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Futebol

Liga das Nações: Selecionador da Holanda assume vantagem de Portugal, mas numa final “tudo pode acontecer”

Final joga-se este domingo, no Estádio do Dragão, no Porto

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Foto: DR

O selecionador da Holanda, Ronald Koeman, afirmou hoje que Portugal está mais bem posicionado para conquistar no domingo, no Estádio do Dragão, a Liga das Nações de futebol, mas lembrou que numa final “tudo pode acontecer”.

“Portugal tem equipa forte e defende bem. Vai ser difícil. Portugal joga em casa e isso é um fator importante. Temos de estar ao nosso melhor nível para conseguir marcar golos. É uma final e numa final tudo pode acontecer, tudo é possível”, afirmou Ronald Koeman.

O selecionador holandês falava aos jornalistas na conferência de imprensa de antevisão do jogo decisivo da Liga das Nações, no Estádio do Dragão, no Porto.

“Ninguém esperava que a Holanda estivesse aqui. É um prazer jogar a final e não há qualquer pressão. Sabemos o que temos que fazer. Para estar aqui, vencemos França, Alemanha e Inglaterra. Seria fantástico terminar com uma vitória na casa de Portugal”, referiu o antigo treinador do Benfica.

Questionado sobre se tem algum plano especial para parar Cristiano Ronaldo, Koeman explicou esse tipo de jogo “não faz parte da filosofia da Holanda” e considerou que são jogadores como o avançado português que fazem encher os estádios.

“Ele é um dos melhores e a melhor coisa do futebol é que não podemos 100% parar um jogador como ele, porque é demasiado bom. Se isso fosse possível, seria péssimo para os adeptos. Ronaldo consegue marcar contra os melhores defesas do mundo e isso é a parte boa do futebol”, disse o técnico de 56 anos.

O antigo defesa central comentou ainda estado físico da sua equipa, que teve menos um dia de descanso do que Portugal e foi obrigada a jogar o prolongamento com a Inglaterra (3-1).

“Claro que há fadiga, mas estão todos aptos. Como vamos jogar uma final, mentalmente é mais fácil recuperar os jogadores. Há outro tipo de motivação e isso ajuda”, concluiu.

O Portugal-Holanda está agendado para as 19:45 e vai ter arbitragem do espanhol Undiano Mallenco.

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Futebol

Benfica vence Paços de Ferreira e vai em 18 vitórias seguidas fora

I Liga

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Foto: DR / Arquivo

O Benfica venceu hoje por 2-0 na deslocação ao Paços de Ferreira, em jogo da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e aumentou para 18 o número de triunfos consecutivos fora de casa na competição.

A equipa lisboeta, líder do campeonato, adiantou-se no marcador por intermédio de Rafa, aos 39 minutos, e o avançado brasileiro Carlos Vinicius aumentou a vantagem aos 47, com o Benfica a somar agora 51 pontos, mais 10 que o FC Porto, que apenas joga na terça-feira com o Gil Vicente.

Com o triunfo de hoje, o Benfica aumentou para 18 o número de vitórias seguidas fora de casa para o campeonato, enquanto o Paços de Ferreira, que não perdia desde a 13.ª jornada, mantém os mesmos 16 pontos, no 16.º lugar da I Liga.

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Futebol

Um milhão e seiscentos mil viram a final da Taça da Liga na RTP

Dados da Liga Portugal

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Foto: Divulgação

O jogo da final da Taça da Liga, disputado entre SC Braga e FC Porto, e que coroou o conjunto bracarense como o Campeão de Inverno, é, para já, o programa mais visto na televisão portuguesa desde o início do ano civil, anunciou hoje a Liga Portugal.

Com 33% de share e uma audiência média de 16,1, o encontro disputado este sábado, 25 de janeiro, liderou as audiências durante o tempo integral da transmissão da RTP 1, que foi o canal mais visto do dia. O jogo somou uma média de cerca de um milhão e 600 mil espetadores.

Esta liderança de audiências não é uma novidade na prova. Já a final de 2018-19, jogada entre FC Porto e Sporting CP, e que terminou com um triunfo leonino, no desempate por grandes penalidades, foi o jogo mais visto entre clubes na televisão nacional, durante o ano de 2019.

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Futebol

“Tudo correu mal”

Famalicão-Santa Clara (0-1)

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o jogo Famalicão – Santa Clara (0-1), da 18.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado em Vila Nova de Famalicão.

