aquela zona será intervencionada, bem como outras, mas sem revelar datas.

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Alto Minho

Ciclovia de Ponte de Lima está a derreter com o calor. Autarquia já avisou empreiteiro

Investimento de 1,5 milhões

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Foto: Carlos Martins / Facebook

A ciclovia de Ponte de Lima tem um problema de construção, nomeadamente “uma diluição da camada superior do piso”, que tem levado os ciclistas a usarem a estrada. A Câmara diz que já avisou o empreiteiro para corrigir o defeito antes de entregar a obra.

A situação foi denunciada pelo PS de Ponte de Lima, nas redes sociais, questionando “por que motivo há uma diluição da camada superior do piso da ciclovia com as consequências negativas que este facto acarreta”.

Em resposta a um comentário de um utilizador, o PS acrescentava que “o que acontece, infelizmente, é que os ciclistas têm dificuldade em circular na ciclovia visto que os pneus colam no piso que está a desfazer-se (derreter) talvez fruto do aquecimento provocado pelas temperaturas que se têm feito sentir”.

Ponte de Lima aprova ciclovia urbana de 1,5 milhões com votos contra da oposição

Questionada por O MINHO, a Câmara de Ponte de Lima referiu que a obra ainda não foi entregue pelo empreiteiro.

O município adiantou, ainda, que o defeito já tinha sido detetado e o empreiteiro foi avisado para o corrigir.

A construção da ciclovia e vias pedonais de acesso à zona urbana foi adjudicada por concurso público à Predilethes Construções, Lda, empresa de Ponte de Lima.

Notícia atualizada às 13h15 com a indicação da empresa a quem foi adjudicada a obra.

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