Foi apresentado em Braga o livro “O Fundador do Opus Dei em Portugal: um Testemunho Pessoal”, da autoria do padre Hugo de Azevedo, onde o sacerdote relata na primeira pessoa os momentos passados com S. Josemaria Escrivá, fundador da prelatura morto em 1975 entretanto canonizado e considerado santo pela Igreja Católica desde 2002.
A apresentação decorreu no Museu Pio XXI, no contexto da Exposição Comemorativa dos 75 anos do Opus Dei em Portugal, e a obra incide numa “interessante perspetiva (…) sobre o Fundador e a sua especial relação com Portugal, Fátima e os portugueses”.
“Tendo estado presente em quase todas essas ocasiões descritas, o relato adquire valor testemunhal e era importante recolher de algum modo o clima familiar da convivência com S. Josemaria”, lê-se no site do Opus Dei.
Segundo o autor, registá-las é “um dever; dá-las a conhecer, também: aquilo a que nestes dias se chama ‘realidade aumentada’, isto é, conhecer mais de perto e mais extensamente o que até as grandes biografias têm de resumir”.
O evento, que abriu com um momento musical e uma intervenção do cónego Fernando Sousa e Silva, contou – refere a organização em comunicado -, com perto de uma centena de pessoas.
Depois de cursar o ensino secundário em Santo Tirso e no Porto e os dois primeiros anos de Direito em Coimbra e Lisboa, o padre Hugo de Azevedo foi para Roma, onde viveu vários anos junto de S. Josemaria e onde se doutorou em 1956 pela Universidade Lateranense em Direito Civil Comparado e Direito Canónico.
Sacerdote da Prelatura do Opus Dei desde 1955, o primeiro em Portugall, tem vários livros publicados e colaborou em jornais e revistas com colunas de opinião.