João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “Foi um mau jogo nosso, claramente, por responsabilidade nossa, com muitas faltas. Não conseguimos fazer o nosso jogo e colocar a nossa ideia em campo. Isso desconcentrou-nos e não conseguimos dominar os momentos do jogo. Foi uma primeira parte muito má, mais pelo que não conseguimos fazer, do que pelo que o Santa Clara produziu.

Na segunda parte, fomos conseguindo [criar desequilíbrios], mas sem a qualidade que nos permitisse chegar ao empate e depois à vitória. Não fomos competentes para conseguir outro resultado. Dou os parabéns ao Santa Clara pelo jogo que fez e pela vitória.

Claramente [que foram 45 minutos desperdiçados na primeira parte]. Já fizemos partes de jogos menos conseguidas, mas a ideia estava lá. Hoje, nem isso. Não tivemos paciência, nem conseguimos circular a bola. Tudo correu mal. Penso que acreditávamos que, com o tempo, iríamos criar oportunidades e marcar. Não fomos competitivos na primeira parte e depois não reagimos.

Até somos das equipas que marca mais golos a partir do banco. Temos jogadores que entram e conseguem criar desequilíbrios. Mas é uma tarefa difícil conseguir isso nos jogos todos. Quando as coisas começam mal, é difícil alterá-las a partir de determinado momento.

Não há pressão [por causa da classificação]. Temos a nossa pressão e a nossa exigência. Colocámos a fasquia alta. Temos adversários muito competentes e bem orientados, como o de hoje, com bons jogadores. É natural sentirmos mais dificuldades, mas compete-nos encontrar soluções.

Não falo do árbitro [sobre o alegado fora de jogo no lance do penálti que deu o golo ao Santa Clara], pois ele faz parte do jogo. Tem todo o direito de errar, como eu errei e os meus jogadores. Custa-me é que o videoárbitro erre. Ele foi criado para corrigir erros grosseiros”.

João Henriques (treinador do Santa Clara): “Estrategicamente, a interpretação dos jogadores foi muito bem conseguida. Na primeira parte, dificultámos o bom processo ofensivo do Famalicão e conseguimos com que não ligassem jogo nem por dentro, nem por fora. Além disso, recuperámos bolas e criámos perigo. Estávamos à espera que o Famalicão entrasse forte na segunda parte, mas depois de mudarmos o nosso posicionamento, voltámos a ficar confortáveis no jogo. O nosso processo ofensivo e as nossas transições foram bem conseguidas. A exibição deu continuidade à da jornada anterior, em que não conseguimos pontos por manifesta infelicidade [derrota com o Vitória de Guimarães, por 1-0, aos 90+1]. Provámos que o Santa Clara tem a equipa estabilizada para a segunda volta.

O Famalicão, apesar de extremamente confortável, começa a ambicionar outras coisas. Com 31 pontos na primeira volta, o Famalicão vai querer manter a posição para lutar por uma Liga Europa. Não éramos favoritos para o jogo. Ao retirarmos bola e não deixarmos construir o Famalicão, sabíamos que o nervosismo iria surgir. Mas sabíamos que essa ansiedade só aumentaria se conseguíssemos fazer golo. Soubemos esconder a bola, apesar do Famalicão ter uma boa reação à perda.

Começámos a época a perder em casa com o Famalicão [1-0]. Hoje, tínhamos de retificar esses três pontos perdidos injustamente em casa. Fomos superiores nesse jogo. Hoje, voltámos a ser superiores ao Famalicão. São três pontos num longo caminho rumo à manutenção.

A ‘estrelinha’ é sempre necessária [para vencer]. Fomos audazes e hoje a ‘estrelinha’ acompanhou. Houve jogos que perdemos na fase final. Mas hoje mantivemos a baliza a zeros e o Marco não teve de fazer uma defesa difícil. Tivemos ‘estrelinha’, mas fomos competentes.

Não vi ainda a repetição do penálti. Parece que a falta existe, mas há uma discussão sobre se é fora de jogo ou não. Deixo isso ao critério do videoárbitro.

[O Anderson Carvalho] É um dos nossos reforços deste mercado. Foi um jogador importante na época anterior, até ao momento da lesão. É um jogador importante dentro de campo e dentro do balneário. Com o conforto da vitória, há mais jogadores que vão crescer dentro do plantel. Acreditamos que a nossa segunda volta vai ser melhor do que a primeira”.

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