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Braga

Legislativas: Lisboeta candidato a deputado por Braga? Vereador do CDS critica “amiguismo”

Altino Bessa muito crítico

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Foto: Divulgação / Arquivo

Altino Bessa criticou a escolha do lisboeta Telmo Correia para encabeçar a lista do partido nas próximas eleições legislativas, no distrito de Braga. Numa publicação partilhada através das redes sociais, o vereador centrista da coligação “Juntos por Braga” (PSD/CDS-PP/PPM), que governa a autarquia da capital do Minho, fala mesmo em “amiguismo”.

“O amiguismo continua a prevalecer no CDS. Lisboa continua a “enxamear” o resto do país”, escreve Altino Bessa, ressalvando que “não queria ser candidato”.

“Os tiques do Portismo [liderança de Paulo Portas] continuam vivos”.

Na reunião de sexta-feira do conselho nacional do CDS, em Lisboa, que já terminou na madrugada de sábado, as listas da chamada quota nacional foram aprovadas por 100 conselheiros (82,6%), 14 contra, seis nulos e um branco.

Legislativas: Anacoreta Correia cabeça de lista do CDS em Viana do Castelo

Em Viana do Castelo, foi escolhido para cabeça de lista Filipe Anacoreta Correia. A escolha, ao que O MINHO sabe, também não caiu bem em certos sectores do CDS do Alto Minho.

Telmo Correia

Telmo Correia, ao lado da líder, volta a ser cabeça de lista em Braga. Foto: Facebook de CDS/PP

Nascido a 04 de fevereiro de 1960, em Campo Grande, Lisboa, Telmo Correia lidera pela quarta vez consecutiva a lista de deputados pelo círculo eleitoral de Braga – em 2015, foi o número 4 na lista da coligação com o PSD, o primeiro nome centrista, onde a número 8, a vimaranense Vânia Dias da Silva, também foi eleita para a bancada do CDS.

De nome completo Telmo Augusto Gomes de Noronha Correia é licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa onde chegou a exercer o cargo de dirigente da Associação Académica.

Várias vezes deputado, cargo que mantém actualmente, já liderou a bancada parlamentar do CDS-PP por duas vezes e chegou, inclusive, a ocupar o posto de ministro do Turismo.

Em termos políticos foi, ainda, vereador na Câmara Municipal de Lisboa.

Casado duas vezes, tem três filhos, duas raparigas e um rapaz.

O pai de Telmo Correia, lisboeta de raiz, tem ascendência britânica e macaense. Já a mãe é natural de Leiria e foram os dois médicos.

Telmo Correia é ainda, presidente da distrital de Lisboa do CDS-PP e, como adepto do Benfica, é um conhecido comentador na Antena1, TVI e na BTV.

Corrente interna do CDS é contra

A Tendência Esperança em Movimento (TEM), uma corrente interna do CDS-PP, votou contra os cabeças de lista às legislativas por discordar do “método e da forma” com foram feitas, afirmou um dirigente centrista.

Numa mensagem enviada à Lusa, Abel Matos Santos, da TEM, explicou que os conselheiros nacionais da tendência votaram contra a proposta de Assunção Cristas por discordarem da “metodologia e da forma” como foram feitas as listas da chamada quota nacional pela direção, dado que defendem “um papel maior das estruturas concelhias e distritais” na definição dos candidatos.

Abel Matos Santos disse que os membros da sua tendência estão “obviamente empenhados no melhor resultado possível do CDS” e farão “tudo por isso”, atribuindo a Assunção Cristas o mérito de um bom resultado.

Assim “como um mau resultado será totalmente da sua responsabilidade”, afirma o dirigente centrista.

Na votação para a lista para as europeias, encabeçada por Nuno Melo e que teve 81% dos votos, a TEM absteve-se.

A chamada quota nacional inclui, além dos cabeças de lista aos 18 distritos e círculos da Europa e Fora da Europa, os primeiros candidatos nos dois maiores círculos (Lisboa e Porto). Estatutariamente, e por uma questão de autonomia, Açores e Madeira escolhem os seus candidatos.

Assunção Cristas deixará a lista de Leiria, por onde concorreu em eleições passadas, para liderar a lista de Lisboa, cidade onde é vereadora na câmara. No Porto, a primeira candidata será a vice-presidente Cecília Meireles.

O líder da Juventude Popular, Francisco Rodrigues dos Santos, é indicado para número dois na lista do Porto.

No total, há nove deputados como cabeças-de-lista: Assunção Cristas em Lisboa, Cecília Meireles no Porto, Nuno Magalhães, líder parlamentar, em Setúbal, João Almeida em Aveiro, Telmo Correia em Braga, João Rebelo em Faro, Patrícia Fonseca em Santarém, Filipe Anacoreta Correia em Viana do Castelo e Helder Amaral em Viseu.

Entre os independentes, destacam-se três ex-jornalistas: Raquel Abecasis, que encabeça a lista em Leiria, Rui Lopes da Silva, ex-RTP e chefe de gabinete de Cristas, e Sebastião Bugalho, atual colunista do Observador, que concorrem em 6.º lugar na lista de Lisboa.

De saída está Teresa Caeiro, até agora eleita pelo círculo de Faro.

