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Braga

Para a Cerveja Letra a internacionalização é uma aventura que começa a dobrar

“Letra Brew & Beyond”

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Foto: Divulgação

A cerveja Letra, de Vila Verde, vai iniciar a sua internacionalização com uma viagem de 20 dias, 6 mil quilómetros por sete países, com muitos barris de cerveja espalhados pela Europa. O início das aventuras – a da internacionalização e a da viagem – começa hoje, com saída de Vila Verde, passando por Espanha, França, Bélgica, Luxemburgo, Suíça e Itália.

A Letra também vai lançar este ano um novo website com venda online e nova imagem, a abertura de uma nova Letraria junto à Sé de Braga e a criação de um ponto móvel de promoção.

Neste percurso internacional, as paragens serão para realizar provas de Letra em bares de cerveja artesanal e também a participação em dois festivais, um em França e outro em Espanha.

Com o nome “Letra Brew & Beyond” este projeto tem o objetivo de promover a marca a nível internacional, criar pontes de negócio com distribuidores e intermediários, e também produzir novas cervejas artesanais em colaboração com marcas conceituadas de Espanha, França e Bélgica.

Foto: Divulgação

São três os tripulantes da autocaravana cervejeira, Filipe Macieira o sócio-fundador e cervejeiro da marca, Diogo Matos responsável de vendas no mercado externo e Maria Fernandes, uma amiga da marca que não consome nem aprecia cerveja mas aceitou o desafio para os acompanhar e dessa forma passar ser uma especialista em cervejas em apenas 20 dias.

A aventura vai ter atualizações diárias com fotos e videos na página de Facebook do Letra Brew & Beyond, para que todos os seguidores da marca possam também fazer parte desta aventura. Filipe Macieira, um dos sócios fundadores da marca refere que “esta viagem já tinha sido idealizada em 2013, mas nessa altura ainda não era o momento ideal para colher os melhores frutos, atualmente com a linha de cervejas maturadas em barricas de vinho do Porto, Letra on Oak, o impacto da marca vai ser outro”.

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Braga

Braga introduz medidas de apoio à economia local

Economia

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Foto: Divulgação

O Município de Braga aprovou, em sede de reunião do Executivo Municipal, um conjunto de medidas que visam minorar o impacto da pandemia de Covid-19 na economia local e, em particular, o comércio de proximidade.

Desta forma, a autarquia prescinde de receitas potenciais no sentido de apoiar directamente os empresários locais e a retoma da atividade económica das micro e pequenas empresas do concelho.

Estas medidas agora aprovadas juntam-se a diversas outras iniciativas que têm sido desenvolvidos neste período, designadamente as isenções promovidas pela Agere aos estabelecimentos de comércio e serviços que encerraram devido à entrada em vigor do Horário Zero e a criação de um Programa de Apoio ao Comércio e Outro Tipo de Empresas (PACOTE) destinado a apoiar a sustentabilidade das empresas e a preservar empregos, através de um serviço de informação sobre segurança social, orientação técnica sobre incentivos fiscais e assistência especial a empresas de turismo.

“Neste momento é fundamental apoiar o comércio local e garantir que os empresários dispõem do máximo de liquidez possível para enfrentar esta situação que se vive. Esta é uma área que, à semelhança de outras, tem sofrido bastante neste período, primeiro com a impossibilidade de laborar e, agora, com uma queda abrupta do seu volume de negócios. Este é um teste de resistência às empresas e empresários e queremos estar ao seu lado para que possam manter os postos de trabalho e minorar os impactos sociais da pandemia”, referiu Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, garantindo ainda que a autarquia mantém intacto o trabalho de dinamização económica do território.

Procedimentos para operacionalização das medidas de apoio

Assim, foram aprovadas as seguintes medidas de apoio e as respectivas formas de operacionalização:

– Isentar, no ano 2020, das taxas de ocupação de espaço público os operadores que se enquadrem no regime simplificado, previsto no artigo D-2/10º do Código Regulamentar, e previstas no artigo 50.º da Tabela de Taxas. Os operadores económicos que já tenham liquidado as respectivas facturas, deverão enviar para o correio electrónico: [email protected] com os seguintes elementos: Talão comprovativo do IBAN e a(s)respectiva(s) factura(s). O reembolso será efectuado, oportunamente, após recepção dos elementos mencionados. Caso não pretendam enviar os elementos por correio electrónico, poderão fazê-lo por carta para o seguinte endereço: Município de Braga – DCFAR. Praça do Município, 4700-435 Braga.

– Isentar, por um período de três meses (abril, maio e junho de 2020) das taxas devidas pela ocupação os exploradores dos quiosques instalados em espaço público do Município de Braga (tipificadas no artigo D-2/25.º e D-2/36.º do Código Regulamentar). O pagamento será retomado na mensalidade referente ao mês de Agosto de 2020, a pagar até ao dia 20 de Julho (artigo D-2/36º do Código Regulamentar do Município de Braga).

– Isentar, por um período de 3 meses (abril, maio e junho) as rendas relativas aos quiosques de flores situadas no Largo Monte D’Arcos junto ao Cemitério Municipal, em virtude do encerramento do mesmo. O pagamento das rendas será retomado na mensalidade do mês Julho de 2020, a pagar até ao dia 8 do mês a que respeita.

