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Região

Laboratórios minhotos desenvolvem tinta para travar contrafação têxtil

UMinho e CENTI

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Foto: Ilustrativa / DR

Cientistas da Universidade do Minho e do CeNTI desenvolveram tintas fluorescentes inteligentes que vão ajudar a combater a contrafação de produtos têxteis, foi hoje anunciado.

Em comunicado, os responsáveis do projeto referem que, até ao momento, “os resultados conseguidos são bastante promissores”, pelo que já se iniciou um pedido de pré-patente, visando num futuro próximo a comercialização daquela tecnologia.

Esta investigação resulta de uma parceria entre cientistas do Centro de Engenharia Biológica (CEB) da Universidade do Minho com experiência na área da biotecnologia e do CeNTI – Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes, especializado no desenvolvimento de materiais inteligentes.

“As biotintas florescentes ecossustentáveis apresentam características únicas e exclusivas que são difíceis de copiar ou clonar, pelo que poderão ser utilizadas como marcadores de anti-contrafação ou impressões de segurança”, explicam os promotores, em comunicado.

Acrescenta que as biotintas terão também “aplicações interessantes” na produção de têxteis inteligentes, desde vestuário a artigos de decoração, com padrões que se alteram com a luz ambiente.

“Estes materiais, altamente inovadores, vão potenciar o crescimento da biotecnologia e serão relevantes para várias indústrias, tornando-as mais inteligentes e funcionais”, refere ainda.

O trabalho dos cientistas do CEB passa pela produção biotecnológica das moléculas e a elaboração de testes de encapsulação.

A equipa do CeNTI está focada na aplicação em têxteis, assim como na elaboração de testes de estabilidade em longo prazo, de forma a obter-se um protótipo.

“A grande inovação do projeto assenta no facto de estas tintas serem compostas por materiais naturais, produzidos a partir de microrganismos, ao contrário das tintas tradicionais que são feitas de produtos químicos, a partir de derivados de petróleo”, remata o comunicado.

Alto Minho

Caminha abre duas escolas de acolhimento para trabalhadores essenciais durante confinamento

Confinamento

Miguel Alves. Foto: Imagem CM Caminha

A Câmara de Caminha criou duas escolas de acolhimento para filhos de trabalhadores que prestam serviços essenciais e não podem cumprir recolher ao domicílio, na sequência do “endurecimento das medidas de confinamento anunciadas hoje pelo Governo”, foi hoje divulgado.

Em comunicado, aquele município adiantou que as escolas vão funcionar nos edifícios da escola básica de Caminha – para alunos com área de residência no Vale do Coura e Minho – e da escola básica e secundária do Vale do Âncora – para alunos residentes a sul do concelho.

Para além destes espaços, que entram em funcionamento já na próxima segunda-feira, o município reforçou a equipa de distribuição de refeições escolares que irá, a partir de sexta-feira, entregar almoços nas casas dos alunos de famílias carenciadas, bem como nos quartéis dos bombeiros de Caminha e Vila Praia de Âncora.

Encerrou ainda o único edifício que mantinha aberto, estando disponíveis os contactos telefónicos e ‘online’ para qualquer pedido de atendimento por marcação.

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Guimarães

Câmara de Guimarães assegura refeições escolares durante suspensão letiva

Confinamento

Foto: Ilustrativa (Arquivo)/ DR

A Câmara de Guimarães vai assegurar as refeições escolares a todos os alunos com escalão, assim como a todos os que comprovem vulnerabilidade social, no período de interrupção das aulas, hoje anunciado pelo Governo.

Em comunicado, a Câmara refere que as refeições serão entregues nas escolas ou, para quem não tiver possibilidade, o município de Guimarães assume a entrega em casa.

Em articulação com os psicólogos escolares, os serviços de Educação da Câmara de Guimarães assumem o apoio psicológico e vão iniciar o processo de rastreio de saúde mental a crianças dos 3 aos 10 anos a frequentar as escolas púbicas.

As escolas de todo o país vão fica fechadas a partir de sexta-feira e durante 15 dias, numa medida que visa travar a pandemia de covid-19.

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Braga

Câmara de Braga investe 20 mil euros para testar funcionários das mesas de voto

Eleições presidenciais 2021

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A Câmara de Braga vai pagar 20 mil euros para a realização de testes rápidos às cerca de 900 pessoas que vão integrar as mesas de voto do concelho nas eleições presidenciais, que ocorrem no próximo domingo.

Em declarações a O MINHO, o seu presidente Ricardo Rio disse que “a iniciativa visa salvaguardar a saúde dos membros das mesas e dos próprios eleitores, de modo a que os bracarenses possam participar, com confiança no ato eleitoral”.

A testagem inclui os membros da “bolsa de suplentes, uma vez que surgem sempre situações de última hora, de pessoas infetadas ou em isolamento”.

Os testes vão ser feitos no drive-thru da Cruz Vermelha, instalado no Sameiro, esta sexta-feira e no sábado.

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