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Braga

Homem em estado grave após atropelamento em Braga

Vítima de 35 anos

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Foto: Facebook do grupo "Moina na Estrada"

Um homem, de 35 anos, sofreu ferimentos graves na sequência de um atropelamento, esta tarde, em Braga.

O sinistro ocorreu por volta das 16:40 junto à rotunda da Rodovia, naquela cidade.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao local acorreram os Bombeiros Voluntários de Braga, a VMER e a Mota de Emergência Médica do INEM.

Desconhecem-se as causas do atropelamento, mas a vítima terá sido colhida fora de passadeira.
Foi transportada para o Hospital de Braga.
A PSP registou a ocorrência.

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Braga

Ao fim de 11 anos, familiares de três operários mortos em Braga recebem indemnização

Famílias das vítimas, de Ponte de Lima, apresentaram queixa contra negócios simulados

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Foto: DR

Ao fim de 11 anos, os familiares dos três homens que morreram soterrados na derrocada de um prédio em obras na Rua dos Chãos, em Braga, vão poder receber os 363 mil euros, mais juros, de indemnização que lhes foram arbitrados pelo Tribunal de Braga.

A execução da sentença é possível, dado que o Tribunal da Relação de Guimarães deu razão à decisão do Tribunal de Viana do Castelo de concordar, com uma ação paulina interposta pelo advogado Joaquim Magalhães, de Monção, anulando a venda de bens feita a familiares pelo empreiteiro José Cândido Armada, que era defendido pela advogada Adriana Amorim, de Ponte de Lima.

Sem bens, não era possível aos credores receber a indemnização. O Tribunal considerou fictícia a partilha de bens feita após o divórcio com a ex mulher e a doação de imóveis aos filhos após decisão de indemnização no processo-crime, em que o empreiteiro e um engenheiro foram condenados por violação das regras de segurança, a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, aplicando ainda 300 dias de multa, à taxa diária de dez euros, à empresa responsável pela obra.

As vítimas eram de Ponte de Lima

Diz o acórdão da Relação de Guimarães: Maria do Rosário Antunes Gonçalves, residente na Travessa da Veiga, Vacariça, freguesia de Refoios do Lima, concelho de Ponte de Lima, e Maria da Conceição Almeida da Silva, residente no Lugar da Ribeira, freguesia de Ribeira, concelho de Ponte de Lima intentaram uma ação declarativa comum contra José Cândido Martins Armada, com domicílio na Rua Cardoso Avelino, 21, freguesia de Maximinos, concelho de Braga; Maria de Fátima Pereira Dias, residente no Lugar da Ribeira, freguesia de Ribeira, concelho de Ponte de Lima; Gabriel José Dias Armada, residente no Lugar da Ribeira, freguesia de Ribeira,concelho de Ponte de Lima; Marco José Dias Armada, residente na Rua Quinta do Abade,43, 3.º M, freguesia de Feitosa, concelho de Ponte de Lima; e José Cândido Martins Armada & Filhos, com sede no Lugar da Ribeira, freguesia da Ribeira, do concelho de Ponte de Lima.

E acrescenta: “Foi requerida e deferida a intervenção principal provocada, como associados das autoras, de Miguel Serafim Gonçalves Veríssimo, representado pela sua mãe Maria do Rosário Antunes Gonçalves, Cátia da Silva Armada, Cristiana da Silva Armada e Henrique José Gonçalves Veríssimo”.

As autoras – prossegue o Tribunal “vieram alegar que a partilha e as doações formalizadas entre os réus se tratam de negócios simulados ou, caso assim não se entenda, que foram celebradas com vontade e consciência de as prejudicar as autoras”.

O acidente registou-se a 08 de setembro de 2008, quando as vítimas trabalhavam na construção de um prédio e ficaram soterradas numa vala, após o desmoronamento de um edifício contíguo. O tribunal deu como provado que o plano de segurança “não contemplava” a abertura daquela vala, que teria 80 centímetros de profundidade, 100 centímetros de largura e oito metros de comprimento. Os arguidos não cuidaram de entaipar a vala nem promoveram estudos geológicos dos terrenos envolventes ou sobre a robustez do prédio que ruiu.

Os juízes concluíram que “agiram conscientes da possibilidade” de aquele prédio ruir e do consequente risco para a vida dos trabalhadores.Por isso, imputou-lhes uma conduta negligente, tanto mais que “era visível” o estado de degradação do prédio que ruiu, que teria 100 anos.

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Braga

Três feridos após colisão em Vieira do Minho

Em Tabuaças

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Foto de Anabela Bras no grupo de Facebook: "Moina na Estrada"

Três pessoas ficaram com ferimentos na sequência de uma colisão rodoviária na freguesia de Tabuaça, em Vieira do Minho, disse a O MINHO fonte do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS).

Foto: Eduardo Ferreira / Rio Longo e Notícias

No local, estão os Bombeiros de Vieira do Minho com três ambulâncias e uma viatura de desencarceramento.

Foto: Eduardo Ferreira / Rio Longo e Notícias

Desconhece-se, ainda, a gravidade dos ferimentos, apenas que há vítimas encarceradas.

O alerta foi dado às 14:44.

(em atualização)

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