– Alargar o prazo de pagamento voluntário das taxas de publicidade e ocupação da via pública, não enquadráveis no regime simplificado de ocupação de espaço público, referentes às renovações para o ano 2020. Os agentes económicos deverão proceder ao pagamento das respectivas taxas até 30 de Setembro de 2020. O pagamento deverá ser efectuado por transferência bancária (IBAN PT50 0007 0602 0051 7060 0056 1), ou por envio de cheque emitido à ordem do Município de Braga (endereçado para a morada Município de Braga – DCFAR. Praça do Município, 4700-435 Braga), referenciando sempre o número da factura e/ou número do processo. Os agentes económicos que possuam facturas que incluem mais do que um regime de licenciamento devem solicitar, através do correio electrónico [email protected], o valor correto para a transferência a efectuar, dado que o acerto será realizado na factura já emitida. Em caso de incumprimento do prazo de pagamento até 30 de Setembro, o processo será encaminhado para cobrança coerciva, sendo devidos juros de mora à taxa legal em vigor, conforme Código Regulamentar do Município de Braga.

Para qualquer dúvida ou necessitando de mais informações, estamos à disposição através do seguinte endereço electrónico: [email protected]

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Braga

BE critica adiamento de 11 meses de consulta de psiquiatria no Hospital de Braga

Hospital de Braga

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Foto: DR / Arquivo

O Bloco de Esquerda criticou hoje o adiamento por quase 11 meses de uma consulta de psiquiatria no Hospital de Braga, considerando tratar-se de uma “situação inaceitável, que deve ser alvo de intervenção e reparação urgentes”.

Contactado pela Lusa, o hospital refere que não está em causa uma primeira consulta, que o doente em questão não apresenta uma situação clínica grave e que a médica que o acompanha está ausente por tempo prolongado, tendo havido uma remarcação automática das suas consultas.

“Na especialidade de psiquiatria, todos os casos considerados clinicamente graves estão a ser vistos em consulta”, acrescenta.

Em comunicado, o Bloco de Esquerda (BE) refere que o doente tinha consulta agendada para o dia 01 de abril, mas no final de março recebeu uma carta do hospital informando-o que a consulta foi remarcada para 17 de fevereiro de 2021.

“O BE pretende aferir o que se passa para que tal situação esteja a suceder: se se trata de um lapso, deverá o Hospital de Braga proceder à sua reparação. Se se trata efetivamente da data para a qual estão a ser remarcadas consultas, estamos perante uma situação inaceitável que deve ser alvo de intervenção e reparação urgentes”, lê-se no comunicado.

Reconhecendo que, com a pandemia de covid-19, muita atividade do Serviço Nacional de Saúde (SNS) teve de ser suspensa, o Bloco defende que agora deve haver um “investimento significativo para que essa atividade seja recuperada rapidamente, sem adicionar meses de espera por uma consulta”.

Por isso, o BE apresentou, na Assembleia da República, uma pergunta dirigida à ministra da Saúde, para saber se Marta Temido tem conhecimento daquela situação e que medidas estão a ser tomadas para reforçar as instituições do SNS, capacitando-as para a recuperação imediata da atividade desprogramada.

Na resposta à Lusa, o Hospital de Braga explica que os tempos máximos de resposta garantidos apenas se aplicam às primeiras consultas, o que, acrescenta, não é o caso do doente em questão, que já ali vem sendo acompanhado na especialidade de psiquiatria.

Diz ainda que o doente em questão “não apresenta uma situação clínica grave”, estando também a ser acompanhado em psicologia, com consultas agendadas para os próximos meses.

Sublinha que a médica que acompanha o doente está ausente por tempo prolongado, tendo havido uma remarcação automática das suas consultas.

“No entanto, a situação já está a ser analisada caso a caso”, vinca.

Ainda segundo o hospital, atualmente, o tempo médio de espera para primeiras consultas de psiquiatria é de 200 dias, “ficando o mesmo a dever-se, também, pelo efeito incontornável da pandemia que estamos a viver”.

“Realça-se, no entanto, que o combate às listas de espera são uma preocupação presente, sendo a retoma das mesmas, em tempo de covid-19, uma prioridade”, remata.

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Braga

Mulher que caiu em cascata no Gerês teve de ser operada de urgência

Acidente

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Foto: Bombeiros Terras de Bouro

A mulher de 30 anos que sofreu uma aparatosa queda de 10 metros na terça-feira nas cascatas das Barjas, no Gerês, teve de ser operada de urgência no Hospital de Braga, acabando por ser considerada um “ferido grave”, após análise hospitalar.

Ao que apurou O MINHO, a mulher partiu coluna, fémur e a bacia. Foi alvo de intervenção cirúrgica mal chegou aos serviços de urgência, encontrando-se agora internada naquela unidade hospitalar.

Recorde-se que a primeira avaliação feita no terreno dava conta de ferimentos ligeiros, versão entretanto contrariada após avaliação de imagiologia hospitalar.

A vítima foi assistida no local, ontem, cerca das 13:30, depois de uma queda na cascata, onde se encontrava com um grupo em lazer. Foi transportada a partir do Gerês por um helicóptero do INEM para Braga.

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